quarta-feira, 29 de abril de 2009

Publicado por Desnorteada às 2:41 da tarde 0 comentários
Há dias em que só nos apetece dizer três coisas:

«FO-DA-SE!»

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Farol de luz em tempo de crise(s)

Publicado por Desnorteada às 11:32 da manhã 1 comentários
«Lá fora, Portugal é reconhecido no mapa-múndi que cabe entre quatro linhas. E em três sílabas: fêcêpê.

Um "farol luminoso" no seio da "decepção" nacionalizada pode dar esta quarta-feira a Portugal "a notícia que todos esperamos há muito". Desenganem-se os cépticos. É um sportinguista que fala. Do Porto com FC grande. Do Porto que tem marca. (...)»


Este artigo do JN é delicioso. Podem ler o resto aqui.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Almost Lover

Publicado por Desnorteada às 10:51 da manhã 0 comentários

Your fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick

Well, I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left, you kissed my lips
You told me you would never, never forget
These images

No

Well, I'd never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine

Did I make it that
Easy to walk right in and out
Of my life?

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should have known you'd bring me heartache
Almost lovers always do...

A Fine Frenzy

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:50 da tarde 3 comentários
Sinto-me a gritar para dentro.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Publicado por Desnorteada às 5:30 da tarde 0 comentários
Por onde andas quando mais preciso de ti? :(

segunda-feira, 16 de março de 2009

Quase Perfeito

Publicado por Desnorteada às 3:36 da tarde 0 comentários

Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero

Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia

Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça

Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito

Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito

Donna Maria
(Miguel Rebelo, Letra: Miguel A. Majer)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:26 da tarde 0 comentários
Tenho quase 29 anos e há dias em que me apetece ter de novo uns dois, três aninhos. À medida que vou crescendo, vou valorizando ainda mais determinados aspectos que em crianças me completavam: um abraço, um sorriso, um miminho... apenas. Tento ver a vida com optimismo, pensar nas coisas boas que ela me vai dando - que até são muitas! - mas nos últimos dias não consigo deixar de sentir que a vida em alguns campos não tem sido muito meiga comigo.

As minhas relações com as pessoas não são as melhores... acredito sempre que é possível receber tanto como dou e não é bem assim. Talvez o erro esteja em mim - por ser tão exigente com os outros como comigo - mas «c'um caraças» tantas vezes! Sou tudo aquilo que posso ser e, às vezes, até sou mais... desdobro-me em 50 esquecendo que como diz o povo: «o que é demais é erro!» e faço tudo e mais alguma coisa pelos outros [ainda!], quando nesta fase o que mais precisava era que alguém fizesse qualquer coisinha por mim. Preciso dos tais gestos, dos sorrisos, de um abraço daqueles que nunca mais se esquecem, de um beijo, de qualquer coisinha que me faça sentir eu novamente. Já percebi que todas as palavras do mundo não chegam e até já aprendi que mais vale calada e quieta do que a dizer aquilo que não quero ouvir - só para não saber aquilo que já sei mas que não quero, na verdade, saber...

Não aguento mais as distâncias inexplicáveis. Não aguento mais os silêncios impostos. Não aguento ser tão facilmente esquecida, ignorada e indiferente. As respostas que a vida me vai dando são tão duras, que não sei avaliar se não era melhor nem as ter - pelo menos, para não me sentir tão sozinha, tão incompreendida e não aceite por ninguém. Esta dor e raiva que tenho andado a guardar para mim - porque é melhor! - não é saudável. Esta impotência que sinto quando vejo que pensam que me estão a enganar e eu não estou a entender revolta-me de uma maneira que chego a ter medo de mim. Regra geral, sei sempre muito mais do que o que as pessoas pensam. A minha intuição não é simpática e isso magoa... muito! Estar sozinha numa batalha que se quer de mais alguns pode ser bom, mas também me vai transformando numa mulher que não quero ser. E esta é que é a verdade! Lamento...

32 músicas em 8 minutos...

Publicado por Desnorteada às 10:15 da manhã 0 comentários

Simplesmente brilhante!

domingo, 8 de março de 2009

Publicado por Desnorteada às 4:35 da tarde 1 comentários
Poderá um leão criado num rebanho de ovelhas ser um autêntico leão?

segunda-feira, 2 de março de 2009

Saudade...

Publicado por Desnorteada às 6:16 da tarde 1 comentários
do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar

s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;

Bot.,
nome de várias plantas dipsacáceas e das respectivas flores;
(no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes;
(no pl. ) cumprimentos.

in www.priberam.pt

domingo, 1 de março de 2009

Pensamento do dia...

Publicado por Desnorteada às 10:31 da tarde 0 comentários
Não adianta nada... o vazio está cada vez mais vazio.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Hakuna Matata!

Publicado por Desnorteada às 8:41 da tarde 1 comentários

É bom só de ouvir...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Balançar

Publicado por Desnorteada às 5:10 da tarde 0 comentários
Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair...

Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.

Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde~
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...

Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.

Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que partes
e volta a colar.
E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.

De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Mafalda Veiga

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:55 da manhã 0 comentários
เสียใจ

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Há artigos que valem mesmo a pena ler e reler...

Publicado por Desnorteada às 10:58 da manhã 2 comentários
Está bem... Façamos de Conta

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo in JN de 09.02.09

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Banda Sonora Perfeita...

Publicado por Desnorteada às 11:41 da manhã 0 comentários

«Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
State of humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me

Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Still when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman

For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my sisters
Coming together
Say yes I will
Yes I can

Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman

When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get weak
Cause no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh

Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman»
Alicia Keys

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:09 da manhã 0 comentários
Irritam-me os que se acham superiores a tudo e a todos...
Irritam-me os cobardes que só falam pelas costas...
Irritam-me os que não têm coragem de assumir as coisas...
Irritam-me os insensíveis...
Irritam-me os pobres de espírito...
Irritam-me os que decidem por mim...
Irritam-me os que não me aceitam como sou...
Irritam-me os infantis...
Irritam-me os que se esquecem de mim...
Irritam-me os que me tratam como se eu não soubesse o que quero...
Irritam-me os que me tratam como se eu não soubesse o que estou a fazer...
Irritam-me os podem tudo e mais alguma coisa...
Irritam-me as injustiças...
Irritam-me as crises existenciais...
Irritam-me as férias dos outros...
Irritam-me os dias a passar sem eu os aproveitar...
Irritam-me os segundos desperdiçados...
Irritam-me as palavras mal gastas... e os gestos... e as tentativas em vão...
Irritam-me estes e aqueles e os outros...
Irritam-me ...
IRRITAM-ME! IRRITAM-ME! IRRITAM-ME! IRRITAM-ME! IRRITAM-ME!

P.S.: Sim, estou muuuuiiiitttoooo sensível!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Mar Fala de Ti

Publicado por Desnorteada às 12:05 da tarde 0 comentários

Eu nasci nalgum lugar
Donde se avista o mar
Tecendo o horizonte
E ouvindo o mar gemer
Nasci como a água a correr
Da fonte

E eu vivi noutro lugar
Onde se escuta o mar
Batendo contra o cais
Mas vivi, não sei porquê
Como um barco à mercê
Dos temporais.

Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Que te levei ao mar quando te vi
Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Quem dele se perdeu
Assim que te perdi.

Vou morrer nalgum lugar
De onde possa avistar
A onda que me tente
A morrer livre e sem pressa
Como um rio que regressa
Á nascente.

Talvez ali seja o lugar
Onde eu possa afirmar
Que me fiz mais humano
Quando, por perder o pé,
Senti que a alma é
Um oceano.
Mafalda Arnauth / Tiago Torres da Silva

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Portas Fechadas...

Publicado por Desnorteada às 9:52 da manhã 1 comentários
Antes de mais, quero agradecer a todos os que por aqui vão passando, apesar deste blog estar "moribundo". Fica o meu sincero agradecimento!
Este é só um desabafo... mais um... daqueles à antiga! Ando há tanto tempo a gastar palavras noutro sítio, que me tenho esquecido de as utilizar em meu nome e de uma forma que me dá prazer. Eu adoro escrever e nem tenho explicação para o facto de não o fazer mais vezes, ou melhor, de não o publicar. O único motivo plausível foi a "invasão de privacidade" de que me senti alvo, quando muitas vezes me apercebia de que estavam a forçar a entrada num lugar que é só meu. Sentia-me mal... sentia-me nua e mal interpretada, porque raras são as vezes em que de facto as pessoas compreendem bem as nossas palavras e o sentido que lhes queremos dar... Ando cansada... esgotada... e zangada comigo, sobretudo comigo... E não fazem ideia o quanto eu odeio e me custa estar assim!

Nestes últimos dias, tenho andado a pensar e isso não é bom... Para quem me conhece bem sabe disso: pensar muito faz com que tenha noção dos meus erros, das minhas burrices e de todas as mentiras em que tenho vivido. A verdade é que quando passo por uma fase como esta, de reflexão, a única conclusão real a que chego é a de que com a verdade, pura e dura, apre(e)ndo sempre grandes lições e devo tirar partido disso. A mais recente [e partilho-a convosco não por gostar dela, mas por querer gritá-la com raiva] é a de que ando à procura de mim há demasiado tempo e tempos houve em que eu achei que me tinha encontrado, mas estava tão enganada... A razão dessa descoberta era pura ilusão... só eu a vi e só eu a vivi. E não percebo... não fui suficientemente importante para a conseguir, nem suficientemente inteligente para a detectar a tempo. O melhor é mesmo seguir caminho para um espaço só meu, onde não há o perigo de me ferir nem a sensação de perda que me consome o tempo inteiro. Podem achar que sou cobarde e que me estou a refugiar num medo estúpido, mas por enquanto as portas estão bem melhor fechadas...
P.S.: Por favor, aos que me conhecem, não interpretem mal as minhas palavras...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Arrepiante!

Publicado por Desnorteada às 12:02 da tarde 2 comentários

Quero um Obama só para mim...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Festival para Gente Sentada

Publicado por Desnorteada às 10:50 da manhã 1 comentários
Para um público que gosta de música e é exigente... Dias 13 e 14 de Fevereiro, no Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira... Para pôr na agenda! ;)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Flor de Verde Pinho

Publicado por Desnorteada às 11:09 da tarde 0 comentários
Eu podia chamar-te pátria minha
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.

Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.

Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.

Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração.

Manuel Alegre

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Bem bom

Publicado por Desnorteada às 11:24 da tarde 2 comentários

por Rui Reininho


Sempre gostei desta música... mas esta versão delicia-me! Que sirva de bússola para 2009... para o bem e para o mal... ;)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Publicado por Desnorteada às 5:03 da tarde 2 comentários

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Publicado por Desnorteada às 10:21 da manhã 0 comentários
Surpreende-me.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Publicado por Desnorteada às 12:58 da tarde 0 comentários
Hoje recebi um press todo bonitinho duma marca que não vou publicar (porque ninguém me paga para fazer publicidade!), que tinha uma frase muito interessante:

"Para conhecer um objecto tenho que conhecer não as suas propriedades externas mas todas as suas propiedades internas." Ludwig Wittgenstein in "Tratado Lógico-Filosófico

Acho que isto também se aplica (ou se deveria aplicar) às pessoas. Não nos enganaríamos tantas vezes!!!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

...

Publicado por Desnorteada às 11:17 da manhã 0 comentários

I know I should be more grateful
grateful for everything I have
And I know I should be less downfall
But unfortunately Iam just human
I'm in a big hole surrounded by fear
I'm in a deep dark hole
Deep enough for me to disapear
But should I go if earth the only place I know
All I know is I don't wantthis anymore
Livin' out life without nowhere what a distant is searching for

There are days where I would love to be somebody else
Days where I am fighting myself
There are days where I wish I would be a child again
And sometimes days where I wish they wouldn't last
Days where I wish I would be dead

Step back, stay away from me
Can't you respect that I only need my peace
These days I'm too weak to see
These days I'm all about me
I don't want to talk this out
Cause there are certain things we don't need to talk about
The silence in between will let you know what I mean
And each time I try to escape
I pray to go not to let me fake
And to take my doubts away
Hum hum....

There are days where I would love to be somebody else
Days where I am fighting myself
There are days where I wish I could be a child again
And sometimes days where I wish they wouldn't last
Days where I wish I would be dead....

These Days
Ayo

domingo, 23 de novembro de 2008

Este ano o Natal chegou mais cedo... :)

Publicado por Desnorteada às 5:44 da tarde 7 comentários

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Publicado por Desnorteada às 10:44 da tarde 0 comentários
Só...

domingo, 9 de novembro de 2008

Publicado por Desnorteada às 8:25 da tarde 1 comentários
(...) à procura, à procura do vento. Porque a minha vontade tem o tamanho de uma lei da terra. Porque a minha força determina a passagem do tempo. Eu quero. Eu sou capaz de lançar um grito para dentro de mim, que arranca árvores pelas raízes, que explode veias em todos os corpos, que trespassa o mundo. Eu sou capaz de correr através desse grito, à sua velocidade, contra tudo o que se lança para deter-me, contra tudo o que se levanta no meu caminho, contra mim próprio. Eu quero. Eu sou capaz de expulsar o sol da minha pele, de vencê-lo mais uma vez e sempre. Porque a minha vontade me regenera, faz-me nascer, renascer. Porque a minha força é imortal. (...)
José Luís Peixoto in Cemitério de Pianos
 

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