terça-feira, 28 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 8:39 da tarde 4 comentários
O pior do Carnaval é o dia seguinte: despe-se o fato, cai a máscara e tudo volta a ser o que era.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 3:09 da tarde 1 comentários


Hoje, vou soltar o Noddy que há em mim... ;) BOM CARNAVAL!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 9:27 da tarde 2 comentários
Seria tão bom que tivessemos todos um destes em casa... ;)
Eu, pelo menos, não me canso de o ouvir... :D

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 3:36 da tarde 8 comentários
Há momentos em que cabe toda uma vida...

Um encontro. Uma despedida. Uma lágrima. Outro encontro. Um sorriso. Uma palavra. Um gesto. Uma promessa. Um olhar. Um xi bem apertado. Um passeio. Um final de tarde. Um chá. Um aconchego. Um livro. Um anoitecer. Uma dança. Uma música. Um toque. Um entrelaçar de dedos. Um desejo. Um grito. Uma zanga. Um pedido de desculpas. Uma mensagem. Um telefonema. Uma lembrança. Um jogo. Um cigarro. Uma brincadeira. Um desafio. Uma aposta. Uma fotografia. Uma confissão. Um desabafo. Um amanhecer. Um sorriso. Outro olhar. Uma espera de táxi. Uma viagem partilhada. Um beijo. E outro. E outro. E outro.

Hoje, quero lembrar. E lembrar. E lembrar outra vez. Guardar junto ao coração para não mais esquecer.

"It’s coming back so fast, that I should fake this alone. You kept me back so unthinking, that I should fake this alone. Because your breath is still in me and you shape is still around and this shallow light won’t let me go, no… Because even if you break my heart and even if you make things wrong, you will always be the one, you will always be my love. I will fight against those walls I will love against those walls, I will dream against those walls, I can lie against those walls, or even try to break those walls, I try to fly upon those walls, I can bring light to your wall again and again against those walls, I will sleep against those walls, I’ll bet my life to sing my songs…"
Wallpaper, The Gift

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 2:22 da tarde 2 comentários


Provavelmente, toda a gente passa por isto uma vez na vida. Deixei-me, apenas, aprender com os erros. Decidi viver a arriscar. Sem medo. E essa liberdade trouxe sacrifícios. Hoje, sinto-me muito triste. Sou facilmente magoada, facilmente usada. Tudo parece ser o que nunca foi. Estou insegura. O tempo passa mais depressa do que dou conta. Fico sem saber nada. Estamos sempre a imaginar isto e aquilo e a confundir-nos, não é? Às vezes, tenho vontade de gritar tudo numa só palavra e depois ficar calada. Mas, o melhor é mesmo não dizer nada. Por enquanto, aqui fechada, não sei encontrar a solução para tudo isto. Relego a verdade para as mãos do tempo. Ainda que me digam que ando estranha, só quero voltar a ser aquilo que era: EU. O mais grave é que nem sequer vejo o caminho a seguir.
Em dias como este só fico feliz quando chega a chuva, porque sei que vem para me lavar a alma. Sinto-me arrumada num armário velho, a ficar cheia de pó, junto a outras velharias, esquecidas há já algum tempo. E eu sou tão facilmente esquecida...
E se eu desaparecesse? Sim. E se eu desaparecesse? E se eu fugisse do armário? Se conseguisse quebrar a corrente, recuperava a minha alma, as minhas asas. Deixava de ser um pássaro em voo para lado nenhum e voltava a ter norte. Talvez conseguisse voar bem alto. Talvez conseguisse, assim, que se lembrassem que existo e ainda estou aqui. É isso! Só tenho de sair do armário...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 4:23 da tarde 2 comentários
Por muito que tente, há coisas que não consigo entender. Desconfio que o tempo anda demasiado ocupado e que a vida se esqueceu que ainda ando por cá. Só preciso de um sinal. Pode ser qualquer coisa, vindo de qualquer lugar. Pode ser insignificante mas que aconteça. Um sinal como prova de que ainda respiro. Um sinal para voltar.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

TARDE DE CHUVA

Publicado por Desnorteada às 8:47 da tarde 3 comentários


Está frio. O coração está apertado. E começa a chover. Devagar. Abraço uma manta e imagino outro colo. Imagino-te, aqui, comigo. A chuva voltou como que fosse um sinal. Chora o tempo e eu choro o que teima em não chegar. Arrasto-me pela casa. Fazes-me falta! Vagueio. Pego no Viver para Contá-la de Gabriel García Marquez - o livro do momento - e tento absorver cada letrinha. Em vão. Não consigo concentrar-me. Vou então até à estante e procuro um DVD. Apetece-me rir. Escolho uma comédia romântica e caio no sofá. Lá fora, a chuva torna-se mais intensa. Perco-me na história. Penso. Sonho. Insisto em algo impossível. Sonhar é a única coisa que me resta. É que no patamar dos sonhos, tudo faz sentido. No mundo do faz-de-conta tudo é perfeito, nada se esconde e tudo parece verdadeiro. Regresso no tempo. Volto à minha história. Rio. Sinto o que tenho. E vivo o momento: vivo, intensamente, esta bela tarde de chuva.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

BETTER TOGETHER

Publicado por Desnorteada às 9:32 da tarde 2 comentários
There is no combination of words
I could put on the back of a postcard
And no song that I could sing, but I can try for your heart
Our dreams, and they are made out of real things
Like a shoebox of photographs with sepia tone loving

Love is the answer
At least for most of the questions in my heart
Why are we here and where do we go
And how come it's so hard
It's not always easy and sometimes life can be deceiving
I'll tell you one thing
It's always better when we're together

Mmm, it's always better when we're together
Yeah, we'll look at the stars when we're together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together

And all of these moments just might find a way into my dreams tonight
But I know that they'll be gone when the morning light sings
Or brings new things for tomorrow night you see
That they'll be gone too, too many things I have to do
But if all of these dreams might find their way into my day to day scene
I'd be under the impression I was somewhere in between
With only two, just me and you, not so many things we got to do
Or places we got to be, we'll sit beneath the mango tree now

Yeah, it's always better when we're together
Mmm, we're somewhere in between together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together (mmm)

I believe in memories, they look so, so pretty when I sleep
And when I wake up, you look so pretty sleeping next to me
But there is not enough time
And there is no, no song I could sing
And there is no combination of words I could say
But I will still tell you one thing
We're better together

Jack Johnson

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 9:19 da tarde 11 comentários


Hoje, completava dois anos, mas quis o destino que assim não fosse. Sinto que o tempo é como um rio: nunca pára! Às vezes tenho saudades. Outras, nem por isso. Pelo que vivi, por quem conheci e, principalmente, pelo que aprendi, guardo, algures, boas recordações. Espero um dia poder olhar para trás e sorrir... Todos os dias eram lições de vida e só agora sei disso... Mais cedo ou mais tarde, serei capaz!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

PARA PENSAR O NORTE...

Publicado por Desnorteada às 8:34 da tarde 0 comentários
Quem me conhece sabe que defendo o norte com unhas e dentes. O texto que se segue é o que sinto. Não o ponho aqui porque é bonito ou porque está bem escrito ou porque é um dos meus preferidos. Ponho-o porque é importante as pessoas reflectirem. Portugal não pode ser só Lisboa... há todo um resto que tem de começar a fazer sentido cada vez mais. Nós estamos aqui, ainda, e precisamos que se lembrem que existimos.

Porto Sentido



“Amo a cidade do Porto. (...) Ao contrário de outras pessoas, não consigo, nem quero justificar porque gosto da minha cidade. Está cá dentro. No meu coração. Mas sei que é um sentimento partilhado por milhares de anónimos. Os invejosos chamam-lhe bairrismo. É um adjectivo. Apenas isso. Não vale a pena perder tempo a explicar o que se sente. E aí está a grandeza da nossa relação com esta cidade. Mas, só o sentimento não chega. Temos de gritá-lo. Bem alto!(...)
Os sucessivos governos (e a autarquia, claro!) até podem ter feito algumas (poucas) coisas positivas (metro, Serralves, Casa da Música, requalificação urbana, modernização da Universidade de Porto), mas os resultados oficiais estão à vista: desemprego, perda de influência, falta de oportunidades, perda de competitividade, perda de poder de compra. Estas tristes realidades fazem do Porto uma excelente cidade para criar nossos filhos e morrer tranquilamente. No entretanto, existe Lisboa. Se a crise existe, ela está no Porto. E é esta a estatística. Ou seja, oficial. Há dois anos tínhamos o Mourinho para nos distrair e para nos dar algum orgulho perdido. Agora, nem isso! Não temos desafios, não sabemos bem o que queremos. Estamos quase adormecidos. Sem esperança, sem projectos. Revoltamo-nos todos os dias nos cafés, nos restaurante e nas ruas, mas recolhemos em silêncio. Estamos à espera do nosso D. Sebastião.(...)
Não temos grandes investimentos previstos. Não se criam centros de competência, nem organismo públicos na região. Os que existem ou perdem influência ou são transferidos para Lisboa. Até a nossa carismática pronúncia parece estar a desaparecer. Sempre ridicularizada por quem fala com “bués” e “muita” ou “ganda” disto ou daquilo. Até nas novelas, os nosso habitantes falam com o sotaque da capital!? Querem-nos transformar numa “delegação” de Lisboa.(...)
Temos de, no dia-a-dia, mostrar a nossa indignação e tomar algumas atitudes. Nem que seja escrever para os jornais. Ou façam o seguinte: em todos os domínios de consumo ou lazer, escolham os produtos ou empresas da vossa região. Assim, o PIB fica cá. Acreditem que um dia acaba por doer. E pode ser que passem a investir alguma coisa aqui. Ou, pelo menos, lembrarem-se que existem outras cidades. Nem que seja uma árvore de Natal (essa instituição bancária não tem sede no Porto?) na Avenida do Aliados ou o Porto/Dakar. Sei que pode parecer ridículo, mas mais ridículo é cruzar os braços. “Ousando, erramos às vezes. Não ousando, erramos sempre”.”
Nuno Ortigão in Jornal de Notícias, segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

O QUE É PRECISO, É ACREDITAR!

Publicado por Desnorteada às 3:50 da tarde 2 comentários


O céu já esteve fechado por nuvens que não queriam desaparecer. Agora tem em si um arco-íris que me acalma… O vento que já uivou, como se me quisesse chicotear, é agora brisa que brinca comigo, que me embala… Tal como eu também o tempo andou a queixar-se... Já é demais! Ouviu, tantas noites, a minha alma, por tudo, chorar que me mandou uma mensagem para dar um novo rumo à minha vida. Essa mesma alma fala agora à lua apenas a agradecer a fantasia que se criou na minha vida... É tudo relativo: o tempo, o espaço, os sentimentos, a sorte, o azar... Tudo tão relativo! Não conheço o que aí vem, mas também não quero conhecer. Quando chegar o momento, hei-de saber vivê-lo. O importante é o aqui e o agora. Um dia de cada vez. Sem pressa de chegar. Sei lá eu se ao correr não deixo para trás as coisas boas da vida!?

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

BONS MOMENTOS

Publicado por Desnorteada às 10:11 da tarde 3 comentários


Porque só estes valem a pena reviver, vou estar ausente por alguns dias. Prometo divertir-me. Bem preciso! E prometo regressar à blogosfera em grande...
 

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