segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Publicado por Desnorteada às 11:43 da tarde 4 comentários
Descobri que o meu maior sonho é viver um amor... daqueles à séria... sem dúvidas... sem medos.... Ainda que saiba que o sonho raramente comanda a vida. É bom enquanto sonho... só isso! Descobri que o alimento e o guardo num cantinho, género sala de estar... porque talvez um dia, o sonho se concretize...

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Publicado por Desnorteada às 10:21 da tarde 2 comentários
TORANJA - "Devolve-me os Laços"



Depois vem a altura em que se quer tudo outra vez. Tal e qual. Antes de ser adulto ou coisa parecida. Sabes que nunca se volta a ser o que se era, porque o tempo tem instrumentos de tatuar e o segundo volta igual. Guarda-se tudo numa caixinha... pequena... que se abre de vez em quando e volta-se a noção que no presente quer-se tudo outra vez.”
Tiago Bettencourt

domingo, 7 de janeiro de 2007

Publicado por Desnorteada às 5:39 da tarde 3 comentários
Há dias em que o meu coração tem uns quilos a mais. Ainda que esteja pequenino, pequenino. Dias em que não sei se chore ou se ria. Porque as lembranças são boas, mas doem tanto, tanto, tanto... Tenho a vida virada do avesso (e ainda bem que é assim!), mesmo que isso me esteja a mudar, todos os dias, um pouco. Voltei a estar ocupada e trabalho não me falta, mas o meu coração ressente-se do vazio. Há coisas que me passam pela cabeça que nem sequer devem ser escritas. Estou no meu limite. Sinto-o. Não sei lidar com a vida que tenho e com a pessoa em que me estou a tornar. Tenho medo. Fujo?? Sei bem que não é a melhor solução – os medos não se evitam, enfrentam-se. – Mas, apetece-me mesmo fugir. Para um longe que é perto. Até ti. Porque só em ti encontro a paz que procuro. Lutei contra ti quando me apercebi que podíamos estar a apaixonarmo-nos um pelo outro. Encolhi-me. Agora, que tenho a certeza que te adoro, tu refugias-te sabe-se lá bem onde... Andamos a brincar às escondidas como quem tem medo de ser apanhado. E o tempo a passar. Sempre. Não entendo porquê e talvez não se explique mesmo. Andamos ao contrário e eu não sei o que fazer para te acompanhar. Para alcançar esse teu ritmo. Ajuda-me, amor. Mostra-me que ainda há tempo para nós. Estou farta que me digam que não vale a pena acreditar em nós. Pela primeira vez na vida gostava de ter a certeza que estão todos enganados e eu é que estou certa. Queria ter a certeza que valemos o esforço. Fazes-me falta (como nunca ninguém fez, aliás!). Queria que vivesses comigo, ao meu lado, sem medos, para aproveitarmos os dois o que a vida nos tem dado. Para vencermos os dois os nossos medos e as nossas dúvidas. Há dias assim... dias em que o coração me pesa demasiado.
 

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