quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Dos passos decisivos...

Publicado por Desnorteada às 1:14 da manhã 3 comentários
Em dias como o de ontem, em que as conquistas me preenchem, em que a amizade é o meu bem mais precioso, em que as gargalhadas me dão cor às horas que passam sem que quase não se note, o vazio que sinto em mim é muito maior. Porque a felicidade só é inteira quando a partilho com aqueles que mais amo, ontem, que senti pela primeira vez que estou a tomar a melhor decisão da minha vida, que estou realmente perto de fazer o que sempre quis, que começo uma caminhada que quero longa e fácil, percebi que há pessoas com quem gostaria de estar a comemorar mais um [talvez o mais importante] passo decisivo; percebi que há pessoas que me marcaram muito mais do que imaginava... Enfim, podemos lutar sempre contra tudo, menos contra aquilo que sentimos... e há sentimentos que, de uma maneira ou de outra, habitam, para sempre, o nosso o peito.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Publicado por Desnorteada às 12:26 da manhã 2 comentários
Por mais voltas que a vida dê, os dias provam-me que, definitivamente, nós não somos todos iguais. Ainda que se encontrem algumas semelhanças, as pessoas não actuam nem interpretam (n)as situações da mesma forma. No nosso dia-a-dia, é bom lembrarmo-nos de que as perspectivas são sempre diferentes e, de facto, «quem conta um conto aumenta um ponto». Só assim podemos resolver os nossos problemas de bem connosco. Muitas vezes, dou comigo a pensar no que já vivi e com quem já convivi, e em boa verdade, raros são os momentos em que não olho para trás com alguma saudade. Eu nunca me arrependo do que faço, fico apenas com a sensação que alguns episódios poderiam ter tido outro guião! A vida já me trocou as voltas tantas vezes!!!!
Consigo olhar para dentro e perceber que nem sempre (re)agi adequada e correctamente, mas consigo entender na perfeição que nada aconteceu, [acontece], só por minha culpa. Os intervenientes na minha história também têm a sua quota-parte, apenas não a assumem, por cobardia ou medo, não importa! Roubando descaradamente a frase ao meu amigo do Fechado para Obras, acrescento: «às vezes e depois de certas coisas, ponho-me a pensar como foi possível dar-me a conhecer a certas pessoas». Talvez acredite demasiado na bondade, na genuidade e nos sentimentos dos que fazem parte da minha vida, sem nunca esperar que as palavras voem com o vento e as atitudes mudem como mudamos de roupa todos os dias. Sei que sou uma mulher complicada, de personalidade demasiado vincada e, muitas vezes, de ideias fixas. Sei que sou uma mulher com muito para dar e para viver. Sei que não há muitas pessoas que me entendam verdadeiramente e sei que há muitas pessoas que me lêem muito mal. Este post, dedico-o aos que não me conhecem bem; aos que não gostam de mim; aos que não me respeitam; aos que nunca terão a sorte de conhecer a mulher especial que sou. Porquê?? Porque, caros amigos, isto não é defeito, é feitio!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Publicado por Desnorteada às 11:11 da manhã 0 comentários
Odeio funerais. Pronto, já disse! Por mais que saibamos que eles fazem parte da nossa vida, é muito duro. Sempre! Hoje é daqueles dias que dava tudo para voltar a ser criança. :(

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

You Could Be Happy...

Publicado por Desnorteada às 11:32 da tarde 0 comentários

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dos últimos tempos…

Publicado por Desnorteada às 1:38 da manhã 4 comentários
Há quem diga «que nada na vida acontece por acaso», eu não poderia discordar mais. Somos nós que desenhamos a nossa vida, com as opções que escolhemos, os caminhos que seguimos e as decisões que tomamos. Se há em toda a minha vida palavras que me marcam são luta e persistência. Para o bem e para o mal. Não sei explicar como nem porquê, mas só desisto quando as coisas já não dependem única e exclusivamente de mim. E isto aplica-se a tudo... tanto a nível pessoal, como profissional. Por isso, quando ouço que «tudo acaba por acontecer se tiver que acontecer» fico com pele de galinha. Não entendo. Na minha opinião, [humilde opinião], tudo acaba por acontecer… se fizermos por isso. Ponto final.

Os 30 trouxeram-me uma vida nova. Aliás, posso mesmo arriscar dizer que 2010 está a ser um ano que me definirá o resto da vida. Na verdade, os 29 foram o ponto de viragem, ainda que os 30 sejam, de facto, o ano da concretização de alguns sonhos. Posso ainda não ter sido abençoada com a magia do amor e o encanto de uma relação pura e completa, daquelas em que a partilha e a cumplicidade, as palavras e o respeito, a admiração e o orgulho fazem parte do DNA do dia-a-dia; daquelas onde se ultrapassam as dificuldades e as distâncias de sorriso rasgado e de bem com a vida; mas tenho recebido tanta coisa que, por vezes, sinto-me uma ingrata por desejar desmesuradamente a única coisa que nunca tive e deixar que isso influencie, todos os dias, um pouco, o meu sentido de humor e estado de espírito.

Andei perdida, sem rumo e com dúvidas que não se justificam. Andei perdida de mim, sem confiança, sem estima por mim própria e sem vontade de viver, e hoje sou outra porque a coragem e a força que trago em mim reapareceram onde já é habitual aparecer. Podem chamar o que quiserem: escape, fuga, refúgio, ou outra coisa qualquer, mas enquanto a cabeça trabalha até «os neurónios entrarem em curto-circuito», enquanto o corpo aguentar com as dores físicas e o cansaço de quem não dorme decentemente há mais de 2 semanas, vou servir-me disto até não poder mais. Abraço, neste momento, o projecto da minha vida: a minha empresa, a minha casa, o meu futuro. Abraço a vontade de sorrir todos os dias e pular de alegria por cada conquista, por cada sucesso, por cada vitória. E devo esta fase a todos os que nunca me deixaram desistir. Desistir do que eu gosto de fazer e do que me faz sentir bem… desistir de mim. Devo esta fase da minha vida aos sonhos, [que já quis matar], e ao desejo de os ver realizados. Apesar das dores de cabeça e pelo corpo inteiro, os nervos em franja, a adrenalina dos desafios constantes, as insónias, o mau feitio já tão característico nestas alturas e todos os problemas que disto possam surgir, já não me lembrava como era bom poder sentir-me esgotada e adorar. Sim, este é um cansaço delicioso!

Se «na vida nada acontece por acaso»?! Talvez. Agora, que somos nós que temos de lutar para que assim seja, sem receio de perder, de arriscar e de viver… lá isso somos! Venha quem vier e diga o que disser…
 

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