Iuuuu! Pai Natal?! Pst, pst... dá para acrescentar este à listinha, dá?
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Inspiração precisa-se... III
O que eu descobri! É que agora não quero outra coisa... é genial!!
[Tentem! Sem som...]
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
[E eu que nunca gostei do Natal!]
Com esta chuva nada melhor que umas galochas para os pezinhos. As da DKNY já me saltaram à vistinha o ano passado, mas não consegui comprá-las [outras prioridades se levantaram!]. Este ano, espero que alguma alminha se lembre que desejo muito um parzinho destes e me deixe isto na árvore no dia 24 de Dezembro. Ai que a lista está a compor-se... [Estás a ouvir Pai Natal?]
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Da amizade...
[...]
A diferença entre perder um amigo e perder um Amor é que perder um Amor dói mais no início, perder um amigo dói mais depois. Perder um Amor é levar uma sova, perder um amigo é empobrecer devagar. A razão é simples. O Amor tem um lugar que pode ou não estar ocupado. Quando esse lugar está desocupado, sentimo-nos mal e procuramos ocupá-lo. Para a amizade não há lugares nem numerus clausus, o que faz dum amigo alguém que não podia ser outra coisa senão isso mesmo. É que um Amor ocupa espaço, uma amizade não.
Acho que foi por isso que, com a idade, passei a exigir Amizade ao Amor. Por muito que ele estrebuchasse, e fê-lo várias vezes, se não viesse dividir uma garrafa de vinho e uma conversa comigo de vez em quando, acabava por deixá-lo. Por isso é quando a semana passada a Raquel me disse que tem a sorte de namorar com um amigo, eu pensei que não é sorte. É uma exigência da idade. Ainda bem.
Este texto é da autoria do Bagaço Amarelo. Diz-me tanto, tanto, mas tanto... que não resisti em publicá-lo.
A diferença entre perder um amigo e perder um Amor é que perder um Amor dói mais no início, perder um amigo dói mais depois. Perder um Amor é levar uma sova, perder um amigo é empobrecer devagar. A razão é simples. O Amor tem um lugar que pode ou não estar ocupado. Quando esse lugar está desocupado, sentimo-nos mal e procuramos ocupá-lo. Para a amizade não há lugares nem numerus clausus, o que faz dum amigo alguém que não podia ser outra coisa senão isso mesmo. É que um Amor ocupa espaço, uma amizade não.
Acho que foi por isso que, com a idade, passei a exigir Amizade ao Amor. Por muito que ele estrebuchasse, e fê-lo várias vezes, se não viesse dividir uma garrafa de vinho e uma conversa comigo de vez em quando, acabava por deixá-lo. Por isso é quando a semana passada a Raquel me disse que tem a sorte de namorar com um amigo, eu pensei que não é sorte. É uma exigência da idade. Ainda bem.
Este texto é da autoria do Bagaço Amarelo. Diz-me tanto, tanto, mas tanto... que não resisti em publicá-lo.
Da chuva...
Por mais que tentasse explicar-te tantas e tantas e tantas vezes, nunca te diria vezes que chegassem o que poderíamos ter vivido.
sábado, 12 de novembro de 2011
O prometido é devido!
Aqui estão as fotografias das minhas férias:
Podia escolher outras tantas, mas estas revelam o que mais me agradou. Desta selecção, destaco os indignados alojados mesmo em baixo do Euro em frente ao Banco Central Europeu e os cadeados na ponte, como símbolo de amor eterno [uma tradição que se vem espalhando por várias cidades europeias!] , em Frankfurt; o concerto da Tori, claro!; as bicicletas em quase todas as cidades por onde passei; as cores do Outono; a interessante Odense, cidade de Hans Chistian Andersen; e a fantástica Bremen, onde conseguiria ser muito feliz, sem dúvida alguma! [E depois desta publicação, já fiquei com saudades de viajar... damn it!]
Hamburg, Alemanha
Copenhaga, Dinamarca
Halmstäd, Suécia
Odense, Dinamarca
Bremen, Alemanha
Podia escolher outras tantas, mas estas revelam o que mais me agradou. Desta selecção, destaco os indignados alojados mesmo em baixo do Euro em frente ao Banco Central Europeu e os cadeados na ponte, como símbolo de amor eterno [uma tradição que se vem espalhando por várias cidades europeias!] , em Frankfurt; o concerto da Tori, claro!; as bicicletas em quase todas as cidades por onde passei; as cores do Outono; a interessante Odense, cidade de Hans Chistian Andersen; e a fantástica Bremen, onde conseguiria ser muito feliz, sem dúvida alguma! [E depois desta publicação, já fiquei com saudades de viajar... damn it!]
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Chiça!!
Esta mulher tem qualquer coisa... sem dúvida! Não posso dizer que estou sempre a ouvir, mas que me divirto com as músicas e com os vídeoclips... ai, isso sim! Mais do que saber cantar como ela, adorava saber «mexer-me» como ela... é genial!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Não é defeito, é feitio!
Não estou habituada a que gostem de mim, a que me adorem, a que me desejem ou a que lutem por mim. Isso nunca aconteceu. Ponto final. Sei que muitas vezes por ser impulsiva não meço bem as palavras e saem-me coisas que não devia dizer. E sei que perco muito com isso, que afasto muita gente de mim, que construo uma redoma em minha volta. Sei que já me prejudiquei muito com isso. Mas gosto de ser assim. Sinto-me genuína. Acho que se abdicar disso, estou a perder-me de mim própria, a deixar de lado a minha essência. Quando estou mal disposta, estou mal disposta... quando estou bem disposta, estou bem disposta. Não gosto de fingir aquilo que não sou... para o bem e para o mal.
Que é que me está a acontecer?
Eu ando completamente baralhada. Na terça-feira acordei convicta de que já era quarta. Nem queiram saber! Levantei-me e pensei: «chiça, que esta semana está a voar!»; depois, reparei que não tinha tomado o meu «comprimidinho» relativo à terça e pensei: «chiça, voltei-me a esquecer!» e pumba... lá mandei o comprimido abaixo; depois, entro no carro e vejo: «TER 8 de Novembro» e digo: «Oh pah, mas será que até o carro está confuso?!, vou ter de alterar isto...». Só acreditei que, de facto, era terça e não quarta, quando ouvi na rádio: «manhã de terça bastante complicada devido à greve... bla, blá, blá». Aí, não tive dúvidas de que afinal eu é que estava enganada. Hoje, levanto-me e penso: «que fixe já é sexta-feira!»; tomei o meu banhinho toda contente a pensar que amanhã já era fim-de-semana... quando entrei no meu carro, vejo: «QUI 10 de Novembro» e digo: «Ohhh, outra vez???» Acordei [efectivamente] e percebi que estava novamente a fazer confusão... Oh Deus, que raio se está a passar comigo? Isto não é normal...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
The Strangest Friend
Esta dedico-a a um amigo que já foi especial, mas que nunca deixou de ser estranho... :)
[Há dias em que as saudades são muitas, mas a razão, agora, fala mais alto...]
Inspiração precisa-se... II
Já não é a primeira vez que fico surpreendida com os resultados que o google me oferece aquando das minhas pesquisas. Quando fico bloqueada, tenho por hábito meter-me pela net dentro e arranjar motivos de inspiração para que as ideias fluam doutra maneira. Regra geral, essa opção resulta. Hoje, num desses momentos, entre as minhas procuras de desbloqueamento saltou-me à vista uma imagem que, ora bem, como dizer?!, me encheu os olhinhos... mas não percebi bem por que é que ela estava entre as opções. Visto que a palavra-chave que utilizei foi inspiração digam lá se os senhores do google não são uns marotos???
Bem, acho que a tarde me vai correr melhor... ou pior... depende da perspectiva! Mas lá que é uma imagem inspiradora, é!! «Oh God make me good, but no yet!»
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Verdade, verdadinha!
Quero aprender.
Quero ser sublime no que faço.
Quero dar algo de especial ao mundo.
Quero acreditar que há uma razão que dá sentido à vida,
um princípio que me ajuda a atravessar os maus momentos e os bons também.
Quero crer que no mundo existe alguém tão só quanto eu.
Quero acreditar que vamos encontrar-nos e amar-nos,
e que jamais voltaremos a conhecer a solidão.
e que jamais voltaremos a conhecer a solidão.
Richard Bach in Um
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
[Faz tanto frio cá dentro!]
Lá fora está muito frio, mas cá dentro a temperatura não é melhor. O gelo invade-me o peito, mesmo que ache que estou a tentar deixar que o calor entre. Se me podia deixar apaixonar por ti? Sim, podia, mas arriscaria a perder muito mais do que o nada que tenho. Tenho saudades de sentir, de dar, de me deixar levar nas asas de uma emoção sem fim. De falar pelos cotovelos e escrever sem medo o que o coração dita, o que a alma sussurra. De parecer parva com um sorriso de orelha a orelha só porque sim, porque damos sentido aos sentidos. Às vezes, apetece-me fazer de conta que é possível, que existe um antes e um depois de ti, que desta vez vai ser diferente e que os homens afinal não são todos iguais. Às vezes apetece-me, outras não. Outras fazem-me fugir de ti e pôr a máscara a que me habituei nos últimos anos, para não me enganarem, para não me magoarem, para que a desilusão não fale mais alto... é que depois... hmmm, depois o vazio é sempre muito maior, não é?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Constatação...
Estamos sempre a descobrir-nos, não é? De ano para ano. De dia para dia. De hora em hora. A minha última descoberta é que não consigo raciocinar com os pés frios... vá lá saber-se porquê... é que não sai nem uma linha de jeito... Raios!!
A-do-ro...
Sempre que ouço esta música penso que podia ter sido escrita por / para mim... é sempre esse o pensamento. Identifico-me tanto, mas tanto com estas palavras...
Cedo o meu lugar...
Eu não quero ser, eu não quero pedir, mas estou a perder, e não sei que fazer mais...
O que eu era desapareceu e quando falo parece... parece que não sou mais eu.
Tento encontrar-me, desenrascar-me, já faço a cama, ando ocupada... a tentar fugir de ti... Mas mais longe é mais perto, mais difícil fazer o correcto do que estar certo.
Por isso...
Cedo o meu lugar a quem te mereça, que decore os teus planos e não se esqueça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que te dê tudo e que nem pareça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que fique do teu lado e que não esmoreça. Cedo o meu lugar... mas a seguir peço para voltar.
Para mim nunca foi um jogo. Foi apenas um retrato onde ficávamos bem os dois, onde as dúvidas são para depois. Gosto mesmo de ti, mas tu nunca estás... nunca estás aqui.
Por isso...
Cedo o meu lugar a quem te mereça, que decore os teus planos e não se esqueça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que te dê tudo e que nem pareça. Cedo o meu lugar a quem te mereça, que fique do teu lado e que não esmoreça. Cedo o meu lugar... mas a seguir peço para voltar.
É que eu gosto mesmo de ti...
Eu gosto mesmo de ti...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Tudo começou por aqui...
... e valeu tanto, tanto, tanto a pena!!
[Sim, sou uma privilegiada por ter estado na Alter Oper em Frankfurt!]
Back in town...
Apeteceu-me começar este post dizendo que estou rejuvenescida, mas, depois de alguns minutos de ponderação, só me ocorre perguntar: Por que é que os dias felizes passam tão depressa??? Enfim... valha-me a alma retemperada resultado das fantásticas férias pela Alemanha, pela Dinamarca e pela Suécia...
Andava há meses à espera da oportunidade de sair daqui, de viajar, de desligar, de abrir uns parêntesis na minha rotina, de fugir uns dias da vida real [que como sabem não é fácil!]. À custa da minha querida Tori Amos, que pude ver em Frankfurt numa das salas mais bonitas onde já estive, fui dar uma voltinha pela Europa: conheci Frankfurt, Hann Münden, Hamburg, Flensburg, Bremen [linda, linda, linda!] na Alemanha, Odense e Copenhaga [que já conhecia e está bastante mais sujita] na Dinamarca e ainda revisitar Malmö, Skurup e Halmstad na Suécia. Já sabia que o Outono era delicioso, mas na última semana pude vivê-lo intensamente e aproveitar as espectaculares telas entre o amarelo e o laranja das várias cidades por onde passei. Tenho tantas, tantas, tantas histórias para contar e fotografias para mostrar... hmmm, como é bom poder conhecer lugares novos e conviver de perto com outras culturas e sabores e hábitos e... música, muita música [vou mostrando o que descobri. Prometo!].
Eu sei... eu sei que agora é tempo de voltar ao meu dia-a-dia e dar graças a Deus por ainda ter tido a possibilidade de fazer uma viagem destas que é, sem dúvida, uma balão de oxigénio para os dias que aí vêm. É tempo de viver recordando e sorrindo por cada gargalhada conseguida e cidade visitada, por cada olhar cúmplice trocado e descoberta realizada, etc, etc... O resto??? O resto não interessa nada...
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