Nada como uma boa música para me pôr um sorriso enorme nos lábios... Um amigo apresentou-mos hoje e eu ainda não parei de os ouvir. São simplesmente fantásticos... boa onda para dias felizes! :*
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Feliz dia, Pai!
Escrevo porque sei que não me lês. Não és propriamente um homem de afectos e nem sei como reagirias se te entregasse o que aqui me apetece deixar. Ao longo da minha vida, foste o meu porto de abrigo, aquele a quem recorria para resolver todos os meus problemas, todas as minhas dúvidas, todos os meus desejos. Tinhas [tens] sempre as respostas certas. Desde cedo que me ensinaste que a vida não é para ser vivida imprudentemente e que tudo que se quer tem de ser conquistado com muito esforço e muita dedicação. Fizeste-me crescer depressa demais, mas sei que foi isso que me tornou a mulher que sou hoje. Devo-te os valores, o carácter e a personalidade vincada que tanto me caracteriza... a minha força e a minha coragem. Devo-te inclusive o meu mau feito!
Sabes Pai, de todas a vezes, que deixámos de falar, que virámos as costas um ao outro ou que entrámos em total desacordo, [e foram muitas!], eu percebi que não dizias nada por acaso… Continuas a tentar aceitar que cresci, que deixei de ser a tua menina, que me tornei uma mulher independente e capaz de resolver tudo sozinha. Não deve ser fácil e talvez por isso, aceito que os teus mimos sejam um olhar pleno de orgulho e um sorriso aberto quando partilho contigo as minhas vitórias... é esse o teu jeito!
Gostava que visses o Dia do Pai como um dia feliz, mas desde há muito tempo que não o conseguimos ver, não é? Acho que nunca vou esquecer os teus olhos tristes, naquele dia 19 de Março… esse dia que nos mudou a vida para sempre. Nunca mais houve presentes em casa e desde esse dia que dizes: «isto é só mais um dia, porque dia do pai são todos os dias». Vou-te contar um segredo, gosto que penses assim, porque sei que vais estar lá sempre para mim, [mesmo quando te perdes e me pedes ajuda], mas gostava também que este dia existisse para nós como existe para todos os outros. Já merecias comemorar o dia do Pai!
Há muita coisa que não gosto em ti. Há muita coisa que reprovo, que receio e que, por vezes, evito. Por outro lado, tens muitas coisas que aprecio. Gosto quando estamos sentados à mesa em família; gosto dos momentos contigo, com a mãe e com o mano; gosto quando se ouve na casa a tua gargalhada; gosto quando dizes: «pronto, tu resolves!»; gosto de ver a brincar com o nosso cão; gosto quando abraças a tua neta; gosto quando me elogias os cozinhados; gosto quando gabas as minhas sobremesas; gosto de me lembrar dos passeios em trabalho onde te acompanhava; gosto quando partilhamos histórias, gosto quando aplaudes o meu trabalho; gosto que me reconheçam como tua filha só pela semelhança dos traços físicos; gosto de ir contigo ao Dragão e estarmos durante 90 minutos só os dois; gosto de gritar golo bem alto ao teu lado e de cantar o hino do FC Porto a duas vozes; gosto de fazer a análise dos jogos e de parodiar o «Benfas» contigo; gosto de te ver enrolar o teu cabelo; gosto de te ver à lareira; gosto do teu espírito no Natal; gosto de saber que confias em mim a 100% e gosto, principalmente, de saber que se pudesses me davas tudo o que tens e o que não tens para eu ser feliz.
Os dias não têm sido fáceis e o futuro não se prevê melhor, mas soubeste até aqui mostrar-me que se vive um dia de cada de vez e que, juntos, podemos superar tudo. Não podemos olhar para o passado e eu acredito que um dia não vamos pensar neste dia como pensámos há já 16 anos. Vamos superar tudo, Pai. Prometo! Prometo-te que estou aqui [apesar de precisar desesperadamente que tomem conta de mim]... Prometo-te: vai ficar tudo bem.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Das coisas da minha vida...
«Não chores porque terminou, sorri porque acontece.» [G.G.M.]
Pois. :/ Se pelo menos tivesse acontecido...
terça-feira, 15 de março de 2011
Das tonturas...
Quando perdemos as forças e quase caímos de cabeça no caixote do lixo devemos preocupar-nos, certo? É que seguiu-se uma agressão de uma secretária à barriga e ao joelho esquerdo e fiquei a ver estrelinhas durante um bom período de tempo... :/
P.S.: Não se preocupem, já soltei algumas gargalhadas com o episódio... apenas quis partilhar porque não foi bonito não conseguir desviar-me do caixote e acho mesmo que estou a ver a situação como um prenúncio... Fuck! A vida é mesmo uma merda... não poderia pelo menos cair num jardim fofinho?????
segunda-feira, 14 de março de 2011
Someone Like You...
I've heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I've heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn't give to you
Old friend, why are you so shy?
Ain't like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah
You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over
Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they're memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?
Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead...
O poder das escolhas...
Já aqui falei das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, os caminhos que evitamos e os riscos que aceitamos correr. Hoje, [ou melhor, nos últimos dias], dei comigo a pensar que a minha vida poderia ser outra se não tivesse feito muitas das coisas a que me propus fazer. Tenho para mim que muitos dos mergulhos que dei no incerto poderiam ter outro final, se pensasse muito bem antes de me atirar à água. É uma metáfora estúpida, mas serve plenamente para mostrar aquilo que quero dizer. Gostava de ter sido eu sempre a responsável pelas decisões que tomei, mas muitas delas acabaram por ser influenciadas pelas circunstâncias e algumas definidas por outras pessoas. Não gosto de mim assim, quando não sou eu sempre a decidir, a escolher, a seguir o meu caminho. E é quando estou vulnerável, frágil, quando me sinto um farrapo, que deixo que os outros, que a vida, que os erros, que as mágoas, que as desilusões, tomem as rédeas e as escolhas se façam sem a MINHA vontade. Quer dizer, isto não é de todo verdade, porque mesmo sendo influenciada, o poder das escolhas é sempre meu... sou eu que defino o que quero fazer e acarreto todas as consequências que os meus actos me podem trazer... para o bem e para o mal. Já perdi muitas coisas boas por decisões erradas, já deixei passar pela minha vida pessoas que faziam mais sentido presentes do que ausentes por escolhas mal feitas, já chorei muitas vezes em vez de sorrir por saber que o caminho que tinha evitado era o que deveria estar a fazer... enfim, acho que todos nós passamos por isto uma vez na vida. Será possível voltar atrás e corrigir aquilo que fizemos no passado? Será possível voltar a escolher algo que já deixamos de lado? Será possível vivermos segundas oportunidades? Ou será tudo isso também uma escolha a fazer?
sexta-feira, 11 de março de 2011
Dúvida:
Porquê que os nossos desejos não se cumprem????? Eu quero tanto, tanto, tanto que aconteça uma coisinha na minha vida... é pequenina, é inofensiva... juro que não faria mal a ninguém... [Suspiro!] Só preciso de notícias...
[Se o orgulho matasse, a esta hora estava mortinha!]
quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Deliciosa...
«Ela tem boca torta, nariz grande, cabelo mal cortado...
rói as unhas, usa cunhas, mas eu estou apaixonado...
Ele tem as suas sardas, pontos negros e uma boca exagerada...
desafina e desatina, mas eu estou apaixonada...
Ela é ciumenta, rabugenta, imbirrenta e tagarela...
intriguista e moralista, mas eu estou louco por ela...
Ele faz cenas gagas, altas fitas, não tem confiança em mim...
faz-se caro, faz-me trombas, mas eu gosto dele assim...
Diz-se que o amor é cego, deforma tudo a seu jeito...
mas eu acho que o amor descobre o lado melhor do que parece defeito...
[...]
Porque eu gosto, gosto dele... e ela gosta, gosta de gostar de mim...»
A nova música dos Clã deixa-me de sorriso nos lábios sempre que a ouço. A simplicidade da letra é tão grande, que faz desta canção um miminho para os nossos dias. :D
quinta-feira, 3 de março de 2011
E já lá vão 7...
Tenho visto nas minhas visitas que existe um blogue que assinala o aniversário de outros blogues. Pois, parece que O Meu Lado B nasceu precisamente há 7 anos. Ainda duvidei, mas bastou visitar o primeiro post, para perceber que, de facto, ando pela blogosfera desde 2004. Não escrevo todos os dias e, às vezes, o que publico são apenas desabafos, divagações e estados de espírito. Só tenho este meu canto, graças ao Manhoso, que tanto se esmerou ao construir um espaço à minha imagem que [se não me falha a memória] o post de inauguração é da sua autoria:
Quarta-feira, Março 03, 2004
Bem-vindos ao meu lado B...
Estou à espera que me descubram... que me conheçam...
Pois nem eu própria sei quem sou!
É verdade que mantenho a esperança de que quem me visita o faz para me descobrir e conhecer. É verdade que fico muito feliz quando vejo o número de visitas a aumentar. É verdade que adoro ler os elogios que fazem à minha escrita. A única mentira é a de que eu própria não sei quem sou. Hoje, passados estes 7 anos, conheço-me cada vez melhor, ainda que me sinta muitas vezes perdida e sem norte como «menina-mulher» que sou todos os dias. Hoje, passados estes 7 anos, aqui, lêem-se palavras sentidas, escritas com o coração na boca e onde a sinceridade se mistura com uma ingenuidade que não quero perder. A Desnorteada, hoje, é uma mulher de trinta, que ainda mantém a esperança de ver o seus sonhos realizarem-se. Só. Única e exclusivamente...
E agora, porque fica sempre bem, deixo os agradecimentos: aos que sempre me visitaram, obrigada pela companhia; aos que me deixam comentários em todos [ou quase todos] os post's, continuem a fazê-lo: sabe sempre bem «ouvir» o outro lado e a Desnorteada gosta; aos que me vêm ler mas não se manifestam, prometo: amigos, podem escrever à vontade... eu não mordo! [só se me pedirem com jeitinho]; aos anónimos [aqueles que me tiram do sério], serão sempre muito bem-vindos... não tenho medo do que escrevo e assumo sempre o que digo; aos que me visitam para me criticarem ou espreitarem a vida, apenas um recado: enjoy it!
Atchim! II
A gripe veio para ficar. [Puta!] Dói-me o corpo todo e na cabeça, aposto, está alguém a divertir-se muito com um bombo. Se alguém souber como expulsar esta maldita de mim, que se acuse. Por favor! [Agora vou ali fingir que estou bem e venho já...]
quarta-feira, 2 de março de 2011
Atchim!
Desde ontem que me sinto uma autêntica máquina de fazer ranhoca [sim, eu sei, ranhoca é uma palavra feia mas tenho de a escrever!]. Já nem sinto o meu nariz e dói-me a cabeça de tanto assoar-me: em média, diria, que o faço aí umas 203 vezes ao dia... Enfim... que bom que é estar sol e frio e ficarmos doentes quando todos já só pensam em comemorar a chegada da primavera... [Suspiro!]
domingo, 27 de fevereiro de 2011
James Franco
Confesso: este homem deixa-me maluca. Posso mesmo dizer que James Franco seria capaz de me fazer feliz o resto da minha vida. Não sei se são os olhos, o sorriso ou aquele ar de menino rebelde que ele tem... há qualquer neste homem que me faz sonhar. É que para além de ser lindo, o moço tem talento... estou fascinada com o papel dele em 127 Horas. Hoje, numa notícia sobre os Óscares na SIC fiquei a saber que o menino tem descendência portuguesa: o seu avô nasceu na Madeira. Já estava a torcer por ele para mais logo, mas agora tenho ainda mais um motivo... 'Bora lá, Jamesinho! Arrasa!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Da sorte...
Não se pode viver o tempo todo com pontos de interrogação em cima da nossa cabeça... constantemente. Isso só nos faz mal! Eu sempre soube bem o que queria para mim, mas a vida tem-me falhado. Por mais que arregace as mangas e lute por aquilo que quero, não consigo alcançá-lo. É tão raro eu desistir das coisas! É tão difícil eu perceber que perdi, que já não há mais nada que possa fazer. Demora tanto tempo, a decisão de deixar tudo para trás. Demora e custa, mas quando acontece depois já não consigo fazer nada para mudar, a não ser pensar e pensar e pensar. Hoje, percebi que me começam a faltar as forças, o ânimo e tudo o que preciso para continuar. Eu não tenho uma bola de cristal para me mostrar como vai ser a minha vida daqui a um mês ou daqui a um ano, ainda que o que espero da vida seja algo que me faça feliz, mesmo não prevendo nada muito risonho. Por mais que o tempo passe e eu agarre as oportunidades intensamente, elas nunca se revelam satisfatórias… sabem sempre a pouco ou a quase nada. Arrisco até a dizer que eu própria sou uma oportunidade frustrada, não concretizada e não vivida. Não estou à espera que ninguém me dê aquilo que procuro, [feliz ou infelizmente já sei que tudo depende apenas de nós próprios], nem que as coisas me apareçam de mão beijada. Nunca foi assim nem prevejo que alguma vez o seja. É certo que assim quando consigo as coisas, dou-lhe muito mais valor, mas, foda-se, custa de caralho! Não me importava que os próximos dias me trouxessem algo de bom, algo que me animasse, algo que se revelasse uma boa dose de coragem. [Há tanto tempo que não recebo um miminho, um alento… uma surpresa...] Há momentos em que percebemos que temos mesmo de parar, de deixar que o tempo tome conta de nós e o destino resolva os nossos problemas. Esses momentos são quando sentimos que não dá mais, que não vale [ou valemos] sequer o esforço! E neste momento, não tenho mais nada em que me agarrar, nem para arranjar soluções para este vazio que me consome e me mata por dentro. Não consigo mais remar contra a maré. São tantos anos a quebrar medos, a saltar obstáculos, a fintar a tristeza, que me sinto a enfraquecer… que me sinto inútil… que me sinto impotente. Por agora, é tempo de fugir, de me encolher em mim e deixar que a vida fale por ela própria... sem que eu tente dar-lhe a volta... ou mudar-lhe o rumo. Como diz uma amiga: «São sortes»!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Dos últimos tempos...
A auto-estima é um estado de espírito, um oásis que deve ser procurado no território da emoção. Cada mulher, homem, adolescente e criança deveria ter um caso de amor consigo mesmo, um romance com a própria vida, visto que todos possuem uma beleza física e psíquica particular e única.
Augusto Cury
Descobri há uns meses que tenho um problema de auto-estima grave. Foi-me diagnosticado como um problema recente, mas logo, logo, foi fácil, detectá-lo como um problema de longa data. Acho que dificilmente o vou conseguir derrubar sozinha, sem ajuda e sem apoio. Sei que muitas das coisas que penso a meu respeito não fazem grande sentido... só que a razão versus emoção nem sempre leva a melhor. Por isso, tento em cada dia aprender algo que me faça acreditar que eu não sou um E.T., que no futuro vou ter as mesmas oportunidades que qualquer pessoa tem e que parte do que me aconteceu não foi culpa minha. Deveria gostar mais de mim. Deveria saber o que valho. Deveria, efectivamente, apostar na máxima de que a vida nem sempre nos sorri, mas faz parte de nós fazer-lhe cócegas. Deveria, eu sei... mas como? Como se volta a confiar depois de várias desilusões? Como se volta a querer dar de nós quando o que recebemos é muito pouco? Como encarar o futuro com um sorriso, se o passado e o presente são feitos de lágrimas? Como se volta a acreditar em nós?
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Do sentir...
« [...] The lovin is a mess what happened to all of the feeling?
I thought it was for real; babies, rings and fools kneeling
I thought it was for real; babies, rings and fools kneeling
And words of pledging trust and lifetimes stretching forever
So what went wrong? It was a lie, it crumbled apart
Ghost figures of past, present, future haunting the heart.»
P.S.: Era tudo tão mais fácil, se a vida fosse uma simples animação...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Do Dia dos Namorados...
Nunca achei grande piada ao dia. Para dizer a verdade, acho que é só mais um dia para as pessoas gastarem dinheiro. Vivemos numa era consumista e este dia só vem acentuar isso. Em 2007, tive de fazer um trabalho sobre este dia [na vida de um jornalista existem sempre uns fretes bem jeitosos!] e foi um sacrifício. O que eu sofri a fazer essa reportagem. Há dois anos, fui jantar com uma amiga num restaurante que quase parecia o universo dos corações, e puseram-nos uma vela na mesa... [Foi uma experiência muito engraçada!]. E histórias destas, tenho aos montes, sobretudo porque conheci muito mais anjinhos do que cupidos! Acho mesmo o Dia dos Namorados um dia parolo, bimbo, daqueles que só o amor podia engendrar. Um dia que só deveria ter algum significado para alguém que tenha algo para comemorar neste dia e não só porque sim. Enfim... Mas este ano, e eu que sempre o odiei, aqui, vos confesso, pela primeira vez na minha vidinha, que gostava de já ter vivido a experiência do dia 14 de Fevereiro. Mais, assumo que gostava de poder festejá-lo, de ter a quem dar um presente, de ter a quem escrever algo especial, acordá-lo com um beijo e fazê-lo sorrir, de ter alguém que me fizesse uma surpresa e me dissesse que gostava de mim e que me pusesse um sorriso de orelha a orelha e com um ar parvo durante o dia todo. Gostava, pronto! [Talvez um dia alguém me ache suficientemente importante para isso.]
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Das insónias...
Estou a perder a paciência. Não tenho conseguido pregar olho nas últimas noites. Por mais que tente, os olhos não fecham, o corpo não descansa e eu pareço uma zombie. Sempre tive muita dificuldade em dormir, mas já lá vão os tempos em que conseguia algo para fazer sem me sentir tão mal como agora. Faço de tudo para que o João Pestana chegue atempadamente e cumpra com o seu dever, mas não... putas das insónias vencem-no sempre! Eu leio, eu ouço música, eu bebo o cházinho de camomila [no qual o meu corpo está totalmente viciado], eu desligo o PC cedo, eu tento não pensar em nada... Tudo parece ser uma infalível possibilidade, mas nenhuma resulta. Putas das insónias. Rir sozinha porque me lembro, enquanto o sono não chega, da música do Quim Barreiros: «Tem noites que dá uma, tem noites que dá duas, tem noites que dá três... horas da madrugada.» também não é a solução. Aliás, é bem ridículo! O desespero leva a isto. Putas das insónias. Estar às voltas numa cama, sozinha, durante horas a fio não é propriamente algo que goste de fazer e fico fora de mim, com pouca vontade de fazer o que quer que seja e sem disponibilidade mental seja para quem for. Preciso de nomes, de dicas, de mezinhas, de qualquer coisa que me faça dormir pelo menos 5 / 6 horas seguidas. Any ideas?
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
365 Dias...
Hoje disseram-me que não tenho o direito de remexer no passado... que não tenho o direito de «meter o dedinho na ferida» outra vez. Mas como evitar se quando fecho os olhos, em silêncio, consigo ouvir a tua voz, ver o teu sorriso rasgado e sentir o toque da tua mão? Se ao menos eu soubesse que ainda te recordas de mim... que se eu te perdesse na memória, por inteiro, estarias disposto a fazer-te lembrar... que gostavas de saber se estou igual, se tenho o cabelo diferente, se estou mais magra ou mais gorda, se estou bem ou mal, se não parei de sorrir como pediste ou se ainda sou eu... tal e qual como conheceste e ensinaste tanto. Terás tu esta curiosidade de saber como poderia ser o nosso presente se tivéssemos ficado no passado? Talvez sejam apenas as saudades a falar mais alto.. não sei! Sei que me odeio por sentir ainda a tua falta e se pudesse não sentiria nada por ti nem sequer o vazio destes dias...
Deixei a vida fluir, pondo de parte o cansaço e a mágoa, esquecendo-me dos meus e dos teus defeitos, das minhas e das tuas qualidades, dos meus e dos teus objectivos e desafios, de como nos sentíamos bem um com o outro, etc, etc... e com o passar dos dias aprendi que viver sem sombras nem enganos, afinal, não é mau. Se eu pudesse, agarrava-te a mão e jamais a largava; levava-te para casa e, entre palavras e gestos, explicava-te por que é que naquele dia tive de decidir pelos dois; pedia-te para me amares com toda a tua alma e dedicação, como se não me fosses amar nunca mais, como se tudo acabasse numa hora. Se eu pudesse, esperava-te até à noite em que me sussurravas no ouvido que me querias, enquanto as tuas mãos entravam por baixo da minha roupa e me tocavam... e deixavas-me tirar-te a tua para te poder beijar a pele e fazer nela o início de uma nova história. Se eu pudesse, não hesitava: pedia-te para me fazeres esquecer isto que me mata por dentro e me faz entristecer, todos os dias, um bocadinho mais. Se eu pudesse, fazia com que o silêncio perdurasse, porque nada que disséssemos poderia descrever inteiramente o momento. Se eu pudesse, obrigava-te a acreditar que isto um dia seria possível e, de olhos fechados, obrigar-nos-ia a sorrir sobre o ontem, o hoje e o amanhã. Se eu pudesse... celebrava todos os dias por nos saber felizes... juntos. Se eu pudesse ignorava estes 365 dias e tentava tudo de novo. Mas não posso e, mais do que isso, não devo...
Deixei a vida fluir, pondo de parte o cansaço e a mágoa, esquecendo-me dos meus e dos teus defeitos, das minhas e das tuas qualidades, dos meus e dos teus objectivos e desafios, de como nos sentíamos bem um com o outro, etc, etc... e com o passar dos dias aprendi que viver sem sombras nem enganos, afinal, não é mau. Se eu pudesse, agarrava-te a mão e jamais a largava; levava-te para casa e, entre palavras e gestos, explicava-te por que é que naquele dia tive de decidir pelos dois; pedia-te para me amares com toda a tua alma e dedicação, como se não me fosses amar nunca mais, como se tudo acabasse numa hora. Se eu pudesse, esperava-te até à noite em que me sussurravas no ouvido que me querias, enquanto as tuas mãos entravam por baixo da minha roupa e me tocavam... e deixavas-me tirar-te a tua para te poder beijar a pele e fazer nela o início de uma nova história. Se eu pudesse, não hesitava: pedia-te para me fazeres esquecer isto que me mata por dentro e me faz entristecer, todos os dias, um bocadinho mais. Se eu pudesse, fazia com que o silêncio perdurasse, porque nada que disséssemos poderia descrever inteiramente o momento. Se eu pudesse, obrigava-te a acreditar que isto um dia seria possível e, de olhos fechados, obrigar-nos-ia a sorrir sobre o ontem, o hoje e o amanhã. Se eu pudesse... celebrava todos os dias por nos saber felizes... juntos. Se eu pudesse ignorava estes 365 dias e tentava tudo de novo. Mas não posso e, mais do que isso, não devo...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Beth Gibbons e os seus mistérios...
Este menino lembrou-se de me passar esta senhora [que eu adoro]. Vai daí que, ontem, me lembrei de pôr o CD a tocar no meu carro para uma viagem relaxada. O resultado??? Uma viagem repleta de baba e ranho e lembranças e sei lá mais o quê. Não sei que efeito a Beth Gibbons tem em mim, mas este Mysteries e as outras 10 faixas foram como se tivesse tomado um medicamento e tivesse sofrido todos os efeitos secundários de uma só vez. Não queiram nem imaginar como cheguei a casa! Menphis, devias ter-me entregue o CD com manual de instruções, do género: «cuidado a ouvir... pode ser que os sentimentos fiquem à flor da pele!» Peço-te: da próxima vez não te esqueças desse factor. Para todos vocês apenas um «Enjoy It!».
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mas porquê????
Ia jurar que te vi esta manhã. Mas como é possível? E logo ali onde passo sempre... mais do que uma vez por dia. Foi estranho. E que sentimento será este que ainda me deixa sem palavras, sem reacção e sem vontade de fazer o que quer que seja? Ia jurar que eras mesmo tu. Ias acompanhado, em passo acelerado, de mãos dadas, como se, os dois, estivessem à procura de um número de uma porta. Que estarias tu a fazer por cá? Não acredito que depois de tanto tempo, o meu estado de espírito se deixe perturbar com a tua «ausência - presença». Ou que o meu coração ainda possa sequer lembrar-se de alterar o batimento cardíaco por ti. Não acredito. Reconheceria esse batimento e o que senti naquele momento não foi bem o mesmo. Talvez tenha sido uma ilusão parva... não sei. Sei que estavas ali... com todos os pormenores, que tão bem te caracterizam, e que eu jamais esquecerei. Sei que te vi... que tropeçamos sem contar um no outro... e que me fizeste regressar ao passado. Muito obrigadinha!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Coisas...
Há muito que ouço várias mulheres queixarem-se por não ser como gostariam. Ora se queixam por serem magras, ora por serem gordas, umas por serem altas, outras por serem baixas, umas por serem bonitas, outras por serem feias, e disso lhes perturbar o percurso de vida e seus relacionamentos. Sim, eu também faço parte desse grupo... Sinceramente, eu nunca gostei que olhassem para mim como se me estivessem a despir com os olhos. Eu, que até sou uma pessoa extrovertida, fico sem jeito quando me observam atentamente em busca de descobertas pouco óbvias. Não gosto de sentir que estou a ser invadida ou analisada, até porque adoro que me façam sentir livre e descontraída. Tenho dificuldades, [desde que sei que sou gente!], em lidar com a minha altura, o meu corpo, a minha imagem - factor importantíssimo nos dias que correm, como muitos dizem. E esta insegurança já me valeu alguns dissabores. Eu sou baixinha, tenho os pés e as mãos pequeninas, sou gordinha e não tenho a cara de uma Angelina Jolie, mas nada disso me deve fazer sentir menos do que qualquer outra mulher. [Pssst, Psssst... Repito todos os dias esta máxima quando me olho ao espelho para acreditar mesmo nisto! Schiuuuu...] Morro de vergonha quando me olham ou quando me elogiam, porque me habituei a sentir-me menos que as outras mulheres e sempre foi mais fácil desvalorizar-me. Hoje sei que não é bem assim. Ou pelo menos, já não penso assim tantas vezes. Tenho as mãos pequeninas, [e daí???], são delicadas, bem desenhadas e bem tratadas; tenho os pés pequeninos, [e daí???], dentro de umas sandálias com uma cor irresistível nas unhas até parecem «normais»; sou baixinha, [e daí???], como diria um amigo meu: «deitados somos todos iguais!»; sou gordinha, [e daí???], se quiser, levo a dieta certinha e direitinha e recomeço o exercício físico [aliás, em sonhos já ando a correr todos os dias, a fazer localizada e a fazer uma alimentação «super-hiper-mega» saudável] e posso ficar menos gordinha; tenho um cabelo aos caracóis que nem sempre ficam definidos, [e daí???], posso sempre usá-lo liso ou preso ou aos caracóis de forma rebelde; tenho os dentes afastados, [e daí???], é só uma das minhas características, que por acaso até torna o meu sorriso original... E, para além disto, sou inteligente, meiga, amiga, companheira, simpática, divertida, etc, etc, etc... [Psst... Isto também faz parte da máxima que repito todos os dias quando me olho ao espelho para acreditar mesmo nisto! Schiuuuu] Tenho isto e aquilo e sou assim ou assado, não importa... caramba! Fernando Pessoa dizia «sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura» e não é que ele, como sempre, tem razão?! Não importa se há dias em que é difícil acreditarmos em nós desde que saibamos que não passa de alguns dias. Não importa quando «aquela» pessoa não nos reconhece qualidades e não nos faz sentir a pessoa mais especial à face da Terra, se soubermos que, mais cedo ou mais tarde, vamos perceber que só faz falta quem nos conhece cada cantinho nosso, cada defeito, cada pormenor e não se importa que não sejamos perfeitas. Não, não importa nada disto... a não ser nós mesmas e o nosso bem-estar. Wake up, girls!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Casa nova... [ainda em construção]
Quando resolvi mudar o template d'O Meu Lado B[log], nunca pensei que iria ser tão difícil. Nunca foi. Escolhido o template, com toda a paciência e o tempo que uma operação destas exige, comecei a nova decoração deste lugar. Enfim... as coisas não estão a correr bem e eu estou chateada. Mesmo muito chateada! Não aparecem as datas e não aparecem os créditos dos post's... já fiz de tudo! Até já me atrevi a mexer na linguagem html, mas parece que o blogger não quer que seja este o template escolhido... Não vou desistir, porque sou uma mulher persistente, mas que isto me está a dar cabo dos nervos, está! Se alguém me puder ajudar, agradeço...
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