... «para começar bem o dia.»
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Do Natal que já passou...
A primeira coisa que me ocorre dizer é que o tempo voa! Nem dei conta dos dias a passarem... Do Natal, ficaram os xi's da minha sobrinha, a tentativa bem conseguida de a convencer que o velho das barbas brancas existe, os doces [hoje só me apetece salgados!], as gargalhadas, a cumplicidade e a união da família mais querida do mundo. Sobraram também alguns presentes: camisolas quentinhas, miminhos para o corpo, lenços [que adoro e que já colecciono!], chocolates, uma mala, um serviço de chá, duas canecas para o chá, caderninhos, caixas e caixinhas e algum dinheiro para comprar alguns dos presentes da minha lista ao Pai Natal. Ouvi dizer que ainda tenho outros para receber, mas o balanço não é mau de todo. Confesso que o que mais me custou foi a ausência de algumas pessoas, a distância, o estar longe, o sentir que já não faço parte... ou pelo menos assim parece! Agora que faltam seis dias para virarmos o ano, é tempo de reflexões... de balanços... de desejos e de acções. Hoje, por exemplo, decidi que ia ser dia de arrumações: roupa, bijuteria, sapatos, malas, papéis e mais papéis. Já estou nisto há 4 horas e, posso dizer-vos, que nem a meio vou. Tenho tanta coisa guardada que já não me faz falta... que já não uso... que já não gosto... que já nem me lembrava que tinha. Antes desta paragem, encontrei uma caixa com muitos postais, com cartas, com caderninhos com dedicatórias e não consegui não chorar. Que saudades destas pessoas que a vida transformou em conhecidos... em amigos doutros tempos. Enfim... mais recordações surgirão desta actividade nas próximas horas e o meu pobre coração tem de aguentar... Rezem por mim, por favor! [Eu volto já!]
sábado, 24 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Do chá...
Se há bebida que me agrada no Inverno é o chá. Qualquer um. Já fui viciada no de camomila, no de frutos vermelhos, no de manga, no de laranja ou lúcia-lima, no de morango, no de caramelo... etc. Confesso que não sou muito esquisita no que diz respeito a chá. Agora descobri um com pepitas de chocolate que é uma delícia. É bom de manhã, é bom no trabalho, é bom como lanche e é bom à noite para relaxar. Simplesmente adoro! Hoje, que começa o Inverno e tudo em mim são lembranças [de ti, de nós, da cidade que era a nossa, do tempo em que um sorriso não custava...], coloco a minha caneca entre os dedos e tento recarregar baterias neste momento. Só estou eu, é certo, mas é um momento único, longe de tudo e de todos. Um momento meu para ser vivido por inteiro. Mais nada importa. As saudades não se manifestam. Os problemas desapareceram. As dúvidas foram-se embora. Finalmente! [É que seis anos é muito tempo...]
Do fim do ano...
Ando a preparar a minha lista de resoluções para 2012. [Parece-me que vou ter muito que fazer no próximo ano!]
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Desta bela terça-feira...
«Há dias em que uma pessoa está com tão pouca vontade de falar que o melhor é sair de casa com uma placa a dizer: Pessoal Autorizado Apenas.» in Melancómico de Nuno Costa Santos
[Eu acrescento: ... e só com password!]
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Parvoíces...
Amigo da Desnorteada: - Já sabes o que vais pedir ao Pai Natal?
Desnorteada: - Sim, sei!
Amigo da Desnorteada: - O quê? Diz lá...
Desnorteada: - Este ano, vou pedir coisas...
Amigo da Desnorteada: - Coisas??
Desnorteada: - Sim, coisas...
Amigo da Desnorteada: - Mas que coisas?!
Desnorteada: - Sei lá, coisas...
Desnorteada: - Sim, sei!
Amigo da Desnorteada: - O quê? Diz lá...
Desnorteada: - Este ano, vou pedir coisas...
Amigo da Desnorteada: - Coisas??
Desnorteada: - Sim, coisas...
Amigo da Desnorteada: - Mas que coisas?!
Desnorteada: - Sei lá, coisas...
domingo, 18 de dezembro de 2011
Da Casa dos Segredos...
Domingo à noite. Dia de Gala da Casa dos Segredos e pai da Fanny... a noite promete com a saída do João M. ou do Miguel. Tenho-me rido bastante com esta edição. Acho que com tantos problemas na minha vida, este programa dá-me descanso. Pelo menos, por uns minutos, não tenho que pensar, decidir, resolver, ... Estou a torcer pelo João M. e pela Fanny. Casalinho «mai lindo» não há. Não sei se é mesmo como a TVI mostra... eu cá acho que estão os dois enamorados, mas... a ver vamos! Às vezes, nem tudo o que parece é. 'Bora lá tia Teresa, dá-lhe!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Do espírito natalício...
Ora bem, ainda me faltam quatro prendas e não me apetece nada sair de casa e ir para a confusão. Este ano resolvi também dar prendas feitas por mim, mas a coisa podia estar a correr melhor... enfim, quem me manda a mim tentar envolver-me no espírito natalício?! Definitivamente, é uma época que me cansa... não física, mas emocionalmente. São tantas coisas a acontecerem que nem tempo tenho de viver isto por inteiro. Eu tento. Juro! Tenho tentado há dias ver esta época como uma altura do ano feliz, mas eu vejo tanta falsidade, tanto cinismo, tanta hipocrisia, que tudo o que quer que eu pense deixa de fazer sentido.
Tenho publicado uma rubrica chamada «E eu que nunca gostei de Natal!» para esquecer um pouco o que o Natal me faz lembrar e o que significa verdadeiramente para mim. É mesmo verdade: eu nunca gostei do Natal. [Pronto, já disse!] Pela primeira vez na vida, gostava que os desejos de fim de ano se concretizassem. Que fosse possível realizá-los. Quanto às prendas materiais [que sei que vou ter!], dispensava-as por palavras, por gestos, por carinhos sentidos e não ilusórios. Dispensava-as por um pedido de desculpa sincero e uma conversa aberta e sem medo das respostas que ficaram por dar. Por um colo, por um abraço ou um beijo. Juro que as dispensava... «to-di-nhas»! Só para os «e se...» se irem embora e os porquês deixarem de moer e remoer cá dentro... Aos que ainda acreditam no Natal, aproveitem, aproveitem como se não houvesse amanhã. Eu vou continuar a tentar... e, agora, que já se faz tarde, vou continuar a fazer os meus saquinhos com chocolates... Fui!
Tenho publicado uma rubrica chamada «E eu que nunca gostei de Natal!» para esquecer um pouco o que o Natal me faz lembrar e o que significa verdadeiramente para mim. É mesmo verdade: eu nunca gostei do Natal. [Pronto, já disse!] Pela primeira vez na vida, gostava que os desejos de fim de ano se concretizassem. Que fosse possível realizá-los. Quanto às prendas materiais [que sei que vou ter!], dispensava-as por palavras, por gestos, por carinhos sentidos e não ilusórios. Dispensava-as por um pedido de desculpa sincero e uma conversa aberta e sem medo das respostas que ficaram por dar. Por um colo, por um abraço ou um beijo. Juro que as dispensava... «to-di-nhas»! Só para os «e se...» se irem embora e os porquês deixarem de moer e remoer cá dentro... Aos que ainda acreditam no Natal, aproveitem, aproveitem como se não houvesse amanhã. Eu vou continuar a tentar... e, agora, que já se faz tarde, vou continuar a fazer os meus saquinhos com chocolates... Fui!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Do labirinto em que me encontro...
Rui Ramos escreve no prefácio do livro As Vidas dos Outros de Pedro Mexia: «Não procuremos o fio condutor. Os labirintos só têm graça quando nos perdemos neles».
Eu até concordo, mas não posso deixar de acrescentar: e quando temos alguém que nos queira procurar quando não encontramos a saída. Arre, que isto não está fácil!
Eu até concordo, mas não posso deixar de acrescentar: e quando temos alguém que nos queira procurar quando não encontramos a saída. Arre, que isto não está fácil!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Do acordar...
Ora aqui está um bom exemplo de como começo os dias... talvez seja por andar a dormir pouco, ou por estar em período crítico, ou por andar esquecida de mim, ou... mas ia jurar que não tenho mesmo nada para vestir. Damn it!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Coisas [parvas] do coração... II
Amava-te demasiado para te prender a algo só meu... a algo que só eu sentia. Por isso, te pedi para ires embora... para seres feliz com quem escolheste... para viveres em pleno uma relação que te deixa de coração cheio. Espero que tenhas conseguido encontrar aquilo que procuravas e que nunca te consegui dar. Acredita, amava-te demasiado para não te deixar partir e seguires o teu caminho.
domingo, 11 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Das publicidades...
Eu que gosto de homens com barba não lhes dava nada disto, mas acho piada a este anúncio...
Da minha sobrinha...
É verdade que não há nada como o amor. Hoje a minha sobrinha faz 4 anos e devo dizer que não há ninguém que me faça sorrir tanto como ela. Com as suas histórias, os seus gestos, as suas brincadeiras e os conselhos que ela, sabiamente, me vai dando. Se pudesse dava-lhe o mundo. Se pudesse nunca permitiria que ninguém a magoasse. Se pudesse lutaria com armas e dentes para que nenhum mal lhe acontecesse durante a sua vida inteira. Ela ainda não lê, mas ela sabe que a tia a adora... que a tia já a idolatra... que a tia a defenderia em qualquer lugar e em qualquer situação. Um dia, quando fores grande, revelar-te-ei esta mini dedicatória e, como tal, tenho de deixar aqui algo que percebas nessa altura: um beijinho à esquimó, meu amor, e muitos parabéns!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Do Herman...
Ele é lindinho. Ela é uma das vozes mais fofinhas da actualidade. Ele é espanhol. Ela é a portuguesa. Acho que vou pesquisar mais sobre ele...
[Já disse que ele era lindinho, não já?]
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
[E eu que nunca gostei do Natal!] VII
Acordei a sonhar com presentes, não com os que desejava receber, mas com os que quero oferecer. Nunca me preocupei muito com isto e sempre deixei tudo para a última. Acontece que este ano, quero evitar filas nos shoppings, encontrões, pessoas mal educadas, etc, etc. Nunca dei grande valor ao Natal, mas este ano merece que eu pelo menos incuta a mim própria o espírito natalício. Não me quero mesmo chatear! A lista não é grande porque em época de crise o melhor mesmo é ter em atenção os gastos. Não há presentes, há lembranças, e em primeiro lugar estão as crianças. Este ano, com um orçamento limitado, tenho procurado coisas com os 3 magníficos B's - coisas bonitas, boas e baratas. Depois de preparada a lista com os privilegiados com direito a prenda [que terminei esta manhã], o objectivo é fazer de tudo para não fugir às regras. A primeira compra correu bem: poupei 20€ no que estava previsto. Resta-me acreditar que para as outras também o vou conseguir fazer. [Desejem-me sorte, amigos!]
P.S.: Quanto à lista que enviei ao Pai Natal, tenho a dizer que ainda vou acrescentar mais umas coisitas [é que ao propor para os outros, saltam-me à vista coisas e coisas que me iriam fazer mesmo feliz!] Depois, é assim: portei-me tão bem este ano que mereço tudo e mais alguma coisa. [Pronto, já disse!] Sei que é provável que não venham todas, mas algumas hão-de vir... Cof, cof!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Olá Dezembro!
Já chegou. Veio para nos aquecer o coração, nos encher os dias de esperança e premiar-nos com sorrisos entre papéis que se rasgam, luzes que brilham e surpresas que se antevêem inspiradoras. O Dezembro é sempre um mês de reflexões, de análises e previsões. No que a mim me diz respeito, é talvez a altura do ano que mais me influencia [muito pelas memórias que vou coleccionando ao longo dos anos]. De todos os «Dezembros» pelos quais já passei, lembro com saudade um em particular; um Dezembro que jamais voltará a repetir-se; um Dezembro que me leva até ti, às palavras em vão, à luta sem razão, ao amor que nunca existiu [pelo menos da tua parte!]. Um Dezembro na cidade da minha vida e à qual voltaria de sorriso rasgado no rosto. Mas esse Dezembro trouxe outros Dezembros, daqueles que não se esquecem mas que não se sente a falta, de encontros fugazes, de conversas perdidas; Dezembros esses que não se repetem desde há dois anos. Se podia ser diferente? Podia... mas não seria a mesma coisa.
Entretanto, mais uma vez, o Dezembro advinha-se importante. Depois de alguns meses bastante complicados, tenho de me preparar para enfrentar o mundo. Novamente. Com toda a minha força e coragem. A única coisa que peço é que o Dezembro seja simpático e me ajude a acreditar que o 2012 será um ano bem diferente deste que está a terminar [que aqui entre nós, que ninguém nos lê, estou desejosa que acabe!].
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