sábado, 28 de outubro de 2006

Publicado por Desnorteada às 2:46 da tarde 6 comentários


Dadas as nuvens cinzentas que pareciam andar a pairar por cima de mim nos últimos meses, não esperava sentir-me tão bem de um dia para o outro... mas sinto-me mesmo bem! Mesmo, mesmo, mesmo!!! Dizem que quando se fecha uma porta se abre uma janela e é verdade... até já sinto a luz a entrar! A vida, afinal, nem sempre é a perder...

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Publicado por Desnorteada às 8:49 da tarde 4 comentários

domingo, 22 de outubro de 2006

Publicado por Desnorteada às 12:19 da manhã 1 comentários
"Ao perder-te a ti perdemos os dois
eu porque tu eras o que eu mais amava
e tu porque eu era quem mais te amava[...]"
Ernesto Cardenal in "Ao perder-te"

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Publicado por Desnorteada às 6:35 da tarde 7 comentários
Hoje, aconteceu-me uma coisa muito estranha: dei comigo a falar sozinha. Vá, não se riam... Isto pode ser sério. Comecei a falar como se estivesse alguém comigo e não conseguia parar. Volta e meia lá estava eu em grandes conversas com... ninguém. Já me aconteceu falar com o computador (quando ele não funciona como quero!), ou com a televisão (quando nela não aparece programa de jeito!), ou até mesmo ao espelho (quando ao acordar não gosto do que vejo!)... agora sozinha, sozinha, nunca me aconteceu. Parem de rir, vá... isto pode mesmo ser sério! Não sei muito bem porque estou a partilhar isto com vocês. Quer dizer, até sei... Porque, pelo menos, aqui, sei que o que escrevo, alguém há-de ler!

terça-feira, 17 de outubro de 2006

DÚVIDA:

Publicado por Desnorteada às 5:45 da tarde 12 comentários

Não se pode viver um conto de fadas sem príncipe encantado, pois não?

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Publicado por Desnorteada às 8:50 da tarde 5 comentários
Adoro as tardes quentes de Outono. O céu muito azul, despido, sem nuvens. O sol forte que aquece a alma. Um vento fraquinho que apenas abraça o corpo como a saudade faz com o coração. Esqueço as horas, o tempo que teima em passar por mim e não parar. Penso nos ponteiros do meu relógio que estão em fast motion, mas depressa abrando e passo-os para a versão slow. Devagar. Devagar para não estragar o momento. Os bons momentos querem-se indefinidamente sem tempo. Adoro o calor de Outono. Um calor que aconchega o peito e torna-o mais protegido. Gosto de andar e sentir os raios de sol na minha cara. Fechar os olhos e parar no meio da rua só para sentir que o sol me beija. Adoro sentir o cheiro das castanhas assadas. As ruas cheias de gente. A cor das árvores. As folhas no chão. Adoro passear. Sentar-me numa esplanada a ler. Ouvir música enquanto vagueio pela cidade. Sentir o frio a chegar ao fim do dia e querer regressar, depressa, a casa. Sim, adoro as tardes de Outono.

sábado, 7 de outubro de 2006

DO REGRESSO

Publicado por Desnorteada às 3:21 da tarde 7 comentários
São sempre os mesmos quilómetros. As mesmas estações. O mesmo desejar de uma boa viagem. Mas como pode ser boa se assim que chego já tenho sempre o tempo contado para voltar? As pessoas. Os reencontros. Os sorrisos. As fotos. Tudo o que ficará na gaveta do coração. Sei que que não vou esquecer, nunca! Mas, reviver dói... e o presente está a doer. O silêncio desperta em mim devagar. E é tanto que chega a ferir de se ouvir. Relembro-me aos poucos e poucos porque é que tudo me faz tanta falta. Os amigos, o ambiente, a "família", tu... Estamos todos tão próximos e tão distantes! Passamos tempo a mais a despedirmo-nos, acho! As palavras que nem sempre saem. Os abraços sentidos nas despedidas. As lágrimas sufocadas até casa. O medo de perder o lugar. Custa mesmo partir quando se quer tanto ficar, chiça!
 

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