domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Dos últimos dias...
Tenho passado demasiado tempo sozinha. Isto não me está a fazer nada bem. Sinto-me completamente desorientada. Não tenho nada para fazer e só me passam merdas pela cabeça... Que isto me passe rápido, se não vou dar em doida... Pffffffff!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Do São João...
Tenho a sorte de poder viver de perto o Santo António e o São João. Gosto de passear e pular e dançar por entre as nossas gentes e sentir de perto a tradição deste nosso Portugal tão mal tratado nos últimos tempos. O Santo António marcou a minha infância: as marchas, os manjericos, os carrinho de choque e afins, os concertos que a minha terrinha recebia. O São João marcou a minha adolescência e marca o meu presente: o Porto, o fogo de artifício, os martelos, o alho-porro, as ruas da invicta decoradas e coloridas e os balões a perderem-se no céu. Ambas as festas têm um elemento comum: a tão desejada sardinha. Acho que só como sardinhas em Junho. Sabem melhor, sei lá! E sempre que como a sardinha na broa, lembro-me do tão famoso ditado [a mulher e a sardinha querem-se da mais pequenina] e recordo que sempre me questionei acerca desta máxima popular. Ora bem, eu meço apenas 1,52m e, meus amigos e minhas amigas, fui sempre «posta de parte» por autênticos gigantones. Não percebo. Se a mais pequenina é a melhor, por que é que as grandes levam sempre a melhor??? Durante a minha vida toda, só Deus sabe, como gostava de ter uns centímetros a mais, [é que nem com saltos lá vou!] e sempre que chega o S. João e me dizem que a [a mulher e a sardinha querem-se da mais pequenina] só me dá vontade de oferecer chapada imediatamente. Enfim... pode ser que um dia o ditado me pareça verdade e eu me sinta em pleno no meu metro e meio de altura... Boa noite de São João! Divirtam-se e comam muita sardinha... de preferência, já agora, da mais pequenina!
terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Do susto...
Há dias em que nós nos perdemos na alegria que as coisas boas da vida nos proporcionam. Esta semana foi muito feliz, mas como diz o Charlie Brown «a razão de não podermos ser muito felizes é porque quando estamos muito felizes, algo de menos bom acontece!» Ontem, apanhei o maior susto da minha vida. Em poucos segundos destruí parcialmente o meu carro. Em poucos segundos vi toda a minha felicidade fugir-me entre os dedos sem que eu nada pudesse fazer. Desse momento, lembro-me de ter pensado que não podia ir contra o carro que estava à minha frente [que acabou por vir contra mim], de ter pensado nos meus pais, no meu irmão, na minha sobrinha, nos meus amigos, no meu cão, em todos os projectos que ainda tenho para acabar... e em ti. Não percebo porquê. Foi estranho. Lembrei-me que podia nunca mais ter a oportunidade de te falar, de te ver e ouvir. Foi assustador pensar que podia ter ficado ali e nunca mais ver as pessoas que mais adoro. Felizmente, só o meu querido e fiel amigo 207 ficou ferido... eu estou bem. Do acidente, ganhei apenas uns hematomas manhosos na parte esquerda do corpo, uma dor incrivelmente chata no pescoço e a certeza de que há coisas que realmente não importam nem interessam para nada. Por mais que a vida nos pareça complicada, ela é boa de se viver. Por mais que tenhamos que lidar com desilusões atrás de desilusões, é bom que saibamos que elas são necessárias para olharmos para a frente com uma motivação extra. Por mais que às vezes não nos apeteça sair de casa nem ver pessoas [como costumo dizer!], é bom que aprendamos rapidamente que o tempo não pode ser desperdiçado num sobreviver desconcertante.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
For Once In My Life
For once in my life I have someone who needs me
Someone I've needed so long
For once, unafraid, I can go where life leads me
And somehow I know I'll be strong
For once I can touch what my heart used to dream of
Long before I knew
Someone warm like you
Someone warm like you
Would make my dreams come true
For once in my life I won't let sorrow hurt me
Not like it hurt me before
For one, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore
For once, I can say, this is mine, you can't take itAs long as I know I have love, I can make it
For once in my life, I have someone who needs me
domingo, 12 de junho de 2011
Do estar / ser sozinha...
Não há nada mais ridículo do que vivermos numa vida que está longe de ser a nossa. Não há nada mais ridículo do que fingirmos ser alguém que não somos nem tão-pouco queremos ser. Não há nada mais ridículo que mendigar algo que sabemos que já não é nosso nem vai voltar a ser. Não há nada mais ridículo do que nos enganarmos a nós próprios na esperança de que a mentira nos faça feliz ou vá fazendo.
Todos os dias, tropeçamos em pessoas / coisas que nos enchem a alma de expectativas. A relação que criamos e vamos desenvolvendo com essas pessoas / coisas vai amadurecendo com o tempo e algumas das expectativas até conseguimos concretizar. O pior é quando tudo não passa de uma ilusão, de uma realidade imaginária que tão depressa surgiu, como rapidamente tomou conta de nós e nos comanda à distância sem dó nem piedade. O pior é quando deixamos de confiar nos outros e em nós mesmos.
A vida, dizem, é para ser aproveitada ao máximo, sem medos, sem rodeios e sem pudores. Só assim somos felizes... só assim podemos alcançar um estado pleno de bem-estar. Quantos de nós já não se afastaram de pessoas que amavam só porque estas nos magoaram? Quantos de nós já não se despediram de nós próprios por saber que é a única saída para nos livrarmos de algo que sufoca, que destrói, que mata? Quantos de nós já não amaram sem ser amados? Não perdoaram desilusões? Traições? Não lutaram lado a lado com o desrespeito e falta de amor-próprio? Quantos de nós já não sentiram que estão sozinhos no mundo apenas por não saberem olhar à volta? É verdade! Muitos de nós, provavelmente, viveu demasiado tempo com a cabeça na areia, interpretando longos estados de avestruz, sem perceber que o tempo está a correr e o que passou, passou e já não volta mais... sem ver o quanto o futuro importa.
Não sei o que vem por aí. Não sei mesmo. Tem dias que me apetece não estar só [talvez fruto dos 31 anos que já passei nesta condição... ou se quisermos 16... se apenas começarmos a contar a partir dos 15!]. Não é fácil olhar para trás e perceber que o amor [esse grande filho da puta] não quis nada comigo durante a minha vida inteira. Que só me ofereceu gente com um parafuso a menos, que me tratou como se não valesse aquilo que efectivamente valho. Não minto, gostava de saber como é ter alguém a ligar-me ao final do dia, a receber-me num abraço ao chegar a casa, a procurar-me se uma reunião me rouba mais minutos que o normal. Deve ser imensamente gratificante não depender só de nós próprios para um jantar de aniversário, para o planeamento de um fim-de-semana ou uma simples escolha de um filme. Deve ser extremamente gratificante saber que somos a prioridade na vida de alguém... que estamos em primeiro lugar para tudo... Que somos nós e isso basta! Mas, aprendi a estar sozinha. Eu sei estar sozinha... agora sei! E, às vezes, sabe muito bem estar só! Dizem que antes de se ser feliz com alguém, temos de aprender a ser feliz connosco e saber apreciar o prazer da nossa própria companhia. Pois bem, acho que cheguei a esta fase da minha vida. E por isso, exijo subir um patamar para investigá-lo detalhadamente... sem que qualquer pormenor me escape e com todos os erros e as imperfeições que esse estágio inclui. Exijo que desta vez as coisas não sejam inconsequentes. Exijo! Exijo! Exijo! Estou bem assim e não quero confusões, nem mentiras, nem ilusões... nem coisa nenhuma. É bom viver em paz e sossego.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Do irresistível...
Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... [...]
Subscrever:
Mensagens (Atom)


