terça-feira, 15 de setembro de 2009

Publicado por Desnorteada às 11:38 da manhã 0 comentários

O Dança Comigo é um dos filmes da minha vida. O Patrick Swayze um dos meus actores preferidos. Hoje partiu! O céu ganhou mais uma estrela...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Publicado por Desnorteada às 9:13 da tarde 2 comentários
Tenho saudades, Bill
«Em 2002 escrevi um texto sobre um dos melhores analistas norte-americanos, que morreu no dia 11 de Setembro do ano anterior. Na altura, poucos foram os que leram esse artigo, publicado num pequeno fórum que estava a nascer. Hoje, 8 anos depois do trágico atentado, senti a vontade de voltar a publicar o artigo, homenageando Bill Meehan perante mais leitores. Relendo hoje o texto, não altero uma única vírgula ao que escrevi e é assim que ele vos é mostrado: Com as mesmas palavras, ideias e - sobretudo - sentimentos.
Ulisses Pereira - Caldeirão de Bolsa

11 de Setembro de 2001.Passam 30 minutos do meio dia quando a janela do MSN pisca no meu computador. Do outro lado do Atlântico, Bill escreve a mesma frase com que me cumprimenta todos os dias: "Hi Portuguese guy!".
Conheci Bill Meehan, "head trader" da corretora norte-americana Cantor Fitzgerald, através da troca de alguns mails sobre bolsa em 2000. Desde aí, as conversas sucederam-se e, mesmo sem nunca nos termos conhecido pessoalmente, uma Amizade forte tinha crescido.
Interrompo a minha conversa com ele para ir almoçar. A televisão está desligada e vou dando uma espreitadela ao computador pelo canto do olho, para ir controlando as cotações na nossa bolsa. O mercado está a ressaltar e eu tenho muitas posições longas abertas no nosso mercado, pelo que não posso perder de vista as cotações.
O mercado está calmo mas, de repente, uma onda de vendas assola a nossa Bolsa. Foi brusco demais para ser normal. Salto da cadeira, dirijo-me ao computador e as vendas continuam. Algo aconteceu, pensei eu. Rapidamente encontro na Internet a informação que um avião chocou contra uma das torres gémeas.
Ligo a televisão e os noticiários já estão a dar imagens do "acidente". "Bem... os mercados apanharam um susto com o acidente mas rapidamente recuperam", penso eu para os meus botões.
Vou continuando a seguir as imagens televisivas e a controlar as cotações que, pouco a pouco, vão recuperando quando, em directo, vejo um outro avião embater na outra torre. De imediato, a hipótese de atentado transforma-se em certeza para mim.
Sem hesitar, ligo para a corretora onde negoceio, na qual trabalha a minha irmã e mando vender todos os meus contratos no mercado de futuros. Do outro lado da linha, a minha irmã diz que é uma maluqueira vender tudo pois iria entregar os meus contratos muito abaixo do preço do mercado à vista.
"Vende de qualquer maneira!", grito eu perante a renitência dela em o fazer. É a primeira vez na vida que grito com a minha irmã. Não gostei da sensação. Mais logo, tenho que lhe pedir desculpa.
No entanto, uma sensação de alívio apodera-se de mim. Estou fora deste inferno e consegui sair sem grandes perdas. Estava tão embrenhado no ritmo do mercado que só agora começo a pensar na enorme tragédia humana que aconteceu.
De repente, paro para pensar uns instantes e lembro-me que o Bill trabalha numa das torres do World Trade Center. Salto de imediato para o teclado do meu computador e na janelinha que estava aberta com o seu nome pergunto-lhe se ele está lá. Nenhuma resposta obtenho. Repito incessantemente a mesma frase quase como se quisesse chamar por ele no meio daquele inferno. Nenhuma palavra vinha do lado de lá.
"Em que andar estará ele?. Será que conseguiu fugir do inferno de chamas em que se transformaram as duas torres?" Perguntas às quais não consigo obter resposta e que não param de ecoar na minha cabeça. De um momento para o outro, os números e os mercados deixaram de ter qualquer importância.
Ao fim da tarde, o site www.realmoney.com, no qual o Bill colaborava com os seus excelentes artigos, informa que Bill Meehan se encontrava no 105º andar da torre Norte do World Trade Center no momento do embate do primeiro avião e que se encontra desaparecido.
Era esta a notícia que eu mais temia. Estando ele nos últimos andares da torre Norte, teria sido impossível ele ter escapado com vida depois do primeiro embate. Bill morreu.
É a primeira vez que perco um Amigo que nunca vi. Mas nem o facto de nunca ter visto o seu sorriso, nunca o ter olhado nos olhos, o tornavam menos próximo de mim. Uma das coisas que aprendi com ele é que a distância só existe quando nós queremos e quando deixamos que as palavras se calem.
O Bill era uma pessoa especial. Como são especiais todos aqueles que nos são próximos. Nem o facto de ser um dos mais respeitados analistas americanos lhe retirava a simplicidade e a disponibilidade para trocar opiniões com quem o contactava. Foi assim que o conheci. Foi assim na última conversa que tivemos.
Não vos posso falar do sorriso dele. Não vos posso falar do olhar dele. Mas posso-vos dizer que tinha um coração do tamanho do mundo.
Começo a escrever a análise diária na Sic Online. Será, sem dúvida, o dia em que menos vontade tenho de escrever. O texto termina assim: "Alguém no cimo do mundo, no topo da sua carreira, de um momento para o outro perde a vida. Se hoje perdeu muito dinheiro nos mercados, lembre-se das coisas que o fazem feliz. Lembre-se daqueles que são verdadeiramente importantes para si. Há coisas na vida que não têm preço. Há dias em que falar de bolsa devia ser proibido.»
«Tenho saudades, Bill» foi um artigo publicado no Jornal de Negócios no passado dia 11 de Setembro de 2009. Ponho-o aqui pela força do artigo enquanto homenagem a uma das vítimas do atentado a Nova Iorque em 2001, mas também pela força que a internet tem nos dias que correm. Quantas amizades nascem a partir do MSN? Quantas histórias de amor nascem a partir deste fantástico mundo virtual? Muitos apelidam-no de fantasioso, mas quando as palavras são verdadeiras, não é por ser uma conversa à distância de um clique e por trás de um monitor, que é menos real que um encontro numa mesa de um café. Talvez seja mais fácil, talvez seja menos reconfortante, mas não deixa de ser um criador de laços e sentimentos. Como diz, Ulisses Pereira, o autor do artigo, «a distância só existe quando nós queremos e quando deixamos que as palavras se calem.»

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Das férias...

Publicado por Desnorteada às 10:59 da manhã 4 comentários
Ficou a ideia de que há momentos em que um mergulho (sem pensar muito no assunto) pode resolver muitas situações.

P.S.: A foto foi tirada nas Fisgas do Ermelo em Mondim de Basto

terça-feira, 8 de setembro de 2009

simples

Publicado por Desnorteada às 11:23 da manhã 0 comentários
adj. 2 gén. 2 núm.
adj. 2 gén. 2 núm.
1. Que não é composto.
2. Que não é complicado.
3. Sem ornatos nem enfeites.
4. De fácil interpretação.
5. Puro; claro.
6. Singelo; inocente.
7. Mero; natural.
8. Ingénuo; crédulo.
9. Vulgar.
10. Exclusivo.
11. Fácil.
12. Modesto.
13. Sem luxo.
14. Individuado.
15. Gram. Diz-se dos tempos dos verbos que se conjugam sem auxiliar.
s. 2 gén. 2 núm.
16. Pessoa simples, humilde.
s. m. pl.
17. Pop. Cimbres.Superl.: simplicíssimo.

in www.priberam.pt

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Publicado por Desnorteada às 5:56 da tarde 2 comentários
Quantas coisas perdemos por causa do medo de perder na vida?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

I’m back…

Publicado por Desnorteada às 2:49 da tarde 4 comentários
Tenho estado ausente. Problemas e mais problemas afastaram-me da internet e não só. Problemas e as férias. Nove dias de férias. Nove fantásticos dias. Não saí para lado nenhum, mas fiz tanta coisa que parece que estive num país bem longe… daqueles que nos deixam saudades de casa, dos amigos, da família. Confesso: já nem me lembrava como era bom tirar o máximo proveito do tempo. Soube bem VIVER… realmente bem!

Pelo sol que me deixou com uma cor espectacular. Pela água gelada do mar da praia da Azurara, Vila do Conde que me acalmou o corpo e a alma. Pelas ondas da praia do Furadouro. Pela água serena de Areas de Agra na Galiza. Pelas brincadeiras na piscina em Ponte de Lima. Pela água incrível das Fisgas do Ermelo. Pelas Lagoas de S. Pedro de Arcos percorridas de havaianas. Pelos passeios. Pela companhia. Pelos jantares. Pelas caipirinhas. Pelas minis. Pelo Paintball. Pelas gargalhadas. Pelas conversas. Pelos livros que consegui devorar. Pelas boas notícias que fui recebendo. Pela ausência imposta e confirmada. Pelas palavras sufocadas (e ainda bem!). Pelo «não-amor» que afinal não foi suficiente. Pelas saudades de mim. Pela coragem de lutar em não ficar aninhada, encolhida, em mim. Pelos amigos [verdadeiros]. Pelas ideias arrumadas. Por tudo… tudo… tudo… tudo o que consegui perceber nestes últimos dias, as baterias estão completamente recarregadas para um resto de ano que espero que traga muitas mudanças e novos projectos.

Fecha-se um ciclo. Abraça-se uma fase de tanta coisa e de coisa nenhuma. Venha o que Deus quiser! Já dizia Agostinho da Silva: «Não faças planos para a vida, pois podes estragar os planos que a vida tem para ti.»

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Publicado por Desnorteada às 11:29 da manhã 0 comentários
«É da natureza do amor -como Lucano observou há dois milénios e Francis Bacon repetiu muitos séculos depois - ser refém do destino.
No Banquete de Platão, a profetisa Diotima de Mantineia fez ver a Sócrates, com a sincera aprovação deste, que «o amor não se dirige ao belo, como pensa: dirige-se à geração e ao nascimento do belo». Amar é querer «gerar e procriar», e assim o amante «procura e ocupa-se a encontrar a coisa bela na qual possa gerar». Por outras palavras, não é ansiando por coisas prontas, completas e concluídas que o amor encontra o seu significado, mas no estímulo a participar da génese dessas coisas. O amor é congénere da transcendência; não é senão outro nome para o impulso criativo e, como tal, carregado de riscos, pois o fim de uma criação nunca é certo.
Em todo o amor há pelo menos dois seres, cada um deles a grande incógnita na equação do outro. É isso que faz o amor parecer um capricho do destino - aquele futuro estranho e misterioso, impossível de ser descrito antecipadamente, de ser realizado ou protelado, acelerado ou interrompido. Amar significa abrir-se ao destino, à mais sublime de todas as condições humanas, em que o medo se funde com o regozijo numa amálgama irreversível. Abrir-se ao destino significa, em última instância, admitir a liberdade no ser: aquela liberdade que se incorpora no Outro, o companheiro no amor. «A satisfação no amor individual não pode ser atingida... sem humildade, a coragem, a fé e a disciplina verdadeiras», afirma Erich Fromm - apenas para acrescentar adiante, com tristeza, que numa «cultura na qual são raras essas qualidades, atingir a capacidade de amar, será sempre, necessariamente, uma rara conquista.»
E assim é numa cultura consumista como a nossa, que favorece o produto pronto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea, resultados que não exijam esforços prolongados, receitas testadas, garantidas de seguro totale devolução de dinheiro. A promessa de aprender a arte de amar é a oferta (falsa, enganosa, mas que se deseja ardentemente que seja verdadeira) de construir a «experiência amorosa» à semelhança de outras mercadorias, que fascinam e seduzem exibindo todas essas características e prometem desejo sem ansiedade, esforço sem suor e resultados sem eforço.
Sem humildade e coragem não há amor. Estas duas qualidades são exigidas, em escalas enormes e contínuas, quando se ingressa numa terra inexplorada e por cartografar. E é esse território que o amor conduz quando se instala entre dois ou mais seres humanos.»
Zygmunt Bauman in Amor Líquido

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Pixar - Partly Cloudy (2009)

Publicado por Desnorteada às 12:43 da tarde 1 comentários

Das histórias mais bonitas que vi até hoje... eu adoro animação!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Da vida...

Publicado por Desnorteada às 4:56 da tarde 0 comentários
Hoje os meus avós fazem 54 anos de casados. Hoje esta data tem um sabor especial. Depois de um mês numa luta desenfreada com um grave problema de saúde, o meu avô deu o melhor presente de casamento à minha avó: regressou ontem a casa. Hoje os meus avós vão poder celebrar os 54 anos de uma vida conjunta... de uma vida partilhada e sincera. Hoje vamos poder brindar à cumplicidade, não só porque estão juntos... mas porque não sabem estar de outra forma. Para mim são, simplesmente, o amor!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

I'm free...

Publicado por Desnorteada às 4:23 da tarde 2 comentários
... to do what i want!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Poucas horas de sono...

Publicado por Desnorteada às 3:02 da tarde 0 comentários
... têm este efeito em mim.

Aqui entre nós, que ninguém «nos ouve», [Shiuuuuu] tenho mesmo de resolver este problema...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

This is my life!

Publicado por Desnorteada às 5:16 da tarde 2 comentários

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Apesar da raiva...

Publicado por Desnorteada às 5:04 da tarde 0 comentários
Quero dizer-te uma coisa simples: a tua
Ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não
Magoa, que se limita à alma; mas que não deixa,
Por isso, de deixar alguns sinais - um peso
Nos olhos, no lugar da tua imagem, e
Um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes
Tivessem roubado o tacto. São estas as formas
Do amor, podia dizer-te; e acrescentar que
As coisas simples também podem ser complicadas,
Quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade.
Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a
Realidade aproxima-me de ti, agora que
Os dias correm mais depressa, e as palavras
Ficam presas numa refracção de instantes,
Quando a tua voz me chama de dentro de
Mim - e me faz responder-te uma coisa simples,
Como dizer que a tua ausência me dói.


Nuno Júdice

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:16 da manhã 0 comentários
ACABOU!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Publicado por Desnorteada às 9:06 da tarde 0 comentários
Ontem um rato de esgoto foi pelo cano, hoje outro rato de esgoto «subiu ao trono»!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Now I love Someone

Publicado por Desnorteada às 4:55 da tarde 2 comentários

Old lock, old door
Old yard, overgrown
I'm up, up and gone
So long, so long
For now I love someone

Our love is a song
That we sing, that's been sung
By our parents and their parents
They swear it and we swear it now
Now we love someone

We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello"

I don't want no "I guess sos"
Just yeses or instead so long, so long
And you don't love no one
Because my wins are your wins
In the sleet, in the spring
And your losses are my losses when you're opposite me only
Now we love somebody

We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello! How are you? How are you? Hello!"
Holly Throsby

Nota:
Esta música faz parte do novo anúncio Sumol Bliss (que por sinal é um anúncio brilhante).

Só uma música consegue isto… um amor à primeira vista.

Now I Love Someone de Holly Throsby serve-me como um generico fraquinho para os dias cinzentos que tenho vivido.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Publicado por Desnorteada às 11:16 da tarde 2 comentários
Depois de pensar, pensar, pensar, pensar, pensar... cheguei a uma conclusão:

Preciso de miminhos!

Estou oficialmente deprimida.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:33 da tarde 2 comentários
Toda a gente me diz que mereço ser feliz... Pergunto: então porque raio é que isso não acontece?

terça-feira, 9 de junho de 2009

...

Publicado por Desnorteada às 3:50 da tarde 0 comentários
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar

Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou

Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar

Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão

Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer


Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou

«Silêncio e Tanta Gente» de Maria Guinot

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ora aí está!

Publicado por Desnorteada às 10:09 da manhã 0 comentários
«Mais um bocadinho e estamos todos a quinar :S!! Aiiiii...»
by Scooby
P.S.: Cliquem na imagem para ler o texto.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Taça de Portugal

Publicado por Desnorteada às 10:25 da manhã 1 comentários
Ontem estive no Jamor e, pela primeira vez, não quero lá voltar...
O F. C. Porto venceu a 14ª Taça de Portugal e conseguiu a sexta dobradinha (Bib'ó Porto, Carago!), calando muita gente que ficou sem argumentos para denegrir um clube. Dentro das 4 linhas, o ambiente foi pobre e, fora delas, o que valeu foram as cores azul, branco e amarelo. Apesar da envolvência do jogo ter sido um espectáculo de louvar, o Estádio Nacional não tem condições para receber um jogo de futebol: há ervas no meio dos bancos, insectos por todo o lado, lixo, não há casas de banho decentes, há bancos soltos (mesmo à mão de semear e susceptíveis de arremesso!), não transmite segurança absolutamente nenhuma e desrespeita o conforto no desporto.
Os jogos no Jamor são únicos, mas para continuar a receber gente terá de sofrer uma renovação, ou pelo menos, deverá ter uma manutenção irrepreensível. Quando ontem me sentei para ver o jogo, só tinha uma pergunta na cabeça: com 10 estádios construídos de raiz em POrtugal, novos, sem enchentes durante todo o ano, porque é que duas equipas do norte se têm de deslocar à capital para jogar num sítio onde ver um jogo de futebol é um sacrifício??

Lamentável!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Publicado por Desnorteada às 9:58 da manhã 2 comentários
Ontem o FC Barcelona fez-me feliz! ihihihihi

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Insulto ao Amor

Publicado por Desnorteada às 11:05 da manhã 3 comentários
Há algumas semanas que sigo o blog deste senhor! Hoje, não resisto a copiar-lhe o texto, não só porque a escrita é deliciosa, mas também porque é exactamente isto que queria ter conseguido pôr no papel.

O amor é o maior filho da puta à face da terra. É um falso, um embuste, um sacana da pior espécie. É o escroque que se embrenha em nós, que nos consome, que nos corrói, que se cola como uma lapa e que depois, quando nos queremos ver livre dele, recusa-se a ir. E não nos larga o coração e suga-nos até à alma.

O amor é tudo o que não se quer. Porque não dura sempre – e nós sabemos que ele não dura sempre e teimamos em idolatrá-lo. Enquanto dura, enquanto existe no ar, enquanto alimenta uma vida, finge-se de herói, de salvador, de deus da alegria. Mas anda a enganar-nos a todos. O amor é um Judas, um Robert Ford, é o vira-casacas que nos entrega aos bandidos, que nos espeta uma faca nas costas. É o cínico que se faz de amigo, de gajo porreiro, para que quando viremos costas nos atirar para a valeta.

Miguel Esteves Cardoso fez um dia o elogio ao amor. Ah! Ah! Só dá para rir. Elogiar o quê? O amor puro só serve para vender bilhetes de cinema, porque não há amor puro, porque se houvesse o amor puro venceria tudo, aguentaria embates com a força de um camião TIR, derrubaria fortalezas, esmagaria exércitos, mas não, o amor puro só faz isso no cinema, porque é nas telas e nos guiões que ele existe. Diz o Miguel que o amor é uma coisa e a vida é outra. Nisso tem razão. A vida é o que é, é o que nós fazemos dela, o amor não, o amor é um traste que quando se quer ir embora vai e não liga puto a quem o tratou bem, a quem acreditou nele, a quem lutou por ele – falso, Judas, cabrão de merda.

O amor é uma praga que se espalha e se impregna nos corações dos fracos, porque ele sabe que todos somos fracos e que todos queremos encher o coração com alguma coisa. Geralmente é com o amor, que chega de pantufas, pé ante pé, mergulha no quentinho do coração e tapa-se até às orelhas. E ali fica, como se fosse a coisa mais querida do mundo. Só que ele não dorme. Ele finge que dorme, porque - não sei se já disse - o amor é um falso, um paneleiro sem vergonha, que só nos quer conquistar para mostrar que é forte, que move marés, faz o sol brilhar e gera tempestades. E é isso que ele faz. Mostra-nos o sol, para logo de seguida nos espetar com um trovão nos cornos, que nos frita os miolos e nos manda desta para melhor.

O mundo está cheio de gente enganada, de gente infectada por esta doença mascarada de coisa fofinha, esta coisa que diz chamar-se amor. A esses, aos enganados, aos pobres coitados que pensam que ganharam o Euromilhões porque têm o coração cheio, só deixo um recado: não perdem pela demora. O amor só está à espera do melhor momento para vos fulminar. É no momento em que virarem costas, é no momento em que se mostrarem frágeis, é no momento em que derem o flanco, é aí, meus caros, que estão fodidos.

Porque noutra coisa o Miguel Esteves Cardoso tinha razão: o Amor é fodido.

by O Arrumadinho

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Desengano

Publicado por Desnorteada às 10:12 da manhã 1 comentários
s. m.
1. Saída do erro ou do engano em que está.
2. Franqueza, sinceridade (que não deixa lugar a enganos).

desenganar - Conjugar

v. tr.
1. Tirar (a alguém) do engano.
2. Fig. Fazer perder a esperança.
3. Fazer claro a.
v. pron.
4. Sair do engano; conhecer a verdade.
5. Pop. Decidir-se.

in www.priberam.pt

sexta-feira, 15 de maio de 2009

«Se ele quisesse, éramos dois a querer!»

Publicado por Desnorteada às 11:08 da manhã 3 comentários
Hoje, caiu na caixa de correio um e-mail que, vá... me faz suspirar de cada vez que o abro (e garanto-vos já abri este e-mail pelo menos umas 10 vezes...)



Minha Nossa Senhora... onde é que há disto para eu procurar. Compro já!



Estou completamente derretida!

P.S.: A frase do título é da autoria desse grande fotógrafo internacional Orlando Fonseca e o sr. que me faz feliz chama-se SAKIS ROUVAS E FOI VOTADO O HOMEM MAIS BONITO DO MUNDO!

sábado, 2 de maio de 2009

Her Morning Elegance

Publicado por Desnorteada às 9:07 da tarde 1 comentários

Sun been down for days
A pretty flower in a vase
A slipper by the fireplace
A cello lying in its case

Soon she's down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows

Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
Where people are pleasently strange
And counting the change
And She goes...
Nobody knows

Oren Lavie

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Publicado por Desnorteada às 2:41 da tarde 0 comentários
Há dias em que só nos apetece dizer três coisas:

«FO-DA-SE!»

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Farol de luz em tempo de crise(s)

Publicado por Desnorteada às 11:32 da manhã 1 comentários
«Lá fora, Portugal é reconhecido no mapa-múndi que cabe entre quatro linhas. E em três sílabas: fêcêpê.

Um "farol luminoso" no seio da "decepção" nacionalizada pode dar esta quarta-feira a Portugal "a notícia que todos esperamos há muito". Desenganem-se os cépticos. É um sportinguista que fala. Do Porto com FC grande. Do Porto que tem marca. (...)»


Este artigo do JN é delicioso. Podem ler o resto aqui.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Almost Lover

Publicado por Desnorteada às 10:51 da manhã 0 comentários

Your fingertips across my skin
The palm trees swaying in the wind
Images
You sang me Spanish lullabies
The sweetest sadness in your eyes
Clever trick

Well, I never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

We walked along a crowded street
You took my hand and danced with me
Images
And when you left, you kissed my lips
You told me you would never, never forget
These images

No

Well, I'd never want to see you unhappy
I thought you'd want the same for me

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should've known you'd bring me heartache
Almost lovers always do

I cannot go to the ocean
I cannot drive the streets at night
I cannot wake up in the morning
Without you on my mind
So you're gone and I'm haunted
And I bet you are just fine

Did I make it that
Easy to walk right in and out
Of my life?

[Chorus]
Goodbye, my almost lover
Goodbye, my hopeless dream
I'm trying not to think about you
Can't you just let me be?
So long, my luckless romance
My back is turned on you
Should have known you'd bring me heartache
Almost lovers always do...

A Fine Frenzy

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Publicado por Desnorteada às 10:50 da tarde 3 comentários
Sinto-me a gritar para dentro.
 

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