segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
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Janeiro trouxe-me um novo projecto profissional, um carro e o medo de conduzir; Fevereiro deu-me muito trabalho; Março aproximou-nos... o longe fez-se perto e nós conseguimos encurtar a distância; Abril deu-me o Pico (a personagem fictícia do meu primeiro conto infantil - um conto escrito a seis mãos que é o primeiro de muitos, espero!) e é o mês em que festejamos mais um aniversário, trocamos beijos e cumprimos promessas... o primeiro fim começa aqui; Maio chegou com a mágoa e com muitas confusões... para além disso, comemorei mais um título do FCPorto e ultrapassei o medo da estrada; Junho foi o mês em que fiquei sem auto-rádio... a sensação que tive ao ser assaltada foi horrível... a mesma que senti quando me quiseram despedir; em Julho tive os piores dias da minha vida, mas também o melhor de ti... de nós! [Obrigada pelas "sessões de psicologia"]; com Agosto chegaram as férias... BARCELONA foi inesquecível - "Una vida es poco para mi!"; Setembro regressei ao desemprego... começou a luta que ainda mantenho... foi um mês marcado por reencontros e esperança! O "grão de areia" será sempre relembrado; Outubro levou-me até à SUÉCIA, DINAMARCA E INGLATERRA - uma viagem a três que espero repetir! -, mostrou-me o melhor e o pior de ti e obrigou-me a tomar a decisão mais difícil da minha vida... os pontos finais são sempre muito complicados de gerir!; Novembro, o primeiro mês sem ti... marcado pelo silêncio; por último, em Dezembro fui tia... com a chegada da minha sobrinha é impossível não sorrir...
E com um ano tão recheado não posso senão dizer que espero ter um 2008, pelo menos, parecido com este. Por tudo o que descrevi, o balanço é muito positivo, ainda que não acabe o ano da maneira que gostava... O próximo ano é par e admito: tenho medo. Mas, os "Mayas e afins" dizem que os nativos de Carneiro vão ter um ano excelente... assim o espero! ;)
domingo, 23 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Divagações II*
sábado, 8 de dezembro de 2007
Ariana*
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Nasceu ontem às 21h15. Pesa 2,92Kg e mede 48 cm. É a menina mais bonita que já alguma vez vi... Sou a tia mais babada do mundo!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
carta ao Pai Natal*
bem sei que já não sou pequenina, mas mesmo assim vou arriscar. Não quero muita coisa e como acho que me portei bem este ano, acho que mereço, pelo menos, a tua atenção. De qualquer forma, apresento-te as minhas sinceras desculpas se achares que isto é um abuso. Então, para 2008:
- Gostava de poder continuar a aprender a ser jornalista, mas se não for possível que venha alguma coisa na área. Importa é que me ponhas no sapatinho o emprego...
- Gostava de ter a oportunidade com aquela pessoa que tu sabes... aquele teimoso que se fecha a sete chaves e não deixa entrar ninguém, sabes Pai Natal?!? Gostava de ter a oportunidade que ele diz já ter dado, mas se não for possível ao menos que não nos esqueçamos um do outro. Importa é que a amizade perdure...
- Gostava de ter por perto todos os meus amigos... que eles estivessem sempre comigo. Mas se não for possível, que consigamos estar pelo menos as mesmas vezes que estivemos este ano. Importa é que se matem as saudades...
- Gostava que a minha família continuasse bem, e se não for possível que tenhamos todos força para ultrapassar os problemas com um sorriso nos lábios. Importa é que continuemos unidos...
Por último,
- Gostava de ter a mesma coragem para aguentar o 2008 como tive que suportar partes do 2007, mas se não for possível que seja porque em 2008 não vou ter de enfrentar doses de desânimo. Importa é que me deixes continuar a ser eu...
Para quem nunca pediu muito, achas que estou a pedir demais?! (envergonhada)
Aahhh! E já agora, gostava de poder viajar tanto como em 2007, mas se não for possível que consiga pelo menos conhecer um sítio novo, fora ou dentro do país. Importa é que viva outras culturas, outras pessoas, outros "mundos"...
Beijinhos, Pai Natal
Um Bom Ano e uma boa distribuição ;)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
amor combate*
eu quero estar lá quando tu tiveres de olhar para trás...
sempre quero ouvir aquilo que guardaste para dizer no fim...
eu não te posso dar aquilo que nunca tive de ti, mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
se o nosso amor é um combate então que ganhe a melhor parte.
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o chão que pisas sou eu...
(...)
o nosso amor morreu quem o matou fui eu.
o chão que pisas sou eu...
(...)
se o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
(...)
Linda Martini
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sábado, 24 de novembro de 2007
do Lat. extraneu
adj.,
desconhecido;
que não é usual;
curioso, singular;
extraordinário;
anormal;
descomunal;
admirável;
censurável;
repreensível;
impróprio;
livre;
isento;
arredio;
esquivo;
s. m.,
estrangeiro;
que é de fora.
(in Priberam)
terça-feira, 20 de novembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
BEM-VINDO, INVERNO!
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Big Girls Don't Cry - Fergie
The smell of your skin lingers on me now
You're probably on your flight back to your home town
I need some shelter of my own protection baby
To be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry
The path that I'm walking
I must go alone
I must take the baby steps 'til I'm full grown, full grown
Fairytales don't always have a happy ending, do they?
And I foresee the dark ahead if I stay
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Like the little school mate in the school yard
We'll play jacks and UNO cards
I'll be your best friend and you'll be mine Valentine
Yes you can hold my hand if you want to
'Cause I want to hold yours too
We'll be playmates and lovers and share our secret worlds
But it's time for me to go home
It's getting late, dark outside
I need to be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry
(Não gosto da Fergie... não gosto da música dela... mas este tema mexe comigo. Talvez seja pelo momento que atravesso... talvez seja pelo simples facto de a ouvir 50 mil vezes ao dia e pensar sempre na letra... é daquelas que nos fazem andar a cantar a toda a hora...)
domingo, 11 de novembro de 2007
Divagações...
Hoje, olho para trás e nem sei bem como é que to disse e como consegui fazê-lo. E lembro que esta luta continua. Diferente, mas continua... Acho que fizemos e fazemos tudo errado. Começamos tarde. Começamos quando tudo acabou. E, agora, começa a ser difícil gerir o que sentimos. O que sentimos no passado e o que sentimos, agora, no presente. “Só” isso. Esta ausência imposta, quase que obrigatória, é tão estranha... gostamos tanto um do outro e acabamos por nos magoar tanto.
Tenho andado a pensar em como te tornaste importante na minha vida... e se não falar contigo é mesmo a solução... Pensei em agir assim para custar menos, mas não custa nem mais nem menos... Custa, simplesmente!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Primeiro, porque teve a mesma ideia do que eu ao ver o jogo de ontem do FCP - Marselha... Peço desculpa Menphis-Child pelo atrevimento, mas vou transcrever exactamente o que escreveste porque eu não diria melhor:
"Devemos encarar os problemas na vida como o golo do Sektioui: pegamos nele, enfrentamos com peito feito, cheios de confiança, saltamos por cima, passamos pelo meio das dificuldades, deitámos o último obstáculo e arrumamos o assunto com convicção, mesmo que isso possa doer a muita gente."
Só acrescento, ninguém nos parava! ;)
Depois, tenho de responder ao desafio que ele me lançou no cantinho dele - o desafio da página 161. Eu não sei se consigo uma frase mais "bonita e cheia de força e esperança" do que aquela que transcrevi... Mas... ;)
Comecei a ler A Bruxa de Portobello de Paulo Coelho. A quinta frase reza assim:
"Você transforma-se num canal, ouve-se a si própria, surpreende-se com o que é capaz."
Agora, passo a 5 amigos bloggers, para que a corrente não se quebre... Só têm de transcrever no vosso blog a quinta frase completa da página 161 do livro que tiverem mais perto...
manhoso - porque a tua leitura é sempre de bom gosto... ;)
covinhas - vamos ver o que andas a ler... ;)
imca - porque és o meu ídolo ;)
coccinella - porque me lanças sempre desafios... ;)
tiago - porque não tens nada a perder... ;)
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
O JOGO
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer, sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior aqui
Está frio demais para apostar em mim
Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós
És tu quem quer mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais para me sentir...
Mas queres ficar...
Tudo o que é meu é tudo o que eu não sei largar
Queres levar tudo o que é meu e tudo o que eu não sei largar...
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder...
Tudo o que é meu é tudo o que eu não sei largar
Queres levar tudo o que é meu e tudo o que eu não sei largar...
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder...
domingo, 4 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
DANÇAR
mover o corpo cadenciadamente, em geral ao som compassado da voz ou de instrumento
de música;
girar;
rodopiar;
mover-se;
saltar;
(in Dicionário Língua Portuguesa)
Dançar é isto e muito mais... é alegria, é sorrir, é mostrar-nos vivos e de bem com a vida. Eu adoro dançar, sem saber fazê-lo muito bem. Adoro dançar até cair. Até que os músculos do corpo doam. Pela madrugada dentro. Adoro... e tenho de recomeçar a fazer isto mais vezes... ;)
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
UM PARÊNTISIS...
Reli alguns dos meus textos e a ideia com que fiquei é que sou uma mulher triste... cheia de sonhos, mas triste. Acabo por deixar aqui os piores momentos da minha vida... aqueles que me fazer sentir viva, sim, mas que me magoam. Aqueles momentos que doem só de pensar...
Gostava que soubessem – todos vós que ainda vêm aqui ler o que escrevo – que esta é só uma parte de mim... aquela que não revelo... aquela que escondo aos que convivem comigo diariamente. Que é só minha. Que está dentro de mim... Eu sou uma mulher cheia de força e coragem e que tem dado sempre volta aos problemas, mas a vida tem-me posto demasiadas vezes à prova. E como lá fora tenho de ser eu... aqui, ponho a nu todas as minhas fraquezas... é só isso! Ultimamente, tenho tido alguns percalços... e é mais difícil sorrir... principalmente, n’ O Meu Lado B onde posso exprimir o que me vai na alma e no coração. Eu consigo abstrair-me dos problemas e dar boas gargalhadas... mas essas não fazem com que eu consiga preencher uma folha em branco. Há quem diga que a tristeza é a melhor fonte de inspiração... e talvez seja isso que se passa comigo.Tenho o dom de não saber manter as pessoas junto a mim... perco-as muito facilmente. E nem sei bem porquê. Alguns de vós acompanham este meu lado há algum tempo e não quero que me vejam como uma chata, “cinzentona” e que não sabe fazer outra coisa senão lamentar-se. Espero que já saibam ler as entrelinhas. Por trás de todas estas palavras tristes e amarguradas, com sonhos pelo caminho, existe uma mulher normal que não é mais que uma menina que sonha em ser feliz todos os dias.)
terça-feira, 23 de outubro de 2007

Diz-se que a idade dos porquês se vive entre os três e os quatro anos. A minha pergunta é: então, por que raio é que estou a vivê-la aos 27?
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
DE VOLTA À REALIDADE
Depois de uns dias pelo sul da Suécia estou de volta à minha vida e ao meu dia-a-dia... o que não me deixa muito motivada, mas é o que tenho.
Em cinco dias vivi mais do que nos últimos meses. Conhecer outras realidades é o que a vida tem de melhor. Andei por Malmö, Bästad e Halmstad - com passagens por Gotemburgo e Lund - na Suécia, dei um pulo até Copenhaga e no regresso ainda espreitei Londres. Foram dias frenéticos e com muitos quilómetros a pé, de comboio, de carro e de avião, mas valeu a pena. É bom sairmos do nosso meio para descobrir outras pessoas, outros costumes, outras formas de viver...
Numa palavra: ADOREI!
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
s. f.,
acto de negar;
nega;
inaptidão;
falta de vocação;
falta ou carência de alguma coisa;
recusa;
rejeição;
- de si mesmo: abnegação, renúncia.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
“Tenho um jogo que quero jogar contigo. E se eu descontruísse a tua personalidade? Se me limitasse a repetir mentiras ao teu ouvido de tal forma que elas se tornassem a tua verdade? Tens consciência de que há diferentes verdades para cada um de nós, não tens? Tens consciência que o azul que eu vejo é diferente do que tu vês e que o sabor de canela é distinto para cada um de nós, não tens? E se eu te repetisse mentiras de forma constante, de forma séria e credível, até que acreditasses serem essas as palavras a mais pura das verdades? Ficarias sereno à espera que tudo voltasse ao normal? Ou adoptarias um novo estilo de vida e tentarias adaptar-te, mesmo não acreditando?
E se eu te dissesse para não saltares, cantares ou dançares? E que a tua voz não é bem-vinda para o que te rodeia? E se eu te ordenasse que sejas o que detestas, que sejas o que não és, que saboreies o que não gostas? E se eu te obrigasse a esquecer as coisas que desejas, as pessoas que amas, os sonhos que te invadem a noite? E se eu até o sonho te roubar? Se te proibir de dormir, te obrigar a ficar acordado a olhar o vazio, sem poderes pensar em nada? Terias medo? Vontade de gritar? E se eu te tirasse a voz? Se quisesses gritar e não conseguisses? Talvez me dissesses que o ódio é o alimento do futuro, não era? O único sentimento capaz de crescer, de ficar cada vez maior, até que tudo o resto fosse consumido e apenas nós existíssemos, a gritar para o infinito, neste vértice de ódio e loucura, não era?
E se eu te jurasse que o amor não existe? Se jurasse tantas vezes que o amor não existe, acreditavas? E se depois de te desconstruir a alma, depois de te apresentar tantas mentiras que parecem verdades, te largasse no teu mundo? Ficarias assustado? Lutarias com unhas e dentes para regressar à tua realidade? Ou irias para casa e ficarias fechado no teu quarto encolhido sobre ti mesmo, tentando perceber? Sem querer sentir outra vez aqueles cheiros, que te trazem recordações que anseias serem outra vez realidade? Ou esquecer que eles alguma vez existiram? Serias capaz de ficar consciente de que és apenas parte do que podias ser? Que és infeliz apesar de todas as aparências e de todas as recompensas falsas?
Esperneavas? Revoltavas-te? Apesar do medo, corrias para fora do casulo que construí, agora, em teu redor? Não, não acredito que o fizesses... Apenas, descobrias que o amor existe e é afinal a única redenção. Descobrias que uma simples carícia era capaz de te construir outra vez, te devolvia a personalidade. Descobrias que uma só palavra era capaz de te fazer abandonar o mal e que um beijo te fazia esquecer de que tens medo do escuro e te permite sentir as coisas com verdade...”
terça-feira, 9 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
HAJA PACIÊNCIA!
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
CARTAS DE AMOR...
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Eu concordo. Se tudo no amor é ridículo, por que é que as cartas de amor não seriam ridículas?! E concordo sem saber o que é uma carta de amor. Quer dizer... já fui ridícula ao ponto de as escrever uma vez ou outra, mas não sei o que é ler uma carta de amor. Talvez já tenha recebido... camuflada de sabe Deus o quê... mas das verdadeiras... "das tais"... das que nos tatuam no coração as palavras que as compõem... dessas, acho que nunca recebi! Gostava. Imagino que numa carta de amor venha parte da alma de quem a escreve. Imagino que no papel esteja estampado o amor que une dois seres... Imagino o bem que uma carta dessas pode fazer... Imagino, mas não sei o que é uma carta de amor... Estou quase certa de que nunca li nenhuma... o que tenho lido não é suficientemente ridículo... suficientemente ridículo para ser uma carta de amor...
domingo, 16 de setembro de 2007
CORAGEM
s. f.,
firmeza de espírito, energia diante do perigo;
intrepidez;
ânimo;
valentia;
perseverança.
( http://www.priberam.pt/)
E é esta CORAGEM que espero que nunca me falte...
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Gosto de rir até que a barriga me doa.
Gosto de fazer rir os outros até que a barriga lhes doa...
Gosto muito de rir.
Dar gargalhadas... muitas... daquelas que se ouvem por todo o lado. Rir à gargalhada com o que digo, com o que faço, com o que ouço.
Gosto de rir.
Sim.
Gosto mesmo muito de rir.
Esqueço-me é muitas vezes de como se faz...
domingo, 2 de setembro de 2007
ESTOU DE VOLTA!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
sábado, 18 de agosto de 2007
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
FÉRIAS!
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
CÂNTICO NEGRO
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!
José Régio
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
A NEW, NEW, NEW BEGINNING...
.jpg)
Hoje, começa uma nova etapa da minha vida... tinha de o registar aqui.
Não sei o que vem por aí. Mesmo. É uma nova etapa, mas com algumas semelhanças de um passado ainda recente... Espero que, pelo menos, fiquem as amizades que julgo ter conseguido. Amanhã e depois penso no que vai ser o resto da minha vida...
A ver vamos...
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
À BART SIMPSON...
SOOOOOUUUUUUUUU CAAAAAPPPPPPAAAAAAAZZZZZZZZZZZZZZZZZZ...
sábado, 21 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
quarta-feira, 11 de julho de 2007
VERDADES E MENTIRAS
segunda-feira, 9 de julho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
Ando cansada. Sinto-me longe de tudo e todos, mas principalmente de mim. Ando há demasiado tempo de sorriso entristecido, de coração vazio, de alma abandonada...
A intenção é recuperar o que por minha vontade perdi. Sério! É mesmo isso que quero. Deixei que tudo na minha vida chegasse a um ponto fora do meu controlo. Não posso deixar que sejam os outros a dar um rumo à minha vida... Não posso mais não pensar no valor que tenho... Eu sei isso muito bem... Mas que posso eu fazer para mudar as coisas? Recomeçar do zero?! Serei eu capaz? Não consigo voltar a ser a mesma... Tenho medo que tudo se repita... Não consigo ser aquela pessoa que fui... Nunca mais! A insegurança e o medo, agora, fazem parte de mim...
Preciso de um plano B, ou C, ou D, ou X, Y, Z... para combater este mal que me esmaga há tanto tempo... preciso de um plano para não cair em decadência. É que não quero ser perfeita... nunca quis e continuo a não querer... mas gostava de me sentir assim, de vez em quando. É urgente parar o jogo do faz-de-conta... Já!
sábado, 16 de junho de 2007
A menina não quer ser perfeita. A menina só quer que a aceitem como ela é. Sem cinismos, mentiras e hipocrisias. A menina só quer crescer feliz...
A menina não mente. A menina não esconde. Não consegue. É transparente demais para conseguir sequer fazê-lo. A menina não suporta guardar as emoções... as que a fazem sorrir, as que a fazem corar de vergonha e as que a traem e magoam.
A menina é inocente. Acredita. Acredita. Acredita... A menina não sabe. A menina sonha muito... É muito ingénua. Não vê o que lhe está à frente dos olhos.
A menina procura o lugar seguro... um canto para se encolher. A menina não encontra. Encolhe-se em si mesma. A menina sabe que só ela encontra o caminho... ainda que seja a verdade mais dura que encara na vida.
A menina sente-se sozinha. Já não é menina. Quer muito ser, ainda. Já não é! A menina é menina sem ninguém vê-la como tal. E mesmo longe de tudo e de todos, desiludida e completamente perdida... a menina vai continuar a querer ser menina.
terça-feira, 29 de maio de 2007
sábado, 19 de maio de 2007
...que pena não poder fazer o mesmo com a minha cabeça!
terça-feira, 8 de maio de 2007
POST ANTIGO...
Se não me queres junto a ti, deixa-me sentir a liberdade... deixa-me voar para longe de ti... deixa-me sentir livre de nós...
Se não pensas sequer em mim, leva tudo contigo... todas as lembranças...Vai e esquece tudo a partir de agora... sem culpas... esquece as promessas...
Mas...
Se queres ser o meu cais, afinal, pede-me desculpa pelos dias que passo sem ti, pelas noites que passo acordada e pelas lágrimas que já chorei...
Se ainda me queres um bocadinho que seja, grita-me aos ouvidos que te preocupas comigo, que tens saudades minhas e admite que a tua decisão foi a menos acertada...
Se ainda é possível, pede-me desculpa. Basta isso. Surpreende-me...
Este post tem mais ou menos um ano... mas serve que nem uma luva...
O tempo passa, mas nada muda. Feliz ou infelizmente...
domingo, 6 de maio de 2007
terça-feira, 1 de maio de 2007
DEIXAS EM MIM TANTO DE TI
Que te impeçam de partir,
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir.
Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mim tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
A estrada ainda é longa,
Cem quilómetros de chão,
Quando a espera não tem fim,
Há distâncias sem perdão.
Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mimTanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
Navegas escondida,
Perdes nas mãos o meu corpo,
Beijas-me um sopro de vida,
Como um barco abraça o porto.
Porque tu,
Deixas em mim tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
Pedro Abrunhosa
domingo, 15 de abril de 2007
quarta-feira, 11 de abril de 2007
domingo, 8 de abril de 2007

sábado, 24 de março de 2007
terça-feira, 20 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já...
Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
"aquela que nunca amou."
E esse é o maior dos sofrimentos:
Não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...
Pablo Neruda
domingo, 25 de fevereiro de 2007
BIRRA ASSUMIDA...

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
“Depois vem a altura em que se quer tudo outra vez. Tal e qual. Antes de ser adulto ou coisa parecida. Sabes que nunca se volta a ser o que se era, porque o tempo tem instrumentos de tatuar e o segundo volta igual. Guarda-se tudo numa caixinha... pequena... que se abre de vez em quando e volta-se a noção que no presente quer-se tudo outra vez.”
Tiago Bettencourt




