domingo, 27 de fevereiro de 2011
James Franco
Confesso: este homem deixa-me maluca. Posso mesmo dizer que James Franco seria capaz de me fazer feliz o resto da minha vida. Não sei se são os olhos, o sorriso ou aquele ar de menino rebelde que ele tem... há qualquer neste homem que me faz sonhar. É que para além de ser lindo, o moço tem talento... estou fascinada com o papel dele em 127 Horas. Hoje, numa notícia sobre os Óscares na SIC fiquei a saber que o menino tem descendência portuguesa: o seu avô nasceu na Madeira. Já estava a torcer por ele para mais logo, mas agora tenho ainda mais um motivo... 'Bora lá, Jamesinho! Arrasa!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Da sorte...
Não se pode viver o tempo todo com pontos de interrogação em cima da nossa cabeça... constantemente. Isso só nos faz mal! Eu sempre soube bem o que queria para mim, mas a vida tem-me falhado. Por mais que arregace as mangas e lute por aquilo que quero, não consigo alcançá-lo. É tão raro eu desistir das coisas! É tão difícil eu perceber que perdi, que já não há mais nada que possa fazer. Demora tanto tempo, a decisão de deixar tudo para trás. Demora e custa, mas quando acontece depois já não consigo fazer nada para mudar, a não ser pensar e pensar e pensar. Hoje, percebi que me começam a faltar as forças, o ânimo e tudo o que preciso para continuar. Eu não tenho uma bola de cristal para me mostrar como vai ser a minha vida daqui a um mês ou daqui a um ano, ainda que o que espero da vida seja algo que me faça feliz, mesmo não prevendo nada muito risonho. Por mais que o tempo passe e eu agarre as oportunidades intensamente, elas nunca se revelam satisfatórias… sabem sempre a pouco ou a quase nada. Arrisco até a dizer que eu própria sou uma oportunidade frustrada, não concretizada e não vivida. Não estou à espera que ninguém me dê aquilo que procuro, [feliz ou infelizmente já sei que tudo depende apenas de nós próprios], nem que as coisas me apareçam de mão beijada. Nunca foi assim nem prevejo que alguma vez o seja. É certo que assim quando consigo as coisas, dou-lhe muito mais valor, mas, foda-se, custa de caralho! Não me importava que os próximos dias me trouxessem algo de bom, algo que me animasse, algo que se revelasse uma boa dose de coragem. [Há tanto tempo que não recebo um miminho, um alento… uma surpresa...] Há momentos em que percebemos que temos mesmo de parar, de deixar que o tempo tome conta de nós e o destino resolva os nossos problemas. Esses momentos são quando sentimos que não dá mais, que não vale [ou valemos] sequer o esforço! E neste momento, não tenho mais nada em que me agarrar, nem para arranjar soluções para este vazio que me consome e me mata por dentro. Não consigo mais remar contra a maré. São tantos anos a quebrar medos, a saltar obstáculos, a fintar a tristeza, que me sinto a enfraquecer… que me sinto inútil… que me sinto impotente. Por agora, é tempo de fugir, de me encolher em mim e deixar que a vida fale por ela própria... sem que eu tente dar-lhe a volta... ou mudar-lhe o rumo. Como diz uma amiga: «São sortes»!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Dos últimos tempos...
A auto-estima é um estado de espírito, um oásis que deve ser procurado no território da emoção. Cada mulher, homem, adolescente e criança deveria ter um caso de amor consigo mesmo, um romance com a própria vida, visto que todos possuem uma beleza física e psíquica particular e única.
Augusto Cury
Descobri há uns meses que tenho um problema de auto-estima grave. Foi-me diagnosticado como um problema recente, mas logo, logo, foi fácil, detectá-lo como um problema de longa data. Acho que dificilmente o vou conseguir derrubar sozinha, sem ajuda e sem apoio. Sei que muitas das coisas que penso a meu respeito não fazem grande sentido... só que a razão versus emoção nem sempre leva a melhor. Por isso, tento em cada dia aprender algo que me faça acreditar que eu não sou um E.T., que no futuro vou ter as mesmas oportunidades que qualquer pessoa tem e que parte do que me aconteceu não foi culpa minha. Deveria gostar mais de mim. Deveria saber o que valho. Deveria, efectivamente, apostar na máxima de que a vida nem sempre nos sorri, mas faz parte de nós fazer-lhe cócegas. Deveria, eu sei... mas como? Como se volta a confiar depois de várias desilusões? Como se volta a querer dar de nós quando o que recebemos é muito pouco? Como encarar o futuro com um sorriso, se o passado e o presente são feitos de lágrimas? Como se volta a acreditar em nós?
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Do sentir...
« [...] The lovin is a mess what happened to all of the feeling?
I thought it was for real; babies, rings and fools kneeling
I thought it was for real; babies, rings and fools kneeling
And words of pledging trust and lifetimes stretching forever
So what went wrong? It was a lie, it crumbled apart
Ghost figures of past, present, future haunting the heart.»
P.S.: Era tudo tão mais fácil, se a vida fosse uma simples animação...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Do Dia dos Namorados...
Nunca achei grande piada ao dia. Para dizer a verdade, acho que é só mais um dia para as pessoas gastarem dinheiro. Vivemos numa era consumista e este dia só vem acentuar isso. Em 2007, tive de fazer um trabalho sobre este dia [na vida de um jornalista existem sempre uns fretes bem jeitosos!] e foi um sacrifício. O que eu sofri a fazer essa reportagem. Há dois anos, fui jantar com uma amiga num restaurante que quase parecia o universo dos corações, e puseram-nos uma vela na mesa... [Foi uma experiência muito engraçada!]. E histórias destas, tenho aos montes, sobretudo porque conheci muito mais anjinhos do que cupidos! Acho mesmo o Dia dos Namorados um dia parolo, bimbo, daqueles que só o amor podia engendrar. Um dia que só deveria ter algum significado para alguém que tenha algo para comemorar neste dia e não só porque sim. Enfim... Mas este ano, e eu que sempre o odiei, aqui, vos confesso, pela primeira vez na minha vidinha, que gostava de já ter vivido a experiência do dia 14 de Fevereiro. Mais, assumo que gostava de poder festejá-lo, de ter a quem dar um presente, de ter a quem escrever algo especial, acordá-lo com um beijo e fazê-lo sorrir, de ter alguém que me fizesse uma surpresa e me dissesse que gostava de mim e que me pusesse um sorriso de orelha a orelha e com um ar parvo durante o dia todo. Gostava, pronto! [Talvez um dia alguém me ache suficientemente importante para isso.]
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Das insónias...
Estou a perder a paciência. Não tenho conseguido pregar olho nas últimas noites. Por mais que tente, os olhos não fecham, o corpo não descansa e eu pareço uma zombie. Sempre tive muita dificuldade em dormir, mas já lá vão os tempos em que conseguia algo para fazer sem me sentir tão mal como agora. Faço de tudo para que o João Pestana chegue atempadamente e cumpra com o seu dever, mas não... putas das insónias vencem-no sempre! Eu leio, eu ouço música, eu bebo o cházinho de camomila [no qual o meu corpo está totalmente viciado], eu desligo o PC cedo, eu tento não pensar em nada... Tudo parece ser uma infalível possibilidade, mas nenhuma resulta. Putas das insónias. Rir sozinha porque me lembro, enquanto o sono não chega, da música do Quim Barreiros: «Tem noites que dá uma, tem noites que dá duas, tem noites que dá três... horas da madrugada.» também não é a solução. Aliás, é bem ridículo! O desespero leva a isto. Putas das insónias. Estar às voltas numa cama, sozinha, durante horas a fio não é propriamente algo que goste de fazer e fico fora de mim, com pouca vontade de fazer o que quer que seja e sem disponibilidade mental seja para quem for. Preciso de nomes, de dicas, de mezinhas, de qualquer coisa que me faça dormir pelo menos 5 / 6 horas seguidas. Any ideas?
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
365 Dias...
Hoje disseram-me que não tenho o direito de remexer no passado... que não tenho o direito de «meter o dedinho na ferida» outra vez. Mas como evitar se quando fecho os olhos, em silêncio, consigo ouvir a tua voz, ver o teu sorriso rasgado e sentir o toque da tua mão? Se ao menos eu soubesse que ainda te recordas de mim... que se eu te perdesse na memória, por inteiro, estarias disposto a fazer-te lembrar... que gostavas de saber se estou igual, se tenho o cabelo diferente, se estou mais magra ou mais gorda, se estou bem ou mal, se não parei de sorrir como pediste ou se ainda sou eu... tal e qual como conheceste e ensinaste tanto. Terás tu esta curiosidade de saber como poderia ser o nosso presente se tivéssemos ficado no passado? Talvez sejam apenas as saudades a falar mais alto.. não sei! Sei que me odeio por sentir ainda a tua falta e se pudesse não sentiria nada por ti nem sequer o vazio destes dias...
Deixei a vida fluir, pondo de parte o cansaço e a mágoa, esquecendo-me dos meus e dos teus defeitos, das minhas e das tuas qualidades, dos meus e dos teus objectivos e desafios, de como nos sentíamos bem um com o outro, etc, etc... e com o passar dos dias aprendi que viver sem sombras nem enganos, afinal, não é mau. Se eu pudesse, agarrava-te a mão e jamais a largava; levava-te para casa e, entre palavras e gestos, explicava-te por que é que naquele dia tive de decidir pelos dois; pedia-te para me amares com toda a tua alma e dedicação, como se não me fosses amar nunca mais, como se tudo acabasse numa hora. Se eu pudesse, esperava-te até à noite em que me sussurravas no ouvido que me querias, enquanto as tuas mãos entravam por baixo da minha roupa e me tocavam... e deixavas-me tirar-te a tua para te poder beijar a pele e fazer nela o início de uma nova história. Se eu pudesse, não hesitava: pedia-te para me fazeres esquecer isto que me mata por dentro e me faz entristecer, todos os dias, um bocadinho mais. Se eu pudesse, fazia com que o silêncio perdurasse, porque nada que disséssemos poderia descrever inteiramente o momento. Se eu pudesse, obrigava-te a acreditar que isto um dia seria possível e, de olhos fechados, obrigar-nos-ia a sorrir sobre o ontem, o hoje e o amanhã. Se eu pudesse... celebrava todos os dias por nos saber felizes... juntos. Se eu pudesse ignorava estes 365 dias e tentava tudo de novo. Mas não posso e, mais do que isso, não devo...
Deixei a vida fluir, pondo de parte o cansaço e a mágoa, esquecendo-me dos meus e dos teus defeitos, das minhas e das tuas qualidades, dos meus e dos teus objectivos e desafios, de como nos sentíamos bem um com o outro, etc, etc... e com o passar dos dias aprendi que viver sem sombras nem enganos, afinal, não é mau. Se eu pudesse, agarrava-te a mão e jamais a largava; levava-te para casa e, entre palavras e gestos, explicava-te por que é que naquele dia tive de decidir pelos dois; pedia-te para me amares com toda a tua alma e dedicação, como se não me fosses amar nunca mais, como se tudo acabasse numa hora. Se eu pudesse, esperava-te até à noite em que me sussurravas no ouvido que me querias, enquanto as tuas mãos entravam por baixo da minha roupa e me tocavam... e deixavas-me tirar-te a tua para te poder beijar a pele e fazer nela o início de uma nova história. Se eu pudesse, não hesitava: pedia-te para me fazeres esquecer isto que me mata por dentro e me faz entristecer, todos os dias, um bocadinho mais. Se eu pudesse, fazia com que o silêncio perdurasse, porque nada que disséssemos poderia descrever inteiramente o momento. Se eu pudesse, obrigava-te a acreditar que isto um dia seria possível e, de olhos fechados, obrigar-nos-ia a sorrir sobre o ontem, o hoje e o amanhã. Se eu pudesse... celebrava todos os dias por nos saber felizes... juntos. Se eu pudesse ignorava estes 365 dias e tentava tudo de novo. Mas não posso e, mais do que isso, não devo...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Beth Gibbons e os seus mistérios...
Este menino lembrou-se de me passar esta senhora [que eu adoro]. Vai daí que, ontem, me lembrei de pôr o CD a tocar no meu carro para uma viagem relaxada. O resultado??? Uma viagem repleta de baba e ranho e lembranças e sei lá mais o quê. Não sei que efeito a Beth Gibbons tem em mim, mas este Mysteries e as outras 10 faixas foram como se tivesse tomado um medicamento e tivesse sofrido todos os efeitos secundários de uma só vez. Não queiram nem imaginar como cheguei a casa! Menphis, devias ter-me entregue o CD com manual de instruções, do género: «cuidado a ouvir... pode ser que os sentimentos fiquem à flor da pele!» Peço-te: da próxima vez não te esqueças desse factor. Para todos vocês apenas um «Enjoy It!».
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mas porquê????
Ia jurar que te vi esta manhã. Mas como é possível? E logo ali onde passo sempre... mais do que uma vez por dia. Foi estranho. E que sentimento será este que ainda me deixa sem palavras, sem reacção e sem vontade de fazer o que quer que seja? Ia jurar que eras mesmo tu. Ias acompanhado, em passo acelerado, de mãos dadas, como se, os dois, estivessem à procura de um número de uma porta. Que estarias tu a fazer por cá? Não acredito que depois de tanto tempo, o meu estado de espírito se deixe perturbar com a tua «ausência - presença». Ou que o meu coração ainda possa sequer lembrar-se de alterar o batimento cardíaco por ti. Não acredito. Reconheceria esse batimento e o que senti naquele momento não foi bem o mesmo. Talvez tenha sido uma ilusão parva... não sei. Sei que estavas ali... com todos os pormenores, que tão bem te caracterizam, e que eu jamais esquecerei. Sei que te vi... que tropeçamos sem contar um no outro... e que me fizeste regressar ao passado. Muito obrigadinha!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Coisas...
Há muito que ouço várias mulheres queixarem-se por não ser como gostariam. Ora se queixam por serem magras, ora por serem gordas, umas por serem altas, outras por serem baixas, umas por serem bonitas, outras por serem feias, e disso lhes perturbar o percurso de vida e seus relacionamentos. Sim, eu também faço parte desse grupo... Sinceramente, eu nunca gostei que olhassem para mim como se me estivessem a despir com os olhos. Eu, que até sou uma pessoa extrovertida, fico sem jeito quando me observam atentamente em busca de descobertas pouco óbvias. Não gosto de sentir que estou a ser invadida ou analisada, até porque adoro que me façam sentir livre e descontraída. Tenho dificuldades, [desde que sei que sou gente!], em lidar com a minha altura, o meu corpo, a minha imagem - factor importantíssimo nos dias que correm, como muitos dizem. E esta insegurança já me valeu alguns dissabores. Eu sou baixinha, tenho os pés e as mãos pequeninas, sou gordinha e não tenho a cara de uma Angelina Jolie, mas nada disso me deve fazer sentir menos do que qualquer outra mulher. [Pssst, Psssst... Repito todos os dias esta máxima quando me olho ao espelho para acreditar mesmo nisto! Schiuuuu...] Morro de vergonha quando me olham ou quando me elogiam, porque me habituei a sentir-me menos que as outras mulheres e sempre foi mais fácil desvalorizar-me. Hoje sei que não é bem assim. Ou pelo menos, já não penso assim tantas vezes. Tenho as mãos pequeninas, [e daí???], são delicadas, bem desenhadas e bem tratadas; tenho os pés pequeninos, [e daí???], dentro de umas sandálias com uma cor irresistível nas unhas até parecem «normais»; sou baixinha, [e daí???], como diria um amigo meu: «deitados somos todos iguais!»; sou gordinha, [e daí???], se quiser, levo a dieta certinha e direitinha e recomeço o exercício físico [aliás, em sonhos já ando a correr todos os dias, a fazer localizada e a fazer uma alimentação «super-hiper-mega» saudável] e posso ficar menos gordinha; tenho um cabelo aos caracóis que nem sempre ficam definidos, [e daí???], posso sempre usá-lo liso ou preso ou aos caracóis de forma rebelde; tenho os dentes afastados, [e daí???], é só uma das minhas características, que por acaso até torna o meu sorriso original... E, para além disto, sou inteligente, meiga, amiga, companheira, simpática, divertida, etc, etc, etc... [Psst... Isto também faz parte da máxima que repito todos os dias quando me olho ao espelho para acreditar mesmo nisto! Schiuuuu] Tenho isto e aquilo e sou assim ou assado, não importa... caramba! Fernando Pessoa dizia «sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura» e não é que ele, como sempre, tem razão?! Não importa se há dias em que é difícil acreditarmos em nós desde que saibamos que não passa de alguns dias. Não importa quando «aquela» pessoa não nos reconhece qualidades e não nos faz sentir a pessoa mais especial à face da Terra, se soubermos que, mais cedo ou mais tarde, vamos perceber que só faz falta quem nos conhece cada cantinho nosso, cada defeito, cada pormenor e não se importa que não sejamos perfeitas. Não, não importa nada disto... a não ser nós mesmas e o nosso bem-estar. Wake up, girls!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Casa nova... [ainda em construção]
Quando resolvi mudar o template d'O Meu Lado B[log], nunca pensei que iria ser tão difícil. Nunca foi. Escolhido o template, com toda a paciência e o tempo que uma operação destas exige, comecei a nova decoração deste lugar. Enfim... as coisas não estão a correr bem e eu estou chateada. Mesmo muito chateada! Não aparecem as datas e não aparecem os créditos dos post's... já fiz de tudo! Até já me atrevi a mexer na linguagem html, mas parece que o blogger não quer que seja este o template escolhido... Não vou desistir, porque sou uma mulher persistente, mas que isto me está a dar cabo dos nervos, está! Se alguém me puder ajudar, agradeço...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Joanna Newsom
Foi o meu primeiro concerto de 2011. Arrisco dizer que foi um dos concertos de 2011... Muito, muito bom!
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Como dizer... quando o dia começa de forma estranha e temos medo de como ele pode acabar, podemos dizer que estamos a ter um dia de m****!??
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Onde estás, «amigo»?
Breathe Me
Help, I have done it again
I have been here many times before
Hurt myself again today
And, the worst part is there's no-one else to blame
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I'm needy
Warm me up
And breathe me
Ouch I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found,
Yeah I think that I might break
I've lost myself again and I feel unsafe
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I'm needy
Warm me up
And breathe me
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I'm needy
Warm me up
And breathe me
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Bem-vindo 2011! :*
Por hábito, nos últimos dias do ano, eu fecho-me nas minhas ideias e relembro os bons e maus momentos dos 365 dias que estão em fase de conclusão. E, em jeito de balanço, procuro seguir na melhor das direcções. [Nem sempre o consigo, mas vale a pena tentar…] Cada um de nós tem o seu lugar [ou lugares] especial(ais) e eu, salvo rara excepção, submeto-me sempre onde me sinto eu mesma… sem medos… sem grandes acomodações. [Também aqui nem sempre acertadamente…] Posso dizer que 2010 foi um ano caricato, não só pelo seu conteúdo, mas também pelo seu final. No ano em que completei 30 anos é difícil fazer, apenas, o balanço do ano... o mais fácil é fazer o balanço de uma vida.
Sigo num estrada, sozinha, [há demasiado tempo até], onde caminham eu e um fantasma, alternando os passos entre uma perseguição e uma fuga consentida. Brinco com o passado, todos os dias, como se ele fosse o presente. Acordo, luto, danço, sorrio, choro, abraço, beijo, corro, durmo, pulo, grito, escrevo, falo, vivo e encolho-me, fechando cada círculo como se o meu passado, afinal, fosse um conjunto de casos perdidos. Apago-os no tempo. [Ou pelo menos tento!], como se tivesse parada no momento em que disse adeus, como se o vazio afinal preenchesse, completasse, construísse. E não sei ser de outra maneira. Não adianta. Mesmo que ninguém o entenda. Mesmo que me queiram mudar. Mesmo que esteja errada...
Às vezes, esqueço-me de quem sou, do meu valor, da pessoa especial que tenho em mim. Esqueço-me porque só vejo as coisas más, porque só fixo o que não me faz bem, porque guardo as migalhas que me têm oferecido, quando eu mereço o mundo. A verdade, também, é que quando olho para trás e me apercebo do que já conquistei na vida, do que já fiz nestes 30 anos, do que já senti, já disputei, já vivi, o meu coração quase não cabe no peito. Às vezes, duvido de mim, não confio nas minhas qualidades, nos meus sentimentos, no meu bom interior... e berro, e enfureço-me, e revolto-me, principalmente, contra os que eu mais amo. Esqueço-me que a vida nem sempre nos corre de feição e que faz parte dela a mágoa, a tristeza, a mentira e tudo aquilo que não gostamos de sentir. As desilusões fazem e hão-de fazer sempre parte do meu caminho. E devo, para não me atraiçoar, olhar para elas como ensinamentos e antídotos para situações semelhantes, para olhar para dentro de mim e ficar a pensar onde podia ter agido de maneira diferente e em que é que podia ter sido melhor… Quer encontre ou não resposta para isso!
O mundo lá fora [de mim] quer ferir-me. Tenho-me habituado a embrulhar uma manta em meu redor e esquecer que devo enfrentá-lo, como sempre soube fazer e me caracteriza [tão bem]! Estas lutas que surgem do nada, e que me levam ao tapete tantas vezes, é que me mostram a força que trago em mim. Ando um pouco farta de sonhar, de desejar e não ter, de nunca saber o que vai ser o amanhã. Confesso. Depois de tantas palavras e de toda a espera, é fácil ficar sem armas e sem forças. Mas… [há sempre um mas…] sobra-me a certeza de que há ainda muito por dizer e por fazer, apenas porque os sonhos nunca se perdem, mesmo quando se gastam com a erosão do tempo e do silêncio.
2010 ofereceu-me um monte de coisas boas: muitos sorrisos, muita música, muitos abraços, muitas conversas, dias marcados pela genuidade do sentir e o projecto da minha vida. Mesmo assim, foi bom virar a página. Foi um ano excessivamente cansativo. Por sorte, como já me tinham dito, ficamos mais sábios com a idade e os 30 trouxeram-me uma enorme clarividência. [Não, não sou perfeita. Longe disso, aliás. Sou mau feitio que chegue, fervo em pouca água e fico fora de mim com injustiça e ingratidão. Não me calquem nem façam de mim «gato-sapato», porque conhecem uma mulher completamente diferente.] Foi um ano esgotante, mas necessário... um ano de várias descobertas!
Dizem que nada na vida acontece por acaso, que cada pessoa que conhecemos deixa uma lembrança, uma marca… e eu acredito plenamente nisto. Não sou indiferente ao que me rodeia. Nunca. Nem às pessoas em quem vou tropeçando. Principalmente aos que me conhecem cada detalhe, me lêem o corpo e a alma, me sentem, bem ou mal, mesmo longe. O tempo passa, a saudade fica. 2011 está aqui… Para ser vivido, aproveitado intensamente, com toda a paciência e sabedoria que fui apre(e)ndendo durante estes anos todos… e eu não faço conta de desperdiçar tal dádiva. As estrelas dizem que este é o «meu» ano. Eu quero acreditar que sim, que vou conseguir tudo o que quero… Dêem-me as mesmas cartas, os mesmos trunfos, as mesmas oportunidades e o jogo será limpo e a vitória garantida… ;)
Sigo num estrada, sozinha, [há demasiado tempo até], onde caminham eu e um fantasma, alternando os passos entre uma perseguição e uma fuga consentida. Brinco com o passado, todos os dias, como se ele fosse o presente. Acordo, luto, danço, sorrio, choro, abraço, beijo, corro, durmo, pulo, grito, escrevo, falo, vivo e encolho-me, fechando cada círculo como se o meu passado, afinal, fosse um conjunto de casos perdidos. Apago-os no tempo. [Ou pelo menos tento!], como se tivesse parada no momento em que disse adeus, como se o vazio afinal preenchesse, completasse, construísse. E não sei ser de outra maneira. Não adianta. Mesmo que ninguém o entenda. Mesmo que me queiram mudar. Mesmo que esteja errada...
Às vezes, esqueço-me de quem sou, do meu valor, da pessoa especial que tenho em mim. Esqueço-me porque só vejo as coisas más, porque só fixo o que não me faz bem, porque guardo as migalhas que me têm oferecido, quando eu mereço o mundo. A verdade, também, é que quando olho para trás e me apercebo do que já conquistei na vida, do que já fiz nestes 30 anos, do que já senti, já disputei, já vivi, o meu coração quase não cabe no peito. Às vezes, duvido de mim, não confio nas minhas qualidades, nos meus sentimentos, no meu bom interior... e berro, e enfureço-me, e revolto-me, principalmente, contra os que eu mais amo. Esqueço-me que a vida nem sempre nos corre de feição e que faz parte dela a mágoa, a tristeza, a mentira e tudo aquilo que não gostamos de sentir. As desilusões fazem e hão-de fazer sempre parte do meu caminho. E devo, para não me atraiçoar, olhar para elas como ensinamentos e antídotos para situações semelhantes, para olhar para dentro de mim e ficar a pensar onde podia ter agido de maneira diferente e em que é que podia ter sido melhor… Quer encontre ou não resposta para isso!
O mundo lá fora [de mim] quer ferir-me. Tenho-me habituado a embrulhar uma manta em meu redor e esquecer que devo enfrentá-lo, como sempre soube fazer e me caracteriza [tão bem]! Estas lutas que surgem do nada, e que me levam ao tapete tantas vezes, é que me mostram a força que trago em mim. Ando um pouco farta de sonhar, de desejar e não ter, de nunca saber o que vai ser o amanhã. Confesso. Depois de tantas palavras e de toda a espera, é fácil ficar sem armas e sem forças. Mas… [há sempre um mas…] sobra-me a certeza de que há ainda muito por dizer e por fazer, apenas porque os sonhos nunca se perdem, mesmo quando se gastam com a erosão do tempo e do silêncio.
2010 ofereceu-me um monte de coisas boas: muitos sorrisos, muita música, muitos abraços, muitas conversas, dias marcados pela genuidade do sentir e o projecto da minha vida. Mesmo assim, foi bom virar a página. Foi um ano excessivamente cansativo. Por sorte, como já me tinham dito, ficamos mais sábios com a idade e os 30 trouxeram-me uma enorme clarividência. [Não, não sou perfeita. Longe disso, aliás. Sou mau feitio que chegue, fervo em pouca água e fico fora de mim com injustiça e ingratidão. Não me calquem nem façam de mim «gato-sapato», porque conhecem uma mulher completamente diferente.] Foi um ano esgotante, mas necessário... um ano de várias descobertas!
Dizem que nada na vida acontece por acaso, que cada pessoa que conhecemos deixa uma lembrança, uma marca… e eu acredito plenamente nisto. Não sou indiferente ao que me rodeia. Nunca. Nem às pessoas em quem vou tropeçando. Principalmente aos que me conhecem cada detalhe, me lêem o corpo e a alma, me sentem, bem ou mal, mesmo longe. O tempo passa, a saudade fica. 2011 está aqui… Para ser vivido, aproveitado intensamente, com toda a paciência e sabedoria que fui apre(e)ndendo durante estes anos todos… e eu não faço conta de desperdiçar tal dádiva. As estrelas dizem que este é o «meu» ano. Eu quero acreditar que sim, que vou conseguir tudo o que quero… Dêem-me as mesmas cartas, os mesmos trunfos, as mesmas oportunidades e o jogo será limpo e a vitória garantida… ;)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
...não somos seres suspensos em bolas de sabão, que vagueiam felizes pelos ares; nas nossas vidas há um antes e um depois, e esse antes e esse depois são uma ratoeira para os nossos destinos, pousam-se sobre nós como uma rede se pousa sobre a presa. [...] O destino possui todo o poder e o esforço da vontade não passa de um pretexto. [...] Quando o caminho atrás de ti é mais comprido do que o que tens à tua frente, vês uma coisa que nunca tinhas visto antes: o caminho que percorreste não era a direito mas cheio de encruzilhadas, a cada passo havia uma seta que apontava para uma direcção diferente; dali partia um atalho, de acolá um carreiro cheio de ervas que se perdia nos bosques. Alguns desses desvios fizeste-os sem te aperceberes, outros nem sequer os viste; não sabes se os que não fizeste te levariam a um lugar melhor ou pior; não sabes, mas sentes pena. Podias fazer uma coisa e não fizeste, voltaste para trás em vez de seguir em frente. [...] E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai para onde ele te levar.
Susanna Tamaro in Vai aonde Te leva o Coração
Susanna Tamaro in Vai aonde Te leva o Coração
sábado, 11 de dezembro de 2010
Nas questões do coração nem sempre vemos que o copo está meio cheio, temos tendência para o ver sempre meio vazio. Há muito que o meu coração se queixa desta espécie de desocupação. Não sei que lhe diga... não sei mesmo. Eu sei que me vêem sempre como o «princípio do fim» de alguma coisa... E é bem capaz, porque tudo o que toco, o que conheço, o que me entrego, acaba por desaparecer. Mais cedo ou mais tarde. Não há volta a dar. Eu revelo-me sempre «o princípio do fim» de um ciclo para uma nova etapa da vida. Este papel eu represento como ninguém! Sem quaisquer dúvidas, nem resto de mágoas. Esta é a verdade! Finalmente, percebo para o que sirvo: uma rampa de lançamento para um novo [ou velho] estado de espírito; um trampolim para dias sonhados e desejados; uma viagem para algo que se julga melhor. Ao meu coração, tento dizer que é o amor que nos completa, mas é a amizade que nos faz feliz. Ainda que ele não entenda o porquê deste «quase não-direito» ao sossego emocional, hoje está num estado de serenidade profunda, aceitando, apenas, que há coisas para as quais não há explicação. Pela primeira vez, em muito tempo, eu sinto que o copo pode efectivamente estar meio cheio...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
«A Pele que há em Mim»*
Quando o dia entardeceu... E o teu corpo tocou... num recanto do meu... Uma dança acordou... E o sol apareceu... De gigante ficou... Num instante apagou... O sereno do céu... E a calma a aguardar lugar em mim... O desejo a contar segundo o fim. Foi num ar que te deu... E o teu canto mudou... E o teu corpo do meu... Uma trança arrancou... E o sangue arrefeceu... E o meu pé aterrou... Minha voz sussurrou... O meu sonho morreu...
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
«A Pele que há em Mim»
Márcia
domingo, 21 de novembro de 2010
Ao Meu Amor...
Nos últimos dias tudo se alterou em mim. Tenho medo de ter deixado de ser quem era. Sinceramente, complicou-se ainda mais o esquema de evolução. Nunca te percebi e ainda não te percebo. Tens sido muito injusto comigo. Tanto te aproximas como te esquivas. Estás e não estás, dás e tiras, surges e desapareces. É sempre assim. No início tudo bate demasiado certo, depois tudo se revela falso. Nunca mais terei qualquer certeza a teu respeito. E talvez tenha que ser mesmo assim: saber e não saber; gostar e não gostar; ou gostar e não querer; ou querer gostar como dantes e já não ser capaz. Não sei se por isto, se por alguma coisa que não tem explicação, quando te manifestas a batida do meu coração já não acelera. É verdade que eu acho que preciso de mais dor do que a que poderia aceitar dentro de mim. Assim me vingo pelas antigas inquietações. Ou talvez não.
*«O Meu Amor» foi escrito para a peça Ópera do Malandro de Chico Buarque e neste vídeo tem uma das mais belas interpretações de sempre... e um hino ao maior e mais desejado sentimento...
[O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz]
Como gostava de ter sido eu a escrever uma coisa destas. Como gostava de saber pôr em palavras um sentimento assim. Ao meu amor?! O meu amor, eu não sei definir. O meu amor, eu não sei onde e como está. Ao meu amor, apenas posso dizer que, até hoje, tem sido uma merda...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
...
Todos os dias, pelo menos durante duas horas, fico sozinha com o meu carro. As viagens, que no princípio me custavam, têm sido muito gratificantes... diria até, que se têm revelado uma boa bússola entre o passado, o presente e o futuro. [Ainda me lembro do medo que tinha em conduzir! :D] As estradas que percorro, que descubro, que faço tantas vezes sem olhar as paisagens, são sinónimo de aventuras e desventuras interiores, onde me encontro e desvendo os mistérios que me assombram, as minhas vocações e as minhas limitações, as minhas obrigações e as minhas lembranças, aprendo a conhecer melhor as pessoas e a mim mesma, por dentro e por fora. Foi numa dessas viagens diárias que ele se mostrou. Que o senti. Hoje, tive a confirmação: «tens um ser estranho no teu corpo!», ouvi. Já não bastava eu ser estranha, agora tenho de conviver com um «ser estranho» dentro de mim, pensei eu!? Enfim… Seguem-se os dias de vigilância, para ver se este ser que não foi convidado dá o ar da sua graça. Eu acredito que não! Acredito que vou ter de partilhar o meu corpo com ele para o resto da minha vida, mas… a ver vamos. Pelo menos já posso dizer que não estou sozinha!! [Vá, não se «zanguem»… o humor negro nunca fez mal a ninguém!]
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Estes meninos puseram, ontem, o coliseu todo a mexer. Só os ouço quando quero livrar-me dos pesadelos e, a verdade, é que resulta. A música deles é uma alegria contagiante. Adorei o concerto!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Coisas da Vida...

Não fomos feitos para estar sozinhos. Não sabemos estar sozinhos. Mas a verdade é que também há muita gente que não sabe aproveitar o «estar acompanhado»... Enfim, como diz o povo, Deus dá nozes a quem não tem dentes!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






