terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
...
Please don't say we're done
When I'm not finished
I could give you so much more
Make you feel, like never before
Welcome, they said welcome to the floor
It's been a while
And you've found someone better
But I've been waiting too long to give this up
The more I see, I understand
But sometimes, I still need you
Sometimes, I still need you
...
I was struggling to get in
Left waiting outside your door
I was sure
You'd give me more
No need to come to me
When I can make it all the way to you
You made it clear
You weren't near
Near enough for me
Heart skipped a beat
And when I caught it you were out of reach
But I'm sure, I'm sure
You've heard if before
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Do medo...
A causa principal de ambos é que não nos ligamos ao momento presente antes dirigimos o nosso pensamento para um momento distante e assim é que a capacidade de prever, o melhor bem da condição humana, se vem a transformar num mal. As feras fogem aos perigos que vêem mas assim que fugiram recobram a segurança. Nós tanto nos torturamos com o futuro como com o passado. Muitos dos nossos bens acabam por ser nocivos: a memória reactualiza a tortura do medo, a previsão antecipa-a; apenas com o presente ninguém pode ser infeliz!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Porque é bom recordar...
i've been looking so long at these pictures of
you that i almost belive that they're real i've
been living so long with my pictures of you that
i almost believe that the pictures are all i can
feel
remembering you standing quiet in the rain as
i ran to your heart to be near and we kissed as
the sky fell in holding you close how i always
held close in your fear remembering you
running soft through the night you were bigger
and brighter than the snow and
screamed at the make-believe screamed at the
sky and you finally found all your courage to
let it all go
remembering you fallen into my arms crying
for the death of your heart you were stone
white so delicate lost in the cold you were
always so lost in the dark remembering you
how you used to be slow drowned you were
angels so much more than everything oh hold
for the last time then slip away quietly open
my eyes but i never see anything
if only i had thought of the right words i could
have hold on to your heart if only i'd thought of
the right words i wouldn't be breaking apart all
my pictures of you
Looking So long at these pictures of you but i
never hold on to your heart looking so long for
the words to be true but always just breaking
apart my pictures of you
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to feel you deep in my heart
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to never feel the breaking
apart all my pictures of you
Pictures Of You, The Cure
domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Os meus concertos 2010... :p
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
My music...
Yes I understand that every life must end, aw huh,..
As we sit alone, I know someday we must go, aw huh,..
I’m a lucky man to count on both hands
The ones I love,..
Some folks just have one,
Others they got none, aw huh,..
Stay with me,..
Let’s just breathe.
Practiced are my sins,
Never gonna let me win, aw huh,..
Under everything, just another human being, aw huh,..
Yeh, I don’t wanna hurt, there’s so much in this world
To make me bleed.
Stay with me,..
You’re all I see.
Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see,..
No one knows this more than me.
As I come clean.
I wonder everyday
as I look upon your face, aw huh,..
Everything you gave
And nothing you would take, aw huh,..
Nothing you would take,..
Everything you gave.
Did I say that I need you?
Oh, Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see,..
No one know this more than me.
As I come clean.
Nothing you would take,..
everything you gave.
Hold me till I die,..
Meet you on the other side.
«Just Breathe», Pearl Jam
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Das manhãs...
*Sim, estraguei a poesia toda d' O Meu Lado B com a palavra pila... lamento! A verdade é que eu também digo pila e outras palavras feias de vez em quando...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Deixa-me Rir
Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa, do Sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Jorge Palma
... é que não tem nada a ver...
Tudo por um Beijo
Hoje, ouvi na Antena 3 o novo single do Jorge Palma. É uma música escrita para o filme «A Bela e o Paparazzo» de António-Pedro Vasconcelos, que estreia no próximo dia 21 de Janeiro. Chama-se «Tudo por um Beijo» e traz de novo o amor ao repertório de Palma. Ainda não parei de a cantarolar e o ritmo da música não me sai da cabeça, mas não consigo decidir se gosto dela ou não: é demasiado simples e eu gosto das complicações e ironias a que ele nos habituou…
«Eu não sei bem quem tu és
Sei que gosto dos teus pés
Do teu olhar atrevido
Tu baralhas-me a razão
Invades-me o coração
E eu ando um pouco perdido
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo
Adivinha onde eu cheguei
Desde o tempo em que roubei a tua privacidade
Fiz de ti lírio quebrado
Fera de gesto acossado, vendi a tua ansiedade
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo
E agora que estamos sós, vamos ser apenas nós
Dar a volta ao argumento
Vamos fugir em segredo
Sumir por entre o enredo, soltar o cabelo ao vento
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro de mundo»
Jorge Palma
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Adeus 2009, Olá 2010!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Das arrumações...
Estou de férias e fechei para balanço. Só volto à rotina em 2010 e até lá tenho de pôr a cabeça em ordem. Hoje, passei o dia em arrumações: tira roupa, põe roupa, rasga papel, arquiva documento, limpa gaveta, rasga papel, arquiva documento, organiza pastas, limpa, organiza, limpa, organiza, limpa, organiza... e soube bem. E no meio disso fui arrumando as ideias e as dúvidas e as incertezas, pondo o passado para trás das costas e o presente no meu caminho. Em 2010, prometo, a minha vida entra nos eixos... ou eu não me chamo Desnorteada. (Pensamento em voz alta: Queira Deus que eu não tenha que mudar de nome)! :Dquinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Olá Inverno!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sobre o Natal...
Quem me conhece sabe que não aprecio inteiramente esta época do ano. Aliás, as festas natalícias irritam-me um bocadinho. Ora são as musiquinhas do século XV que ecoam por todo o lado, ora a falta de educação das pessoas que se enervam nas filas que nunca mais acabam nos shoppings, lojas, ruas, onde calha... ora as mil e uma mensagens que recebemos muitas vezes de pessoas com quem não falamos há anos... enfim, para dizer a verdade, este espírito de Natal tira-me do sério. Por outro lado, há a parte da reunião da família, do bacalhau e as batatas cozidas regados com o azeite, os doces da época e os chocolates que nos caem no sapatinho, que pelo menos nos aquecem a alma. Come-se em demasia, é certo... mas também se ri bastante e isso é bom. [Principalmente quando se anda a combater uma recessão emocional!]quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Das saudades...
Acho que se fosse mais fria, falsa e má, tinha a minha vida facilitada em muitos aspectos, mas eu sou boa pessoa e tenho o perdão como uma das minhas maiores qualidades. Aqueles que amo podem fazer de mim um autêntico saco de boxe que mais cedo ou mais tarde eu irei ver as pancadas como demonstrações de carinho. Sim, é verdade, eu sou muito estúpida… E também me odeio por isso. Odeio com todas as minhas força a minha falta de coragem, todos os sentimentos e sensações contraditórias que tenho em mim, a amargura que sinto quando não tenho as respostas que quero ouvir.
Bem sei que não é fácil aceitar a realidade. Não é fácil que as pessoas se entendam umas às outras seja como for. Hoje, é tudo muito claro. Hoje sei que até as pessoas mais importantes das nossas vidas nem sempre aparecem para ficar. Hoje o tempo é suspenso e nada é como foi. «Se eu podia optar por acreditar num cenário diferente? Podia, mas não ia ser a mesma coisa!» Para quê??? Se as pessoas que mais quero me falham quando eu mais preciso. Porquê??? Se tudo o que mais desejo está longe de se concretizar. Esta sou eu, num dia mau, parada no tempo, com a cabeça e o coração vazios, testemunha da ausência de histórias e pessoas. Dói. Dói muito. E como ando há tempo demais a fugir, não consigo disfarçar. Eu sei que se torna mais fácil não pensar, para não sentir, mas hoje não quero. Não quero. Não quero. Ponto final.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dos sorrisos...
O sorriso respondeu: enganas-te, pois muitas vezes sou apenas o disfarce da tua dor.»
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Do concerto...
sweet oh luscious life
celebrate your dreams when you are away
doesn't it taste so sweet
like it's growing on oh growing on the trees
growing on the trees
when you pick me up off the ground
i'll slowly turn you from a frown
sweet oh luscious life
my sweet oh my sweet oh luscious life
you taste so sweet
when you are so free
my sweet oh luscious life you taste so sweet to me
Find More lyrics at www.sweetslyrics.com
hold time no need for the moment of the day
i celebrate i need i need today
one minute of the day
to celebrate
to let it be
to feel so free
when you and me
in a sweet luscious life
for a minute of day
you taste so sweet
Do concerto de sexta-feira no Sá da Bandeira, podia eleger vários momentos pela genialidade de Patrick Watson, mas porque Luscious Life do álbum Close to Paradise é uma das músicas da minha vida e porque a versão ao vivo me deixou sem palavras... escolhi-a para deixar aqui no meu cantinho.
Enjoy it!
domingo, 29 de novembro de 2009
Chorei baba e ranho no episódio da Anatomia de Grey quando a Meredith chegou a esta conclusão, que, hoje, percebo tão bem. Às vezes esqueço-me de mim em prol das circunstâncias e das pessoas que convivem comigo. Nem sei bem porque o faço e, de certa forma, raras são as vezes em que tenho consciência de que isso acontece. Há dias disseram-me que eu só escrevia aqui quando me sentia triste… pensando bem, é verdade que a inspiração e vontade em desabafar por palavras são maiores de coração apertado, mas escrevo também quando certas e determinadas «coisinhas» não me saem da cabeça. E é importante que certos momentos da vida nos façam parar para meditar e agir em direcção à felicidade, porque, no fundo, é disso que se trata: uma procura incessante por sorrisos autênticos e seguros, capazes de um bem-estar completo.
As mudanças nem sempre chegam para o bem, mas abrem-nos os olhos para aquilo que realmente desejamos e sabemos que nos faz bem. Disso não tenho dúvidas. Tenho passado muito tempo da minha vida à espera… a esperar pelo momento, pela pessoa certa, por qualquer coisa que nem sei ao certo o que é. E fico tão absorvida nessa expectativa que deixo as coisas passarem por mim e nem reparo. Ontem disseram-me que eu sou bonita e quase nem acreditei, porque o elogio me soou a falso, porque não é normal ser elogiada, porque me tenho esquecido de mim enquanto mulher. Realmente, há alturas na vida em que devemos reflectir e pensar nas mudanças que ela nos traz diariamente…
Tenho deixado que escolham o meu caminho, que tomem as decisões por mim. Sou uma mulher determinada e, às vezes, não me reconheço nas minhas acções, nas minhas palavras. As escolhas que tenho feito ou que tenho deixado que façam por mim são sempre com medo de perder aquilo que sonhei… e, hoje, sei que esta nem sempre foi / é a melhor saída, mas também não sei se não foi / é / será. Quantos sonhos se desfazem? Quantas ilusões se desvanecem? Quantas certezas se conseguem quando se vive o presente em pleno? E quantas dúvidas se transformam em fantasmas por não as esclarecermos? Gostava de ter a famosa bola de cristal e perguntar-lhe o que me reserva o futuro. Não que não esteja a ficar bem com o presente, mas gostava de saber por onde ir amanhã… se devo arriscar ou não o que tenho mesmo não sabendo se com isso vou conseguir o que me faz falta. Gostava de perguntar à bola de cristal o que fazer para não sentir esta dúvida tão asfixiante. Sempre. Todos os dias. Porque esta dúvida só me veio provar que «quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas.»
domingo, 22 de novembro de 2009
Da noite de ontem...
As the cheerless towns pass my window
I can see a washed out moon through the fog
And then a voice inside my head breaks the analogue
And says
"Follow me down to the valley below
You know
Moonlight is bleeding from out of your soul"
I survived against the will of my twisted folk
But in the deafness of my world the silence broke
And said
"Follow me down to the valley below
You know Moonlight is bleeding from out of your soul"
"My David don't you worry
This cold world is not for you
So rest your head upon me
I have strength to carry you"
(Ghosts of the twenties rising Golden summers just holding you)
"Follow me down to the valley below
You know
Moonlight is bleeding from out of your soul
Come to us Lazarus
It's time for you to go"
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Na ordem do dia...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Dos dias difíceis...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
We Can Do Anything...
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
We can go anywhere from here
Just as long as you’re near
Whenever I’m around you
It all seems so clear
If I wasn’t such a fool
I’d kiss your lips, my dear
We could be the future and the past
…Just as long as we can make it last
We could just let go, very slowly
Cause right now you’re filling my head
With so many silly questions
About human chemistry
They’re making me uneasy
And soft in my knees
When your heart is trying to tell you something
Not that far from the truth…just do it
And if you try to make the right decisions
based on what you’re made of…remember
We can do anything at all
Just as long as we stand tall
Mikkel Solnado
domingo, 8 de novembro de 2009
Das insónias...
domingo, 1 de novembro de 2009
Das decisões...
Tenho pensado nas perguntas que me consomem todos os dias e tentado encontrar a melhor solução para as respostas certas. Quanto tempo levarei a conseguir que no «meu jardim» fiquem apenas as flores? Quanto tempo levarei a retirar todas as raízes, ainda que tenha de cavar muito e muito fundo e revirar toda a terra do jardim? Quanto tempo levarei a querer cultivar de novo?
Eu já comecei a arrancar a última «erva daninha» do meu jardim e sei que muitas das raízes ainda estão lá… [e também sei que é um processo longo e que exige paciência!] Tenho de continuar a cavar, a escavar e a puxar para o bem do meu jardim e de quem o habita. Tenho de ter coragem para não desistir. Porque está na hora de arrancar para sempre a «erva daninha» do meu jardim… e sem a mínima hesitação!




