terça-feira, 26 de setembro de 2006

Publicado por Desnorteada às 6:03 da tarde 13 comentários
Que há alturas na vida em que não há paciência nem pachorra para nada não é novidade. Nem tão pouco é novo que as pessoas nos desiludem. Agora que as pessoas nos desiludam uma, duas, três, dez vezes, consecutivamente, e que nós estejamos lá para elas, sempre, isso sim, é novidade. Pode mesmo dizer-se que é estupidez. Não percebo porque raio passo o tempo a investir tanto nas pessoas que já provaram mais do que uma vez que não merecem nada mais do que a minha indiferença. Sério! Não percebo mesmo. Até que ponto gostar de uma pessoa e preocupar-se com ela é desculpa para se ir aceitando tudo? Começo a achar que o povo tem razão ao dizer: “quem está, está; quem não está, estivesse!”. É só preciso ter coragem para aceitar as coisas como elas são e reparar com atenção naquilo que, muitas vezes, não se quer ver. E nisso tenho sido, verdadeiramente, corajosa. Todos os dias, descubro que sou, realmente, corajosa. Porque a força interior de uma pessoa vê-se na fraqueza dela. E não há mal nenhum em ter dias menos bons, porque no dia seguinte a sensação de vencer o desânimo é a prova de que se está vivo. Isto é o sal da vida! É muito fácil deixar-se os objectivos a meio só porque não se está todos os dias como se quer e com quem se quer. O difícil é a manutenção das coisas, com a mesma alegria de sempre. Não é no começo nem no ponto final, mas sim no que se dá e recebe no dia-a-dia. Porque é nestas dádivas que se bebe a coragem para enfrentar as dificuldades e obstáculos que vão aparecendo. Percebi, finalmente, que a ausência de algumas pessoas é o que me tem enfraquecido, mas é a presença de outras que já senti tanta falta um dia que me leva para a frente. Fazem com que entenda que a vida é assim: um ciclo. Uns dias bem, outros menos bem. Será sempre assim! Hoje, posso não estar como quero, com quem quero e onde quero, mas tenho, pelo menos, coragem para o assumir. E, na verdade, espero que esta coragem nunca me falhe... é bom ter consciência do que me faz falta!

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

Publicado por Desnorteada às 10:00 da manhã 5 comentários


O Outono chegou com chuva. Muita chuva.
E a chuva mantém-te em mim... como sempre!

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

DA REFLEXÃO...

Publicado por Desnorteada às 6:16 da tarde 5 comentários
Existem duas vidas: a que vivemos e a que sonhamos. E, lamentavelmente, raras são as vezes em que podemos viver o sonho...

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Publicado por Desnorteada às 6:19 da tarde 16 comentários
Uma vez, há já algum tempo, alguém me disse que “da amizade ao amor vai a distância de um beijo”. Sempre argumentei contra esta frase. Hoje, já lhe reconheço alguma verdade. Descobri, finalmente porque quero esquecer-te e não consigo. Porque já tentei de tudo e nada! Neste caso, a culpa não morre solteira... Agora, sei a que isso se deve. A ti? Não. Tu não tens culpa. A culpa foi dos beijos que trocámos. Sim, dos beijos! Que má sorte a minha ter sido, um dia, beijada por ti... Tenho saudades de sentir os teus lábios nos meus, de sentir que não havia mais ninguém por perto, de te sentir perto. Os nossos beijos não foram beijos em vão, nem beijos de rotina e de obrigação. Sabiam a descoberta e a ilusão. Quero-os outra vez... mais uma vez. Quero os beijos de amizade, de paixão e de novidade. Quero os beijos pequeninos, os beijos que nos enfeitaram o rosto, os beijos inocentes, os beijos que nos faziam perder a noção do tempo e punham o coração aos pulos. Quero os teus beijos, dar-te os meus beijos, quero os nossos beijos... Porque, ainda que os tenhamos deixado de dar, serão sempre assim... sempre nossos!

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Publicado por Desnorteada às 5:40 da tarde 12 comentários
Sobre as pessoas com poder tenho aprendido duas coisas: que não se pode confiar nas suas palavras e que estão sempre prontinhas a desiludir-nos...
 

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