Old lock, old door
Old yard, overgrown
I'm up, up and gone
So long, so long
For now I love someone
Our love is a song
That we sing, that's been sung
By our parents and their parents
They swear it and we swear it now
Now we love someone
We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello"
I don't want no "I guess sos"
Just yeses or instead so long, so long
And you don't love no one
Because my wins are your wins
In the sleet, in the spring
And your losses are my losses when you're opposite me only
Now we love somebody
We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello! How are you? How are you? Hello!"
Holly Throsby
Nota:
Esta música faz parte do novo anúncio Sumol Bliss (que por sinal é um anúncio brilhante).
Só uma música consegue isto… um amor à primeira vista.
Now I Love Someone de Holly Throsby serve-me como um generico fraquinho para os dias cinzentos que tenho vivido.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Now I love Someone
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Estou oficialmente deprimida.
terça-feira, 16 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
...
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
«Silêncio e Tanta Gente» de Maria Guinot
terça-feira, 2 de junho de 2009
Ora aí está!
by Scooby
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Taça de Portugal
O F. C. Porto venceu a 14ª Taça de Portugal e conseguiu a sexta dobradinha (Bib'ó Porto, Carago!), calando muita gente que ficou sem argumentos para denegrir um clube. Dentro das 4 linhas, o ambiente foi pobre e, fora delas, o que valeu foram as cores azul, branco e amarelo. Apesar da envolvência do jogo ter sido um espectáculo de louvar, o Estádio Nacional não tem condições para receber um jogo de futebol: há ervas no meio dos bancos, insectos por todo o lado, lixo, não há casas de banho decentes, há bancos soltos (mesmo à mão de semear e susceptíveis de arremesso!), não transmite segurança absolutamente nenhuma e desrespeita o conforto no desporto.
Os jogos no Jamor são únicos, mas para continuar a receber gente terá de sofrer uma renovação, ou pelo menos, deverá ter uma manutenção irrepreensível. Quando ontem me sentei para ver o jogo, só tinha uma pergunta na cabeça: com 10 estádios construídos de raiz em POrtugal, novos, sem enchentes durante todo o ano, porque é que duas equipas do norte se têm de deslocar à capital para jogar num sítio onde ver um jogo de futebol é um sacrifício??
Lamentável!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Insulto ao Amor
O amor é o maior filho da puta à face da terra. É um falso, um embuste, um sacana da pior espécie. É o escroque que se embrenha em nós, que nos consome, que nos corrói, que se cola como uma lapa e que depois, quando nos queremos ver livre dele, recusa-se a ir. E não nos larga o coração e suga-nos até à alma.
O amor é tudo o que não se quer. Porque não dura sempre – e nós sabemos que ele não dura sempre e teimamos em idolatrá-lo. Enquanto dura, enquanto existe no ar, enquanto alimenta uma vida, finge-se de herói, de salvador, de deus da alegria. Mas anda a enganar-nos a todos. O amor é um Judas, um Robert Ford, é o vira-casacas que nos entrega aos bandidos, que nos espeta uma faca nas costas. É o cínico que se faz de amigo, de gajo porreiro, para que quando viremos costas nos atirar para a valeta.
Miguel Esteves Cardoso fez um dia o elogio ao amor. Ah! Ah! Só dá para rir. Elogiar o quê? O amor puro só serve para vender bilhetes de cinema, porque não há amor puro, porque se houvesse o amor puro venceria tudo, aguentaria embates com a força de um camião TIR, derrubaria fortalezas, esmagaria exércitos, mas não, o amor puro só faz isso no cinema, porque é nas telas e nos guiões que ele existe. Diz o Miguel que o amor é uma coisa e a vida é outra. Nisso tem razão. A vida é o que é, é o que nós fazemos dela, o amor não, o amor é um traste que quando se quer ir embora vai e não liga puto a quem o tratou bem, a quem acreditou nele, a quem lutou por ele – falso, Judas, cabrão de merda.
O amor é uma praga que se espalha e se impregna nos corações dos fracos, porque ele sabe que todos somos fracos e que todos queremos encher o coração com alguma coisa. Geralmente é com o amor, que chega de pantufas, pé ante pé, mergulha no quentinho do coração e tapa-se até às orelhas. E ali fica, como se fosse a coisa mais querida do mundo. Só que ele não dorme. Ele finge que dorme, porque - não sei se já disse - o amor é um falso, um paneleiro sem vergonha, que só nos quer conquistar para mostrar que é forte, que move marés, faz o sol brilhar e gera tempestades. E é isso que ele faz. Mostra-nos o sol, para logo de seguida nos espetar com um trovão nos cornos, que nos frita os miolos e nos manda desta para melhor.
O mundo está cheio de gente enganada, de gente infectada por esta doença mascarada de coisa fofinha, esta coisa que diz chamar-se amor. A esses, aos enganados, aos pobres coitados que pensam que ganharam o Euromilhões porque têm o coração cheio, só deixo um recado: não perdem pela demora. O amor só está à espera do melhor momento para vos fulminar. É no momento em que virarem costas, é no momento em que se mostrarem frágeis, é no momento em que derem o flanco, é aí, meus caros, que estão fodidos.
Porque noutra coisa o Miguel Esteves Cardoso tinha razão: o Amor é fodido.
by O Arrumadinho
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Desengano
1. Saída do erro ou do engano em que está.
2. Franqueza, sinceridade (que não deixa lugar a enganos).
desenganar - Conjugar
v. tr.
1. Tirar (a alguém) do engano.
2. Fig. Fazer perder a esperança.
3. Fazer claro a.
v. pron.
4. Sair do engano; conhecer a verdade.
5. Pop. Decidir-se.
in www.priberam.pt
sexta-feira, 15 de maio de 2009
«Se ele quisesse, éramos dois a querer!»

Minha Nossa Senhora... onde é que há disto para eu procurar. Compro já!

Estou completamente derretida!
P.S.: A frase do título é da autoria desse grande fotógrafo internacional Orlando Fonseca e o sr. que me faz feliz chama-se SAKIS ROUVAS E FOI VOTADO O HOMEM MAIS BONITO DO MUNDO!
sábado, 2 de maio de 2009
Her Morning Elegance
Sun been down for days
A pretty flower in a vase
A slipper by the fireplace
A cello lying in its case
Soon she's down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows
Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows
And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
Where people are pleasently strange
And counting the change
And She goes...
Nobody knows
Oren Lavie
quarta-feira, 29 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Farol de luz em tempo de crise(s)
Um "farol luminoso" no seio da "decepção" nacionalizada pode dar esta quarta-feira a Portugal "a notícia que todos esperamos há muito". Desenganem-se os cépticos. É um sportinguista que fala. Do Porto com FC grande. Do Porto que tem marca. (...)»
Este artigo do JN é delicioso. Podem ler o resto aqui.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Almost Lover
Your fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick
Well, I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left, you kissed my lips
You told me you would never, never forget
These images
No
Well, I'd never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do
I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine
Did I make it that
Easy to walk right in and out
Of my life?
[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should have known you'd bring me heartache
Almost lovers always do...
A Fine Frenzy
segunda-feira, 6 de abril de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Quase Perfeito
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
Donna Maria
(Miguel Rebelo, Letra: Miguel A. Majer)
quarta-feira, 11 de março de 2009
As minhas relações com as pessoas não são as melhores... acredito sempre que é possível receber tanto como dou e não é bem assim. Talvez o erro esteja em mim - por ser tão exigente com os outros como comigo - mas «c'um caraças» tantas vezes! Sou tudo aquilo que posso ser e, às vezes, até sou mais... desdobro-me em 50 esquecendo que como diz o povo: «o que é demais é erro!» e faço tudo e mais alguma coisa pelos outros [ainda!], quando nesta fase o que mais precisava era que alguém fizesse qualquer coisinha por mim. Preciso dos tais gestos, dos sorrisos, de um abraço daqueles que nunca mais se esquecem, de um beijo, de qualquer coisinha que me faça sentir eu novamente. Já percebi que todas as palavras do mundo não chegam e até já aprendi que mais vale calada e quieta do que a dizer aquilo que não quero ouvir - só para não saber aquilo que já sei mas que não quero, na verdade, saber...
Não aguento mais as distâncias inexplicáveis. Não aguento mais os silêncios impostos. Não aguento ser tão facilmente esquecida, ignorada e indiferente. As respostas que a vida me vai dando são tão duras, que não sei avaliar se não era melhor nem as ter - pelo menos, para não me sentir tão sozinha, tão incompreendida e não aceite por ninguém. Esta dor e raiva que tenho andado a guardar para mim - porque é melhor! - não é saudável. Esta impotência que sinto quando vejo que pensam que me estão a enganar e eu não estou a entender revolta-me de uma maneira que chego a ter medo de mim. Regra geral, sei sempre muito mais do que o que as pessoas pensam. A minha intuição não é simpática e isso magoa... muito! Estar sozinha numa batalha que se quer de mais alguns pode ser bom, mas também me vai transformando numa mulher que não quero ser. E esta é que é a verdade! Lamento...
domingo, 8 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Saudade...
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
Bot.,
nome de várias plantas dipsacáceas e das respectivas flores;
(no pl. ) lembranças afectuosas a pessoas ausentes;
(no pl. ) cumprimentos.
in www.priberam.pt
domingo, 1 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Balançar
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.
Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde~
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.
Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que partes
e volta a colar.
E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Mafalda Veiga
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Há artigos que valem mesmo a pena ler e reler...
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Banda Sonora Perfeita...
«Everywhere I'm turning
Nothing seems complete
I stand up and I'm searching
For the better part of me
I hang my head from sorrow
State of humanity
I wear it on my shoulders
Gotta find the strength in me
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Still when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
For all the mothers fighting
For better days to come
And all my women, all my women sitting here trying
To come home before the sun
And all my sisters
Coming together
Say yes I will
Yes I can
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman
When I'm breaking down
And I can't be found
And I start to get weak
Cause no one knows
Me underneath these clothes
But I can fly
We can fly, Oooohh
Cause I am a Superwoman
Yes I am
Yes she is
Even when I'm a mess
I still put on a vest
With an S on my chest
Oh yes
I'm a Superwoman»
Alicia Keys
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O Mar Fala de Ti
Eu nasci nalgum lugar
Donde se avista o mar
Tecendo o horizonte
E ouvindo o mar gemer
Nasci como a água a correr
Da fonte
E eu vivi noutro lugar
Onde se escuta o mar
Batendo contra o cais
Mas vivi, não sei porquê
Como um barco à mercê
Dos temporais.
Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Que te levei ao mar quando te vi
Eu sei que o mar mão me escolheu
Eu sei que o mar fala de ti
Mas ele sabe que fui eu
Quem dele se perdeu
Assim que te perdi.
Vou morrer nalgum lugar
De onde possa avistar
A onda que me tente
A morrer livre e sem pressa
Como um rio que regressa
Á nascente.
Talvez ali seja o lugar
Onde eu possa afirmar
Que me fiz mais humano
Quando, por perder o pé,
Senti que a alma é
Um oceano.
Mafalda Arnauth / Tiago Torres da Silva
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Portas Fechadas...
Nestes últimos dias, tenho andado a pensar e isso não é bom... Para quem me conhece bem sabe disso: pensar muito faz com que tenha noção dos meus erros, das minhas burrices e de todas as mentiras em que tenho vivido. A verdade é que quando passo por uma fase como esta, de reflexão, a única conclusão real a que chego é a de que com a verdade, pura e dura, apre(e)ndo sempre grandes lições e devo tirar partido disso. A mais recente [e partilho-a convosco não por gostar dela, mas por querer gritá-la com raiva] é a de que ando à procura de mim há demasiado tempo e tempos houve em que eu achei que me tinha encontrado, mas estava tão enganada... A razão dessa descoberta era pura ilusão... só eu a vi e só eu a vivi. E não percebo... não fui suficientemente importante para a conseguir, nem suficientemente inteligente para a detectar a tempo. O melhor é mesmo seguir caminho para um espaço só meu, onde não há o perigo de me ferir nem a sensação de perda que me consome o tempo inteiro. Podem achar que sou cobarde e que me estou a refugiar num medo estúpido, mas por enquanto as portas estão bem melhor fechadas...
