domingo, 26 de junho de 2011

That's it! IV

Publicado por Desnorteada às 4:03 da tarde 4 comentários

sábado, 25 de junho de 2011

Dos últimos dias...

Publicado por Desnorteada às 11:35 da tarde 6 comentários
Tenho passado demasiado tempo sozinha. Isto não me está a fazer nada bem. Sinto-me completamente desorientada. Não tenho nada para fazer e só me passam merdas pela cabeça... Que isto me passe rápido, se não vou dar em doida... Pffffffff!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Do São João...

Publicado por Desnorteada às 10:53 da manhã 8 comentários


Tenho a sorte de poder viver de perto o Santo António e o São João. Gosto de passear e pular e dançar por entre as nossas gentes e sentir de perto a tradição deste nosso Portugal tão mal tratado nos últimos tempos. O Santo António marcou a minha infância: as marchas, os manjericos, os carrinho de choque e afins, os concertos que a minha terrinha recebia. O São João marcou a minha adolescência e marca o meu presente: o Porto, o fogo de artifício, os martelos, o alho-porro, as ruas da invicta decoradas e coloridas e os balões a perderem-se no céu. Ambas as festas têm um elemento comum: a tão desejada sardinha. Acho que só como sardinhas em Junho. Sabem melhor, sei lá! E sempre que como a sardinha na broa, lembro-me do tão famoso ditado [a mulher e a sardinha querem-se da mais pequenina] e recordo que sempre me questionei acerca desta máxima popular. Ora bem, eu meço apenas 1,52m e, meus amigos e minhas amigas, fui sempre «posta de parte» por autênticos gigantones. Não percebo. Se a mais pequenina é a melhor, por que é que as grandes levam sempre a melhor??? Durante a minha vida toda, só Deus sabe, como gostava de ter uns centímetros a mais, [é que nem com saltos lá vou!] e sempre que chega o S. João e me dizem que a [a mulher e a sardinha querem-se da mais pequenina] só me dá vontade de oferecer chapada imediatamente. Enfim... pode ser que um dia o ditado me pareça verdade e eu me sinta em pleno no meu metro e meio de altura... Boa noite de São João! Divirtam-se e comam muita sardinha... de preferência, já agora, da mais pequenina!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Welcome Summer! :*

Publicado por Desnorteada às 11:51 da manhã 2 comentários

sábado, 18 de junho de 2011

Do susto...

Publicado por Desnorteada às 10:41 da tarde 6 comentários
Há dias em que nós nos perdemos na alegria que as coisas boas da vida nos proporcionam. Esta semana foi muito feliz, mas como diz o Charlie Brown «a razão de não podermos ser muito felizes é porque quando estamos muito felizes, algo de menos bom acontece!» Ontem, apanhei o maior susto da minha vida. Em poucos segundos destruí parcialmente o meu carro. Em poucos segundos vi toda a minha felicidade fugir-me entre os dedos sem que eu nada pudesse fazer. Desse momento, lembro-me de ter pensado que não podia ir contra o carro que estava à minha frente [que acabou por vir contra mim], de ter pensado nos meus pais, no meu irmão, na minha sobrinha, nos meus amigos, no meu cão, em todos os projectos que ainda tenho para acabar... e em ti. Não percebo porquê. Foi estranho. Lembrei-me que podia nunca mais ter a oportunidade de te falar, de te ver e ouvir. Foi assustador pensar que podia ter ficado ali e nunca mais ver as pessoas que mais adoro. Felizmente, só o meu querido e fiel amigo 207 ficou ferido... eu estou bem. Do acidente, ganhei apenas uns hematomas manhosos na parte esquerda do corpo, uma dor incrivelmente chata no pescoço e a certeza de que há coisas que realmente não importam nem interessam para nada. Por mais que a vida nos pareça complicada, ela é boa de se viver. Por mais que tenhamos que lidar com desilusões atrás de desilusões, é bom que saibamos que elas são necessárias para olharmos para a frente com uma motivação extra. Por mais que às vezes não nos apeteça sair de casa nem ver pessoas [como costumo dizer!], é bom que aprendamos rapidamente que o tempo não pode ser desperdiçado num sobreviver desconcertante.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Et voilá!

Publicado por Desnorteada às 4:23 da tarde 0 comentários

quarta-feira, 15 de junho de 2011

For Once In My Life

Publicado por Desnorteada às 5:19 da tarde 2 comentários



For once in my life I have someone who needs me
Someone I've needed so long
For once, unafraid, I can go where life leads me
And somehow I know I'll be strong


For once I can touch what my heart used to dream of
Long before I knew
Someone warm like you
Would make my dreams come true


For once in my life I won't let sorrow hurt me
Not like it hurt me before
For one, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore

For once, I can say, this is mine, you can't take it
As long as I know I have love, I can make it
For once in my life, I have someone who needs me

domingo, 12 de junho de 2011

Do estar / ser sozinha...

Publicado por Desnorteada às 9:13 da tarde 2 comentários
Não há nada mais ridículo do que vivermos numa vida que está longe de ser a nossa. Não há nada mais ridículo do que fingirmos ser alguém que não somos nem tão-pouco queremos ser. Não há nada mais ridículo que mendigar algo que sabemos que já não é nosso nem vai voltar a ser. Não há nada mais ridículo do que nos enganarmos a nós próprios na esperança de que a mentira nos faça feliz ou vá fazendo.
Todos os dias, tropeçamos em pessoas / coisas que nos enchem a alma de expectativas. A relação que criamos e vamos desenvolvendo com essas pessoas / coisas vai amadurecendo com o tempo e algumas das expectativas até conseguimos concretizar. O pior é quando tudo não passa de uma ilusão, de uma realidade imaginária que tão depressa surgiu, como rapidamente tomou conta de nós e nos comanda à distância sem dó nem piedade. O pior é quando deixamos de confiar nos outros e em nós mesmos.
A vida, dizem, é para ser aproveitada ao máximo, sem medos, sem rodeios e sem pudores. Só assim somos felizes... só assim podemos alcançar um estado pleno de bem-estar. Quantos de nós já não se afastaram de pessoas que amavam só porque estas nos magoaram? Quantos de nós já não se despediram de nós próprios por saber que é a única saída para nos livrarmos de algo que sufoca, que destrói, que mata? Quantos de nós já não amaram sem ser amados? Não perdoaram desilusões? Traições? Não lutaram lado a lado com o desrespeito e falta de amor-próprio? Quantos de nós já não sentiram que estão sozinhos no mundo apenas por não saberem olhar à volta? É verdade! Muitos de nós, provavelmente, viveu demasiado tempo com a cabeça na areia, interpretando longos estados de avestruz, sem perceber que o tempo está a correr e o que passou, passou e já não volta mais... sem ver o quanto o futuro importa.
Não sei o que vem por aí. Não sei mesmo. Tem dias que me apetece não estar só [talvez fruto dos 31 anos que já passei nesta condição... ou se quisermos 16... se apenas começarmos a contar a partir dos 15!]. Não é fácil olhar para trás e perceber que o amor [esse grande filho da puta] não quis nada comigo durante a minha vida inteira. Que só me ofereceu gente com um parafuso a menos, que me tratou como se não valesse aquilo que efectivamente valho. Não minto, gostava de saber como é ter alguém a ligar-me ao final do dia, a receber-me num abraço ao chegar a casa, a procurar-me se uma reunião me rouba mais minutos que o normal. Deve ser imensamente gratificante não depender só de nós próprios para um jantar de aniversário, para o planeamento de um fim-de-semana ou uma simples escolha de um filme. Deve ser extremamente gratificante saber que somos a prioridade na vida de alguém... que estamos em primeiro lugar para tudo... Que somos nós e isso basta! Mas, aprendi a estar sozinha. Eu sei estar sozinha... agora sei! E, às vezes, sabe muito bem estar só! Dizem que antes de se ser feliz com alguém, temos de aprender a ser feliz connosco e saber apreciar o prazer da nossa própria companhia. Pois bem, acho que cheguei a esta fase da minha vida. E por isso, exijo subir um patamar para investigá-lo detalhadamente... sem que qualquer pormenor me escape e com todos os erros e as imperfeições que esse estágio inclui. Exijo que desta vez as coisas não sejam inconsequentes. Exijo! Exijo! Exijo! Estou bem assim e não quero confusões, nem mentiras, nem ilusões... nem coisa nenhuma. É bom viver em paz e sossego.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Do irresistível...

Publicado por Desnorteada às 11:49 da tarde 9 comentários
Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... [...]
 

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