Se não és o meu porto de abrigo, corta os laços que me unem a ti e deixa-me respirar...
Se não me queres junto a ti, deixa-me sentir a liberdade... deixa-me voar para longe de ti... deixa-me sentir livre de nós...
Se não pensas sequer em mim, leva tudo contigo... todas as lembranças...Vai e esquece tudo a partir de agora... sem culpas... esquece as promessas...
Mas...
Se queres ser o meu cais, afinal, pede-me desculpa pelos dias que passo sem ti, pelas noites que passo acordada e pelas lágrimas que já chorei...
Se ainda me queres um bocadinho que seja, grita-me aos ouvidos que te preocupas comigo, que tens saudades minhas e admite que a tua decisão foi a menos acertada...
Se ainda é possível, pede-me desculpa. Basta isso. Surpreende-me...
Este post tem mais ou menos um ano... mas serve que nem uma luva...
O tempo passa, mas nada muda. Feliz ou infelizmente...
terça-feira, 8 de maio de 2007
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6 comentários:
Eu conheço esse blog há mais ou menos um ano, e os posts me cabem que nem uma luva.
O tempo passa, mas nada muda. Mas nesse caso é felizmente ...
=)
mariana: só te posso agradecer as palavras... és muito simpática! :)
Este texto que escreveste descreve na perfeição o meu estado de alma neste momento. Descreve exactamente o que sinto, muito melhor do que eu própria alguma vez conseguiria fazer. Muito spooky! ;)
maga patalógika: às vezes também me acontece ler nas palavras dos outros o que me vai na alma... acho que é uma maneira de não nos sentirmos tão sós... há muita gente a sentir o mesmo! ;)
Hmmm. Pois, realmente tenho ideia que já li isto nalgum lado. Mas, desnorteada... É andar para a frente, sim?
Já cá não vinha há uns tempos, está arejado e bonito. Gostei.
Tiago: é o que ando a fazer... a andar para a frente! E tens de vir cá mais vezes... ;)
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