quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Susanna Tamaro in Vai aonde Te leva o Coração
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
«A Pele que há em Mim»*
Quando o dia entardeceu... E o teu corpo tocou... num recanto do meu... Uma dança acordou... E o sol apareceu... De gigante ficou... Num instante apagou... O sereno do céu... E a calma a aguardar lugar em mim... O desejo a contar segundo o fim. Foi num ar que te deu... E o teu canto mudou... E o teu corpo do meu... Uma trança arrancou... E o sangue arrefeceu... E o meu pé aterrou... Minha voz sussurrou... O meu sonho morreu...
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
«A Pele que há em Mim»
Márcia
domingo, 21 de novembro de 2010
Ao Meu Amor...
*«O Meu Amor» foi escrito para a peça Ópera do Malandro de Chico Buarque e neste vídeo tem uma das mais belas interpretações de sempre... e um hino ao maior e mais desejado sentimento...
[O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz]
Como gostava de ter sido eu a escrever uma coisa destas. Como gostava de saber pôr em palavras um sentimento assim. Ao meu amor?! O meu amor, eu não sei definir. O meu amor, eu não sei onde e como está. Ao meu amor, apenas posso dizer que, até hoje, tem sido uma merda...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
...
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Estes meninos puseram, ontem, o coliseu todo a mexer. Só os ouço quando quero livrar-me dos pesadelos e, a verdade, é que resulta. A música deles é uma alegria contagiante. Adorei o concerto!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Coisas da Vida...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010
...
Aprendi a lidar com a indiferença, com a falta de reciprocidade, com a minha total liberdade e independência. Aprendi que a culpa não é minha, nunca foi. Aprendi que é nos bons momentos, naqueles em que a vontade de festejar nos invade, que se vê quem nos guarda, quem nos protege, quem cuida de nós e não deixa escapar um abraço de «Parabéns» ou um beijo de «Muitas Felicidades!». Mentir-te-ia se dissesse que não sinto falta de ti, mas aprendi que, realmente, há coisas que não acontecem por muito que se queira…
Respiro fundo. E penso até apagar tudo o que está escrito para trás. Tenho medo de mostrar o que sinto, de deixar que os dedos percorram o teclado sem travões, de «vomitar» as emoções que tantos gostam de ler e outros desprezam. Suspiro. E entre segundos lembro cada mensagem, cada palavra, cada gesto e cada prova de que nada valeu e nada mais vale a pena. Podia ter dado a volta ao mundo, podia ter composto uma sinfonia, podia ter escrito uma ode, podia até ter roubado uma estrela, que tudo isso teria sido insignificante… como tudo o resto foi.
Hoje, tudo o que eu mais desejava era ter-te do meu lado para te mostrar como sou uma menina corajosa. Era ter-te do meu lado e sentir que tinhas orgulho nos passos gigantes que estou a tentar dar. Era ter-te do meu lado e ver o teu sorriso rasgar por me veres feliz por ter conquistado mais uma vitória. Pois… hoje, isto era tudo o mais desejava… mas não tenho. Hoje, dói por dentro… porque a solidão fere, porque desististe de mim sem tentares conhecer-me ainda melhor, porque tu não «existes». Hoje, dói por dentro… porque me congelaste o coração e me fizeste ser uma pessoa que não sou… nem quero ser.
domingo, 17 de outubro de 2010
Hoje disseram-me: «'Tás uma mulher tão bonita!»... E não é que eu quase acreditei?
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Coisas do Coração...
É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos
A escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar
De olhar
Composição: Damien Rice (vers.: Ana Carolina e Seu Jorge)
sábado, 2 de outubro de 2010
«(Sobre)vivemos (In)felizes...»
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Dos passos decisivos...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Dos últimos tempos…
Os 30 trouxeram-me uma vida nova. Aliás, posso mesmo arriscar dizer que 2010 está a ser um ano que me definirá o resto da vida. Na verdade, os 29 foram o ponto de viragem, ainda que os 30 sejam, de facto, o ano da concretização de alguns sonhos. Posso ainda não ter sido abençoada com a magia do amor e o encanto de uma relação pura e completa, daquelas em que a partilha e a cumplicidade, as palavras e o respeito, a admiração e o orgulho fazem parte do DNA do dia-a-dia; daquelas onde se ultrapassam as dificuldades e as distâncias de sorriso rasgado e de bem com a vida; mas tenho recebido tanta coisa que, por vezes, sinto-me uma ingrata por desejar desmesuradamente a única coisa que nunca tive e deixar que isso influencie, todos os dias, um pouco, o meu sentido de humor e estado de espírito.
Andei perdida, sem rumo e com dúvidas que não se justificam. Andei perdida de mim, sem confiança, sem estima por mim própria e sem vontade de viver, e hoje sou outra porque a coragem e a força que trago em mim reapareceram onde já é habitual aparecer. Podem chamar o que quiserem: escape, fuga, refúgio, ou outra coisa qualquer, mas enquanto a cabeça trabalha até «os neurónios entrarem em curto-circuito», enquanto o corpo aguentar com as dores físicas e o cansaço de quem não dorme decentemente há mais de 2 semanas, vou servir-me disto até não poder mais. Abraço, neste momento, o projecto da minha vida: a minha empresa, a minha casa, o meu futuro. Abraço a vontade de sorrir todos os dias e pular de alegria por cada conquista, por cada sucesso, por cada vitória. E devo esta fase a todos os que nunca me deixaram desistir. Desistir do que eu gosto de fazer e do que me faz sentir bem… desistir de mim. Devo esta fase da minha vida aos sonhos, [que já quis matar], e ao desejo de os ver realizados. Apesar das dores de cabeça e pelo corpo inteiro, os nervos em franja, a adrenalina dos desafios constantes, as insónias, o mau feitio já tão característico nestas alturas e todos os problemas que disto possam surgir, já não me lembrava como era bom poder sentir-me esgotada e adorar. Sim, este é um cansaço delicioso!
Se «na vida nada acontece por acaso»?! Talvez. Agora, que somos nós que temos de lutar para que assim seja, sem receio de perder, de arriscar e de viver… lá isso somos! Venha quem vier e diga o que disser…
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Quase...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Do meu sistema nervoso…
Ando há um ano a tentar dizer a mim própria que os erros nos fazem crescer e são todos bens necessários. A verdade? Ando há um ano a mentir a mim própria. Os erros apenas servem para nos indicar outros caminhos e outras paragens… [Lamento tanto que não tenha sido capaz de ver as coisas como elas são. E tudo era tão simples!] Ando há um ano a despedir-me de memórias, de pessoas, e pesam-me os dias pelas portas que se fecham sem o mínimo de pudor. Preciso de descansar, de me sentir livre, de aconchegar as ideias e acreditar que os sonhos ainda se podem concretizar. Preciso de voltar a ser eu, sem rasto de mágoas e marcas que cheiram a ferida aberta. Preciso de parar, de recarregar baterias, de acalmar… Preciso de descobrir coisas novas e vivê-las sem medos. Preciso de vida, de vidas. Preciso da minha história e das histórias dos outros… dos que cá estão, dos que ainda me vivem e dos que ainda estão para vir. Preciso de pôr rédeas aos meus dias, só que ainda não sei bem como fazê-lo…
terça-feira, 22 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Da amizade...
O tempo de cada qual é o justo para si. Não é dado a ninguém a ocasião da polícia do tempo de outrem. De modo que à porta da nossa intimidade havemos de pôr a admiração por aquele que vai entrar, tanto em quanto diverge como em quanto coincide connosco. Por outras palavras: não vale mais o nosso mistério do que o de outro qualquer. Só o mistério chega inteiro ao fim.
Almada Negreiros in «Textos de Intervenção»
domingo, 6 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Porque hoje é dia Mundial da Criança...
Guie uma criança pelo caminho que ela deve seguir e guie-se por ela de vez em quando.
sábado, 22 de maio de 2010
Das mentiras...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Da Vida...
domingo, 9 de maio de 2010
O Lado B
domingo, 2 de maio de 2010
A Minha Voz Depois de Ti
Eu queria arrumar-te a casa, limpar-te os cinzeiros, fazer-te a comida e sentar-me à tua frente enquanto tu comes, só a olhar-te a comer. Eu queria acordar a teu lado antes de tu acordares e olhar-te dormir, olhar a tua cara toda, o teu corpo e só então vestir-me. Eu queria fazer tudo aquilo que te cansa que te não dá prazer e deixar-te tempo para o resto, o que importa. Eu queria levar-te a passear no meu carro de manhã num dia de semana de sol antes da primavera. Eu queria mostrar-te os meus discos e dançar, dançar só para ti, mesmo que tu já nem estivesses a olhar. Queria esperar-te aos domingos depois da missa, queria estar em silêncio a teu lado, no silêncio de um olhar que se prolonga infinitamente no silêncio de um gesto que traz consigo a mais terna carícia num silêncio de um eco que ficou da última palavra proferida, que nunca dissemos... Eu queria lavar a tua roupa com sabão azul no tanque do quintal e estendê-la na corda ao vento. Queria esperar-te de tarde sentada à mesa da cozinha, sabendo que tu não vens nem virás nesse dia e no outro, talvez no outro... Queria limpar o pó dos teus livros e encontrar por acaso num deles uma frase sublinhada, uma frase que seria tudo o que eu queria ouvir de ti naquele momento e ficar feliz, ser feliz por momentos... queria ir à praça comprar o peixe mais fresco e regatear com as peixeiras, gritando mais alto do que elas se fosse preciso. Queria de noite a dormir sentir um beijo teu quando chegas já de madrugada e sonhar contigo nessa noite. Eu queria não ter de escrever mais por já não ser preciso.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Do tempo...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
POEMA das COISAS
O estar ali, o ser de certo modo,
O saber-se como é, onde é que está e como,
O aguardar sem pressa, e atender-nos
Da forma necessária.
Serenas em si mesmas, sempre iguais a si próprias,
Esperam as coisas que o desespero as busque.
Abre-se a porta e o próprio ar nos fala.
As cortinas de rede, exactamente aquelas,
A cadeira onde a memória está sentada,
A mesa, o copo, a chávena, o relógio,
O móvel onde alguém permanece encostado
Sem volume e sem tempo,
Nós próprios, quando os olhos indignados
Nas pálpebras se encobrem.
Põe-se a pedra na mão e a pedra pesa,
Pesa connosco, forma um corpo inteiro
Fecha-se a mão e a mão toma-lhe a forma,
Conhece a pedra, estende-lhe o feitio
Sente-a macia ou áspera, e sabe em que lugares.
Abre-se a mão e a mesma pedra avulta.
Se fosse o amor dos homens
Quando se abrisse a mão já lá não estava.
ANTÓNIO GEDEÃO
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Constatação dos últimos dias II
P.S.: Antes que alguém pergunte: os Sportinguistas ou adeptos de outro qualquer clube são toleráveis! :D
quinta-feira, 18 de março de 2010
Constatação dos últimos dias...
domingo, 7 de março de 2010
De maneiras que é isto...
terça-feira, 2 de março de 2010
Vício...
Não consigo parar de ouvir... tem sido a minha companhia nas viagens para o trabalho e para casa. É realmente muito bom!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Do fim-de-semana...
Duas noites recheadas de boa música. Bem, umas melhores que outras, mas serões bastante agradáveis. Dos dois dias destaco Bill Callahan, Perry Blake e Noiserv... sem dúvida, as três interpretações que mais me cativaram. Camera Obscura foi uma boa opção para o fecho do festival: som alegre, divertido, com ritmos que custam manter o corpo sentado. Do primeiro dia trago a desilusão de Matt Valentine e Erika Elder que têm um registo difícil; e do segundo, a actuação do(s) Dakota Suite que foi um pedaço de tempo demasiado melancólico...sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
...
Please don't say we're done
When I'm not finished
I could give you so much more
Make you feel, like never before
Welcome, they said welcome to the floor
It's been a while
And you've found someone better
But I've been waiting too long to give this up
The more I see, I understand
But sometimes, I still need you
Sometimes, I still need you
...
I was struggling to get in
Left waiting outside your door
I was sure
You'd give me more
No need to come to me
When I can make it all the way to you
You made it clear
You weren't near
Near enough for me
Heart skipped a beat
And when I caught it you were out of reach
But I'm sure, I'm sure
You've heard if before
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Do medo...
A causa principal de ambos é que não nos ligamos ao momento presente antes dirigimos o nosso pensamento para um momento distante e assim é que a capacidade de prever, o melhor bem da condição humana, se vem a transformar num mal. As feras fogem aos perigos que vêem mas assim que fugiram recobram a segurança. Nós tanto nos torturamos com o futuro como com o passado. Muitos dos nossos bens acabam por ser nocivos: a memória reactualiza a tortura do medo, a previsão antecipa-a; apenas com o presente ninguém pode ser infeliz!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Porque é bom recordar...
i've been looking so long at these pictures of
you that i almost belive that they're real i've
been living so long with my pictures of you that
i almost believe that the pictures are all i can
feel
remembering you standing quiet in the rain as
i ran to your heart to be near and we kissed as
the sky fell in holding you close how i always
held close in your fear remembering you
running soft through the night you were bigger
and brighter than the snow and
screamed at the make-believe screamed at the
sky and you finally found all your courage to
let it all go
remembering you fallen into my arms crying
for the death of your heart you were stone
white so delicate lost in the cold you were
always so lost in the dark remembering you
how you used to be slow drowned you were
angels so much more than everything oh hold
for the last time then slip away quietly open
my eyes but i never see anything
if only i had thought of the right words i could
have hold on to your heart if only i'd thought of
the right words i wouldn't be breaking apart all
my pictures of you
Looking So long at these pictures of you but i
never hold on to your heart looking so long for
the words to be true but always just breaking
apart my pictures of you
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to feel you deep in my heart
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to never feel the breaking
apart all my pictures of you
Pictures Of You, The Cure
domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Os meus concertos 2010... :p
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
My music...
Yes I understand that every life must end, aw huh,..
As we sit alone, I know someday we must go, aw huh,..
I’m a lucky man to count on both hands
The ones I love,..
Some folks just have one,
Others they got none, aw huh,..
Stay with me,..
Let’s just breathe.
Practiced are my sins,
Never gonna let me win, aw huh,..
Under everything, just another human being, aw huh,..
Yeh, I don’t wanna hurt, there’s so much in this world
To make me bleed.
Stay with me,..
You’re all I see.
Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see,..
No one knows this more than me.
As I come clean.
I wonder everyday
as I look upon your face, aw huh,..
Everything you gave
And nothing you would take, aw huh,..
Nothing you would take,..
Everything you gave.
Did I say that I need you?
Oh, Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see,..
No one know this more than me.
As I come clean.
Nothing you would take,..
everything you gave.
Hold me till I die,..
Meet you on the other side.
«Just Breathe», Pearl Jam
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Das manhãs...
*Sim, estraguei a poesia toda d' O Meu Lado B com a palavra pila... lamento! A verdade é que eu também digo pila e outras palavras feias de vez em quando...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Deixa-me Rir
Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa, do Sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Jorge Palma
... é que não tem nada a ver...
Tudo por um Beijo
Hoje, ouvi na Antena 3 o novo single do Jorge Palma. É uma música escrita para o filme «A Bela e o Paparazzo» de António-Pedro Vasconcelos, que estreia no próximo dia 21 de Janeiro. Chama-se «Tudo por um Beijo» e traz de novo o amor ao repertório de Palma. Ainda não parei de a cantarolar e o ritmo da música não me sai da cabeça, mas não consigo decidir se gosto dela ou não: é demasiado simples e eu gosto das complicações e ironias a que ele nos habituou…
«Eu não sei bem quem tu és
Sei que gosto dos teus pés
Do teu olhar atrevido
Tu baralhas-me a razão
Invades-me o coração
E eu ando um pouco perdido
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo
Adivinha onde eu cheguei
Desde o tempo em que roubei a tua privacidade
Fiz de ti lírio quebrado
Fera de gesto acossado, vendi a tua ansiedade
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo
E agora que estamos sós, vamos ser apenas nós
Dar a volta ao argumento
Vamos fugir em segredo
Sumir por entre o enredo, soltar o cabelo ao vento
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro de mundo»
Jorge Palma








