terça-feira, 29 de maio de 2007

Blind Zero - Hino do F.C. Porto

Publicado por Desnorteada às 9:37 da tarde 1 comentários

A melhor versão de sempre...

sábado, 19 de maio de 2007

Publicado por Desnorteada às 8:33 da tarde 7 comentários
Hoje, estive a desfragmentar o disco do meu computador...

...que pena não poder fazer o mesmo com a minha cabeça!

terça-feira, 8 de maio de 2007

POST ANTIGO...

Publicado por Desnorteada às 10:08 da tarde 6 comentários
Se não és o meu porto de abrigo, corta os laços que me unem a ti e deixa-me respirar...
Se não me queres junto a ti, deixa-me sentir a liberdade... deixa-me voar para longe de ti... deixa-me sentir livre de nós...
Se não pensas sequer em mim, leva tudo contigo... todas as lembranças...Vai e esquece tudo a partir de agora... sem culpas... esquece as promessas...

Mas...

Se queres ser o meu cais, afinal, pede-me desculpa pelos dias que passo sem ti, pelas noites que passo acordada e pelas lágrimas que já chorei...
Se ainda me queres um bocadinho que seja, grita-me aos ouvidos que te preocupas comigo, que tens saudades minhas e admite que a tua decisão foi a menos acertada...
Se ainda é possível, pede-me desculpa. Basta isso. Surpreende-me...

Este post tem mais ou menos um ano... mas serve que nem uma luva...
O tempo passa, mas nada muda. Feliz ou infelizmente...

domingo, 6 de maio de 2007

Publicado por Desnorteada às 11:56 da manhã 0 comentários
Quando a inspiração nos falha, recorremos aos melhores...

terça-feira, 1 de maio de 2007

DEIXAS EM MIM TANTO DE TI

Publicado por Desnorteada às 8:59 da tarde 0 comentários
A noite não tem braços
Que te impeçam de partir,
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.

Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mim tanto de ti,

Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

A estrada ainda é longa,
Cem quilómetros de chão,
Quando a espera não tem fim,
Há distâncias sem perdão.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.

Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mimTanto de ti,

Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

Navegas escondida,
Perdes nas mãos o meu corpo,
Beijas-me um sopro de vida,
Como um barco abraça o porto.
Porque tu,

Deixas em mim tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

Pedro Abrunhosa
 

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