segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

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Publicado por Desnorteada às 5:41 da tarde 5 comentários
Não posso dizer que 2007 foi mau [tenho alguma sorte nos anos ímpares]. Foi um ano de altos e baixos. De bons e maus momentos. E tenho aprendido com o tempo que nem tudo na vida tem de ser muito bom nem muito mau. Os dias são equilibrados e quem tem de os colorir é cada um de nós. Percebi, por isso, que esta instabilidade que 2007 me deu transformou o ano num ano equilibrado:

Janeiro trouxe-me um novo projecto profissional, um carro e o medo de conduzir; Fevereiro deu-me muito trabalho; Março aproximou-nos... o longe fez-se perto e nós conseguimos encurtar a distância; Abril deu-me o Pico (a personagem fictícia do meu primeiro conto infantil - um conto escrito a seis mãos que é o primeiro de muitos, espero!) e é o mês em que festejamos mais um aniversário, trocamos beijos e cumprimos promessas... o primeiro fim começa aqui; Maio chegou com a mágoa e com muitas confusões... para além disso, comemorei mais um título do FCPorto e ultrapassei o medo da estrada; Junho foi o mês em que fiquei sem auto-rádio... a sensação que tive ao ser assaltada foi horrível... a mesma que senti quando me quiseram despedir; em Julho tive os piores dias da minha vida, mas também o melhor de ti... de nós! [Obrigada pelas "sessões de psicologia"]; com Agosto chegaram as férias... BARCELONA foi inesquecível - "Una vida es poco para mi!"; Setembro regressei ao desemprego... começou a luta que ainda mantenho... foi um mês marcado por reencontros e esperança! O "grão de areia" será sempre relembrado; Outubro levou-me até à SUÉCIA, DINAMARCA E INGLATERRA - uma viagem a três que espero repetir! -, mostrou-me o melhor e o pior de ti e obrigou-me a tomar a decisão mais difícil da minha vida... os pontos finais são sempre muito complicados de gerir!; Novembro, o primeiro mês sem ti... marcado pelo silêncio; por último, em Dezembro fui tia... com a chegada da minha sobrinha é impossível não sorrir...

E com um ano tão recheado não posso senão dizer que espero ter um 2008, pelo menos, parecido com este. Por tudo o que descrevi, o balanço é muito positivo, ainda que não acabe o ano da maneira que gostava... O próximo ano é par e admito: tenho medo. Mas, os "Mayas e afins" dizem que os nativos de Carneiro vão ter um ano excelente... assim o espero! ;)


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domingo, 23 de dezembro de 2007

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Publicado por Desnorteada às 12:01 da tarde 5 comentários
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Divagações II*

Publicado por Desnorteada às 11:02 da tarde 4 comentários
Fujo. De ti e de nós. Fujo para não me magoar mais. Escondo-te sempre que gostava que me desses a oportunidade que dizes já teres dado... Passo por cima da vontade que tenho em poder estar contigo, de contar-te histórias (as minhas e as dos outros) e dizer-te para não teres medo porque vai correr sempre tudo bem. Ai, como gostava de poder dizer-te o que sinto ao ouvido e pegar nas tuas mãos para que sintas como o meu coração bate depressa sempre que falas comigo. Gostava de ter-te frente a frente comigo e que me pedisses, olhos nos olhos, para lembrar os momentos que passámos juntos... para me lembrar sempre de ti e continuar a acreditar... porque um dia o meu amor por ti vai ser suficiente para ficarmos juntos! Ai, como gostava que essa “máscara que tens usado” caísse para que eu conseguisse entender-te! Para que eu tivesse forças para continuar a sonhar com os beijos de boa noite e os abraços apertados. Porque não abres o coração e me deixas entrar nele para te fazer feliz? Volta atrás... diz-me que recupere a coragem para acreditar em nós e continuar a lutar por ti... Volta atrás!! Diz que, afinal, te enganaste e que é a mim que queres... dá-me a dose de coragem que preciso para para não ficar aninhada, encolhida, em mim. Volta atrás...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Ariana*

Publicado por Desnorteada às 6:20 da tarde 10 comentários


Nasceu ontem às 21h15. Pesa 2,92Kg e mede 48 cm. É a menina mais bonita que já alguma vez vi... Sou a tia mais babada do mundo!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

carta ao Pai Natal*

Publicado por Desnorteada às 10:46 da tarde 2 comentários
Querido Pai Natal,

bem sei que já não sou pequenina, mas mesmo assim vou arriscar. Não quero muita coisa e como acho que me portei bem este ano, acho que mereço, pelo menos, a tua atenção. De qualquer forma, apresento-te as minhas sinceras desculpas se achares que isto é um abuso. Então, para 2008:

- Gostava de poder continuar a aprender a ser jornalista, mas se não for possível que venha alguma coisa na área. Importa é que me ponhas no sapatinho o emprego...

- Gostava de ter a oportunidade com aquela pessoa que tu sabes... aquele teimoso que se fecha a sete chaves e não deixa entrar ninguém, sabes Pai Natal?!? Gostava de ter a oportunidade que ele diz já ter dado, mas se não for possível ao menos que não nos esqueçamos um do outro. Importa é que a amizade perdure...

- Gostava de ter por perto todos os meus amigos... que eles estivessem sempre comigo. Mas se não for possível, que consigamos estar pelo menos as mesmas vezes que estivemos este ano. Importa é que se matem as saudades...

- Gostava que a minha família continuasse bem, e se não for possível que tenhamos todos força para ultrapassar os problemas com um sorriso nos lábios. Importa é que continuemos unidos...

Por último,

- Gostava de ter a mesma coragem para aguentar o 2008 como tive que suportar partes do 2007, mas se não for possível que seja porque em 2008 não vou ter de enfrentar doses de desânimo. Importa é que me deixes continuar a ser eu...

Para quem nunca pediu muito, achas que estou a pedir demais?! (envergonhada)

Aahhh! E já agora, gostava de poder viajar tanto como em 2007, mas se não for possível que consiga pelo menos conhecer um sítio novo, fora ou dentro do país. Importa é que viva outras culturas, outras pessoas, outros "mundos"...

Beijinhos, Pai Natal
Um Bom Ano e uma boa distribuição ;)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

amor combate*

Publicado por Desnorteada às 11:13 da tarde 2 comentários

eu quero estar lá quando tu tiveres de olhar para trás...
sempre quero ouvir aquilo que guardaste para dizer no fim...
eu não te posso dar aquilo que nunca tive de ti, mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
se o nosso amor é um combate então que ganhe a melhor parte.
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...

o chão que pisas sou eu...
(...)
o nosso amor morreu quem o matou fui eu.
o chão que pisas sou eu...
(...)
se o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
(...)

Linda Martini

 

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