quinta-feira, 28 de abril de 2011

That's it! II

Publicado por Desnorteada às 12:39 da tarde 7 comentários

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Viverei eu tudo outra vez?

Publicado por Desnorteada às 11:21 da tarde 5 comentários
Ainda não sei bem o que isto é. Juro. Não percebo bem os sintomas nem tenho o diagnóstico concluído. Queria poder escrever à vontade... assertivamente. Queria que as letras se juntassem sem me pedir licença, mas já não sei escrever assim sobre isto. Bem sei que mais cedo ou mais tarde aprenderei a aceitar este estado. Habituei-me a estar sozinha e quando algo me aparece para baralhar a rotina, o melhor mesmo é fugir... Começo, então, a desvalorizar os encontros, as coincidências e os sinais, como a forma que as nuvens ganham no céu ou os desenhos que os aviões deixam nos seus percursos. Começo a não querer prestar atenção ao que me dizem, tal como quando alguém muito chato nos dirige a palavra. Começo a não gostar de ver pessoas e a sentir-me bem em casa... no meu espaço... como se o silêncio fosse o melhor que o mundo tem. Queria ter coragem para gritar tudo o que sinto... para poder desenhar-te o que me fazes sentir. Mas aprendi a viver longe… de longe. Aprendi a relevar a importância do que se imagina no desviar de um olhar, no embaraço das palavras [ou falta delas], ou no telefone que não toca, um e-mail que não chega, uma carta que não se escreve ou na ausência tantas vezes confirmada. Preciso de saber o que é isto. Preciso de mandar embora os fantasmas que ainda me atacam em bando todos os dias e todas as noites. Viverei eu tudo outra vez? Talvez precise apenas que me guies, que me ajudes, que sejas tu a tomar as rédeas. Preciso que agarres as pontas porque eu não sou capaz. Eu já não sou eu e dificilmente voltarei a ser como era. Deixei de ser só eu: carrego este excesso de bagagem que dá multa e direito a muitas inspecções antes de seguir em frente. Pergunto-me se alguma vez olhaste para mim da mesma maneira? Julgo que não, mas... Eu não tenho qualquer plano. Desta vez, dou prioridade ao estar sossegada no meu canto… talvez um dia me deixe de rodeios e não fuja da felicidade como o diabo da cruz. Ou então não. E tudo isto [que ainda não sei definir] não passará de uma «ameaça» que se esgotará no tempo.

domingo, 24 de abril de 2011

Patrick Watson...

Publicado por Desnorteada às 9:11 da tarde 2 comentários


é simplesmente delicioso. Do Sá da Bandeira trouxe mais um concerto inspirador. Adorei! A To Build a Home a solo é brutal... aliás, Patrick Watson conseguiu juntar num só momento duas das minhas músicas preferidas... Incrível!

Bom domingo...

Publicado por Desnorteada às 11:29 da manhã 2 comentários

Saber o que fazer... com isto a acontecer... num caso como o meu... ter o meu amor... Para dar e p'ra vender... mas sei que vou ficar... por ter o que eu não tenho... eu sei que vou ficar.
É de pedir aos céus... a mim, a ti e a Deus... que eu quero ser feliz... É de pedir aos céus...
Porque este amor é meu... e cedo, vou saber... que triste é viver... que sina, ai, que amor... Já nem vou mais chorar, gritar, ligar, voltar... a máquina parou... deixou de tocar. 

Sentir e não mentir... amar e querer ficar... que pena é ver-te assim... já sem saberes de ti.
Rasguei o teu perdão... quis ser o que já fui... eu não vou mais fugir... a viagem começou...
Porque este amor é meu... e cedo, vou saber... que triste é viver... que sina, ai, que amor... Já nem vou mais chorar, gritar, ligar, voltar... a máquina parou... deixou de tocar.
É de pedir aos céus... a mim, a ti e a Deus... que eu quero ser feliz... é de pedir aos céus... Que eu quero é ser feliz... é de pedir aos céus... 

Porque este amor é teu... e eu já só vou amar... que bom não acabou... a máquina acordou.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

That's it!

Publicado por Desnorteada às 12:58 da tarde 5 comentários

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dúvida...

Publicado por Desnorteada às 2:37 da tarde 2 comentários
Ando a ponderar emigrar para Marte... será que por lá está bom tempo??

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Coisas de mulher... II

Publicado por Desnorteada às 9:12 da tarde 6 comentários
Ora, como dizer isto, ou ando mesmo com o «complicómetro» no on ou, de facto, os deuses estão mesmo reunidos para me tirarem do sério. Primeiro, ao vestir a minha nova t-shirt linda, acabadinha de ser adquirida, descubro-lhe um buraco do tamanho de um dedo que me fez corar de raiva até a minha mamã conseguir arranjar uma solução fantástica; depois, lavo o meu carro no sábado para me deslocar até a um sítio em terra batida, que mais parecia que me tinha inscrito num circuito de rali; hoje, para terminar, vou toda contente à cabeleireira para ficar sem caracóis pelo menos durante dois dias e... tcharan... VAI CHOVER! Como é que é possível????? Depois do Sto. António me andar a falhar estes anos todos... tinha também de vir o S. Pedro para me chatear??? Ah, já para não falar que a minha melhor amiga, com quem trabalho todo o dia, resolveu comer doces de manhã, à tarde e à noite... :/ Bem, isto não era mau, se eu não estivesse de dieta... Enfim... vou aproveitar o meu novo castanho violino que é o mínimo que posso fazer... pelo menos até um dos santinhos lá em cima decidir fazer alguma para, sei lá, eu ficar com o cabelo verde...

Da amizade...

Publicado por Desnorteada às 11:25 da manhã 0 comentários
«A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se (é uma virtude).»
[Simone Weil]

Do amor...

Publicado por Desnorteada às 11:22 da manhã 0 comentários

domingo, 17 de abril de 2011

Ainda das quatro estações...

Publicado por Desnorteada às 6:57 da tarde 2 comentários

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Problema de Expressão...

Publicado por Desnorteada às 12:33 da tarde 2 comentários

Só p'ra dizer que te Amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.

Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

Só p'ra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.


E até nos momentos em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
P'ra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.

Há dias assim... nos quais só o Carlos Tê não tem problemas de expressão. Enjoy it! 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Coisas de mulher...

Publicado por Desnorteada às 9:59 da tarde 7 comentários
Ando insuportável, com os nervos à flor da pele... ando ansiosa, não durmo bem, estou cansada e todos os dias a minha cabeça dá o ar de sua graça com dores agudas. Antes achava que era culpa da TPM, mas não... não pode ser só isso! Hoje, cheguei ao cúmulo de me fartar de ouvir as pessoas à minha volta... não aguentava nem conversar com ninguém. A primeira coisa que fiz quando entrei em minha casa foi deitar-me, no escuro, em silêncio, encolhida em mim... só eu e os meus pensamentos. Às vezes não me reconheço... Ontem, dei quatro voltas à Praça da República para estacionar porque só me apetecia atropelar os arrumadores, ou porque os lugares eram apertados [pelos menos pareciam!], ou porque simplesmente não conseguia raciocinar... Ando mesmo insuportável! Hoje, os gajos da Via Verde enviaram-me um e-mail e eu só me apetecia insultá-los. Quando o telefone toca, apetece-me atirá-lo contra a parede - sintoma que se repete desde o início da semana -, a sério, eu só queria que pelo menos uma vez na minha vida algo acontecesse quando eu quero, como eu quero e se eu quero. [Sim, estou de braços cruzados, a fazer beicinho e a bater o pé no chão!] Caramba, sempre me habituei a não pedir muito em troca... achei sempre que não tinha o direito de exigir... e talvez por isso, hoje, sabendo que estava completamente enganada, o meu corpo se zangue comigo e me tente enervar para eu reclamar tudo o que mereço. É, pode ser isso: uma reacção revolucionária do meu corpo contra mim. Pronto, pronto, já sei que não devo fazer grandes filmes e também já sei que a melhor maneira de não me desiludir é não me iludir. Já sei disso tudo, mas que o meu corpo está a revoltar-se contra mim, lá isso está... Claro que também pode ser tudo uma questão de TDM [acabei agora mesmo de inventar o conceito!], ou de feitio, apenas, mas apetece-me fingir que não e dizer que isto tudo não passa de um sinal dos deuses que se reuniram esta semana para me avisarem que está na altura de mudanças. Ok? Perceberam? É que por mim está recebida a mensagem. Tenho dito!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Do Minho...

Publicado por Desnorteada às 1:26 da tarde 3 comentários
«Não se me dá que vindimem,
vinhas que eu já vindimei;
não se me dá que outros logrem,
ai amores que eu rejeitei.»

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Já lá vão 31...

Publicado por Desnorteada às 10:27 da manhã 6 comentários

sábado, 9 de abril de 2011

Da Primavera II...

Publicado por Desnorteada às 11:03 da tarde 4 comentários

Nós últimos dias temos vivido em pleno Verão. Ando tudo do avesso! Não me lembro de andar de t-shirts ou casaquinhos de malha nas noites de Abril. É verdade, que não sou muito esquisita no que diz respeito às Estações do Ano. Acredito que todas elas, cada uma com o seu jeito, têm um encanto muito especial: gosto da Primavera e das flores e do colorido das ruas e da luz que nos aquece a alma e dos sorrisos que o sol nos oferece; gosto do Verão e do mar e da praia e das noites quentes e das cervejas geladas e dos gelados; gosto do Outono e de calcar as folhas secas e de olhar para as árvores com várias tonalidades e do início do frio; gosto do Inverno e dos cachecóis e das noites em casa à lareira e da chuva a bater na janela quando tento dormir e do vento a uivar zangado lá fora e da neve e das luvas... Talvez eu tenha em mim um pouco de cada uma delas e, por isso, me sinta tão bem em qualquer época do ano. O meu estado de espírito não muda com o sol ou com a chuva, com os dias grandes ou menores, com o calor ou o frio. Não, nada disso... o meu estado de espírito muda com a ausência ou a presença dos que amo, com a distância ou a proximidade dos que me fazem sentir importante, com a alegria ou a tristeza da minha família, dos meus amigos, do meu coração...
Na próxima segunda-feira faço 31 aninhos... vou entrar noutra «estação»... e à medida que vou crescendo, que vou amadurecendo, percebo que mesmo ora florida, ora quente, ora despida ora fria, construí uma muralha à minha volta. Todas as mudanças que os anos me vão presenteando, trouxeram-me para um casulo onde criei o meu próprio mundo. Agora, guardo em mim todos os meus desejos, vontades e sonhos. Desisti de querer aquilo que não está ao meu alcance...  A propósito do meu aniversário, tenho os meus amigos a «exigirem» uma lista de prendas, mas este ano não houve nem haverá lista para ninguém. Hoje, a dois dias de completar 31 anos, percebo que por mim avançava este dia, que será igual a tantos outros, e nem me lembrava da data. Mesmo assim, se pudesse escolher, se tivesse direito a viver um sonho, pediria palavras, muitas palavras... de perto, de longe... de amizade, de coragem, com muitos mimos à mistura... sinceras e genuínas palavras. Apenas!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Para sonhar...

Publicado por Desnorteada às 10:58 da manhã 4 comentários
É só para avisar que faço anos daqui a uns dias e este podia vir mesmo até mim... :P

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Dos amigos...

Publicado por Desnorteada às 3:25 da tarde 2 comentários

Mal nos conhecemos 
Inaugurámos a palavra «amigo».
«Amigo» é um sorriso 
De boca em boca, 
Um olhar bem limpo, 
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, 
Um coração pronto a pulsar 
Na nossa mão!
«Amigo» (recordam-se, vocês aí, 
Escrupulosos detritos?) 
«Amigo» é o contrário de inimigo! 
«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado, 
É a verdade partilhada, praticada.
«Amigo» é a solidão derrotada!
«Amigo» é uma grande tarefa, 
Um trabalho sem fim, 
Um espaço útil, um tempo fértil, 
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O´Neill

Coisas do arco da bola...

Publicado por Desnorteada às 12:22 da manhã 4 comentários
Isto sim é uma óptima notícia para um domingo à noite. Posso dizer que este ano já aconteceram duas coisas que nunca pensei ver na vida: a primeira foram os 5-0 no Dragão, a segunda a vitória de hoje na Luz com a direito a título. Como o Helton disse há pouco: «Há quem torça pelo Porto e quem seja Porto e EU SOU PORTO!» Nem mais. É isto mesmo. Bib'ó Puorto, carago!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Bom dia, alegria!

Publicado por Desnorteada às 11:04 da manhã 3 comentários
Nada como uma boa música para me pôr um sorriso enorme nos lábios... Um amigo apresentou-mos hoje e eu ainda não parei de os ouvir. São simplesmente fantásticos... boa onda para dias felizes! :*

quarta-feira, 30 de março de 2011

...

Publicado por Desnorteada às 12:00 da tarde 4 comentários

sexta-feira, 25 de março de 2011

«Aveiro Lifecycle»

Publicado por Desnorteada às 4:39 da tarde 2 comentários
Tenho saudades... muitas... Esta é mesmo a MINHA cidade...

terça-feira, 22 de março de 2011

...

Publicado por Desnorteada às 11:39 da tarde 6 comentários
Estou muito cansada...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Da Primavera...

Publicado por Desnorteada às 11:42 da manhã 0 comentários

sábado, 19 de março de 2011

Feliz dia, Pai!

Publicado por Desnorteada às 10:17 da tarde 7 comentários
Escrevo porque sei que não me lês. Não és propriamente um homem de afectos e nem sei como reagirias se te entregasse o que aqui me apetece deixar. Ao longo da minha vida, foste o meu porto de abrigo, aquele a quem recorria para resolver todos os meus problemas, todas as minhas dúvidas, todos os meus desejos. Tinhas [tens] sempre as respostas certas. Desde cedo que me ensinaste que a vida não é para ser vivida imprudentemente e que tudo que se quer tem de ser conquistado com muito esforço e muita dedicação. Fizeste-me crescer depressa demais, mas sei que foi isso que me tornou a mulher que sou hoje. Devo-te os valores, o carácter e a personalidade vincada que tanto me caracteriza... a minha força e a minha coragem. Devo-te inclusive o meu mau feito!
Sabes Pai, de todas a vezes, que deixámos de falar, que virámos as costas um ao outro ou que entrámos em total desacordo, [e foram muitas!], eu percebi que não dizias nada por acaso… Continuas a tentar aceitar que cresci, que deixei de ser a tua menina, que me tornei uma mulher independente e capaz de resolver tudo sozinha. Não deve ser fácil e talvez por isso, aceito que os teus mimos sejam um olhar pleno de orgulho e um sorriso aberto quando partilho contigo as minhas vitórias... é esse o teu jeito! 
Gostava que visses o Dia do Pai como um dia feliz, mas desde há muito tempo que não o conseguimos ver, não é? Acho que nunca vou esquecer os teus olhos tristes, naquele dia 19 de Março… esse dia que nos mudou a vida para sempre. Nunca mais houve presentes em casa e desde esse dia que dizes: «isto é só mais um dia, porque dia do pai são todos os dias». Vou-te contar um segredo, gosto que penses assim, porque sei que vais estar lá sempre para mim, [mesmo quando te perdes e me pedes ajuda], mas gostava também que este dia existisse para nós como existe para todos os outros. Já merecias comemorar o dia do Pai!
Há muita coisa que não gosto em ti. Há muita coisa que reprovo, que receio e que, por vezes, evito. Por outro lado, tens muitas coisas que aprecio. Gosto quando estamos sentados à mesa em família; gosto dos momentos contigo, com a mãe e com o mano; gosto quando se ouve na casa a tua gargalhada; gosto quando dizes: «pronto, tu resolves!»; gosto de ver a brincar com o nosso cão; gosto quando abraças a tua neta; gosto quando me elogias os cozinhados; gosto quando gabas as minhas sobremesas; gosto de me lembrar dos passeios em trabalho onde te acompanhava; gosto quando partilhamos histórias, gosto quando aplaudes o meu trabalho; gosto que me reconheçam como tua filha só pela semelhança dos traços físicos; gosto de ir contigo ao Dragão e estarmos durante 90 minutos só os dois; gosto de gritar golo bem alto ao teu lado e de cantar o hino do FC Porto a duas vozes; gosto de fazer a análise dos jogos e de parodiar o «Benfas» contigo; gosto de te ver enrolar o teu cabelo; gosto de te ver à lareira; gosto do teu espírito no Natal; gosto de saber que confias em mim a 100% e gosto, principalmente, de saber que se pudesses me davas tudo o que tens e o que não tens para eu ser feliz.
Os dias não têm sido fáceis e o futuro não se prevê melhor, mas soubeste até aqui mostrar-me que se vive um dia de cada de vez e que, juntos, podemos superar tudo. Não podemos olhar para o passado e eu acredito que um dia não vamos pensar neste dia como pensámos há já 16 anos. Vamos superar tudo, Pai. Prometo! Prometo-te que estou aqui [apesar de precisar desesperadamente que tomem conta de mim]...  Prometo-te: vai ficar tudo bem. 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Das coisas da minha vida...

Publicado por Desnorteada às 11:49 da manhã 12 comentários

«Não chores porque terminou, sorri porque acontece.» [G.G.M.]

Pois. :/ Se pelo menos tivesse acontecido...

terça-feira, 15 de março de 2011

Das tonturas...

Publicado por Desnorteada às 10:41 da manhã 10 comentários
Quando perdemos as forças e quase caímos de cabeça no caixote do lixo devemos preocupar-nos, certo? É que seguiu-se uma agressão de uma secretária à barriga e ao joelho esquerdo e fiquei a ver estrelinhas durante um bom período de tempo... :/

P.S.: Não se preocupem, já soltei algumas gargalhadas com o episódio... apenas quis partilhar porque não foi bonito não conseguir desviar-me do caixote e acho mesmo que estou a ver a situação como um prenúncio... Fuck! A vida é mesmo uma merda... não poderia pelo menos cair num jardim fofinho?????

segunda-feira, 14 de março de 2011

Someone Like You...

Publicado por Desnorteada às 11:49 da tarde 2 comentários


I've heard that you're settled down
That you found a girl and you're married now
I've heard that your dreams came true
Guess she gave you things I didn't give to you

Old friend, why are you so shy?
Ain't like you to hold back or hide from the light
I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it

I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over

Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you two
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"

Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead, yeah

You'd know how the time flies
Only yesterday was the time of our lives
We were born and raised in a summer haze
Bound by the surprise of our glory days

I hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight
I had hoped you'd see my face
And that you'd be reminded
That for me it isn't over

Nothing compares, no worries or cares
Regrets and mistakes, they're memories made
Who would have known how bitter-sweet
This would taste?

Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you
Don't forget me, I bet I'll remember you say:
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead"

Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead...

O poder das escolhas...

Publicado por Desnorteada às 6:53 da tarde 4 comentários
Já aqui falei das escolhas que fazemos, das decisões que tomamos, os caminhos que evitamos e os riscos que aceitamos correr. Hoje, [ou melhor, nos últimos dias], dei comigo a pensar que a minha vida poderia ser outra se não tivesse feito muitas das coisas a que me propus fazer. Tenho para mim que muitos dos mergulhos que dei no incerto poderiam ter outro final, se pensasse muito bem antes de me atirar à água. É uma metáfora estúpida, mas serve plenamente para mostrar aquilo que quero dizer. Gostava de ter sido eu sempre a responsável pelas decisões que tomei, mas muitas delas acabaram por ser influenciadas pelas circunstâncias e algumas definidas por outras pessoas. Não gosto de mim assim, quando não sou eu sempre a decidir, a escolher, a seguir o meu caminho. E é quando estou vulnerável, frágil, quando me sinto um farrapo, que deixo que os outros, que a vida, que os erros, que as mágoas, que as desilusões, tomem as rédeas e as escolhas se façam sem a MINHA vontade. Quer dizer, isto não é de todo verdade, porque mesmo sendo influenciada, o poder das escolhas é sempre meu... sou eu que defino o que quero fazer e acarreto todas as consequências que os meus actos me podem trazer... para o bem e para o mal. Já perdi muitas coisas boas por decisões erradas, já deixei passar pela minha vida pessoas que faziam mais sentido presentes do que ausentes por escolhas mal feitas, já chorei muitas vezes em vez de sorrir por saber que o caminho que tinha evitado era o que deveria estar a fazer... enfim, acho que todos nós passamos por isto uma vez na vida. Será possível voltar atrás e corrigir aquilo que fizemos no passado? Será possível voltar a escolher algo que já deixamos de lado? Será possível vivermos segundas oportunidades? Ou será tudo isso também uma escolha a fazer?

sexta-feira, 11 de março de 2011

Dúvida:

Publicado por Desnorteada às 12:01 da tarde 5 comentários
Porquê que os nossos desejos não se cumprem????? Eu quero tanto, tanto, tanto que aconteça uma coisinha na minha vida... é pequenina, é inofensiva... juro que não faria mal a ninguém... [Suspiro!] Só preciso de notícias...







[Se o orgulho matasse, a esta hora estava mortinha!]

quarta-feira, 9 de março de 2011

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Publicado por Desnorteada às 6:35 da tarde 3 comentários
 

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