quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2015.

Publicado por Desnorteada às 5:57 da tarde 2 comentários

Não sou muito de traçar planos para o ano novo, mas sou muito de me propor a fazer determinadas coisas. [sim, parece a mesma coisa, mas não é!] 2014 não foi muito simpático para mim, sobretudo no campo profissional. Quero acreditar, por isso, que 2015 me trará 365 dias cheios de coisas boas para recordar. Não costumo perder muito tempo à volta das resoluções de ano novo, mas a verdade é que a última semana do ano é sempre de reflexão e lá pelo meio, nesta espécie de balanço anual, surge um desejo ou outro. 2014 foi um ano em que vivi para os outros e esqueci-me, por isso, muitas vezes de mim e das minhas coisas. Na realidade, se olhar para trás, hoje estou exactamente igual ao que era no dia 31 de Dezembro de 2013. Engraçado como o tempo nos trai e nos mostra ao mesmo tempo que nós somos donos da nossa vida e somos nós que a fazemos. O melhor de 2014, arrisco dizer, foram as pessoas - as que nunca se foram embora e as que só chegaram este ano; o pior?! o pior foi a sensação de correr muito mas não sair do mesmo lugar. Tenho fé em 2015. Dou-me bem nos anos que terminam em 5. Vamos ver se este é mais um dos que deixam saudades... eu gostava muito que fosse.

[A todos os que aqui vêm, desejo um super ano novo. Que o 2015 nos encha o coração de mimo e nos traga muita, muita saúde. O resto arranja-se!]

domingo, 21 de dezembro de 2014

É quase Natal!

Publicado por Desnorteada às 11:11 da tarde 0 comentários


Para mim a melhor música de Natal | versão de sempre.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Do coração com amor. #8

Publicado por Desnorteada às 9:08 da tarde 4 comentários


Estou a ficar um bocado cansada deste jogo do gato e do rato. Como sabes, o meu coração está gasto e as batidas já não me enchem o peito. Pum-pum, pum-pum, pum-pum... bate num ritmo completamente controlado e sem alvoroço. Só quando estamos juntos sinto que ainda posso voltar à montanha russa sem medos. Bem sei que não faço o teu género, nem sou a mulher com que sonhas todos os dias, mas se tu quisesses eu podia partilhar todos os meus sonhos contigo. Também sei que não sou a mulher mais bonita do universo, mas se tu me quisesses, deixaria a tua vida cheia de amor. Disso não podes sequer duvidar. Estou longe de ser perfeita e sei que as discussões poderiam existir, que eu poderia ficar roidinha de ciúmes e que tenho picos de humor e que sou teimosa e orgulhosa. Eu sei disto tudo, mas também sei que tu poderias lidar com o meu pior e que serias a única pessoa no mundo a quem eu prestaria atenção e estaria disposta a ouvir. Por que não me vês? Por que não me consideras? Eu prometo-te que se quisesses o meu coração ele seria teu para o resto da vida. Jamais desvalorizaria o teu amor. Por que não me vês? Bastava que tu quisesses e eu estaria aqui para sempre, disposta a segurar-te a mão nos bons e nos maus momentos, permitindo que este laço [ainda solto] nos unisse e crescesse todos os dias um pouco mais, com o coração sem espaço dentro do meu peito, por bater desenfreada e apaixonadamente. Será que posso sonhar contigo? Será que posso atrever-me a aproximar de ti? Será que algum dia vais olhar para mim? Será que vou ter permissão para pedir-te que fiques comigo e fazer-te prometer que nunca me vais deixar sozinha? Será? Vou ser sincera contigo: eu tenho o meu coração todo colado... e em cada um dos pedacinhos está uma mazela que teima em fazer-se sentir. Se realmente me visses e estivesses disposto a apostar em mim terias de ter cuidado para nada se partir de novo. Não seria fácil. Eu sei. E acho que tu também sabes. Estás à espera há muito tempo de um cicatrizante eficaz para as tuas feridas e eu própria não sei se seria capaz de interpretar esse papel tão importante. Acredita: eu tenho medo de amar-te e, principalmente, de deixar que me ames. Conheço demasiado bem o meu coração para permitir tal risco. Por que é que não me mostras que estou errada? Por que é que tivemos que entrar na vida um do outro nestas condições? Eu sei que tens tudo para ser a metade certa, mas preciso de um sinal. Dá-me um sinal. Pequenino. Só um. Dá-me um sinal... eu estou à tua espera há uma vida inteira.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Eu e as Covers #33

Publicado por Desnorteada às 10:18 da tarde 0 comentários
 

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