quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Quase...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Do meu sistema nervoso…
Ando há um ano a tentar dizer a mim própria que os erros nos fazem crescer e são todos bens necessários. A verdade? Ando há um ano a mentir a mim própria. Os erros apenas servem para nos indicar outros caminhos e outras paragens… [Lamento tanto que não tenha sido capaz de ver as coisas como elas são. E tudo era tão simples!] Ando há um ano a despedir-me de memórias, de pessoas, e pesam-me os dias pelas portas que se fecham sem o mínimo de pudor. Preciso de descansar, de me sentir livre, de aconchegar as ideias e acreditar que os sonhos ainda se podem concretizar. Preciso de voltar a ser eu, sem rasto de mágoas e marcas que cheiram a ferida aberta. Preciso de parar, de recarregar baterias, de acalmar… Preciso de descobrir coisas novas e vivê-las sem medos. Preciso de vida, de vidas. Preciso da minha história e das histórias dos outros… dos que cá estão, dos que ainda me vivem e dos que ainda estão para vir. Preciso de pôr rédeas aos meus dias, só que ainda não sei bem como fazê-lo…
terça-feira, 22 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Da amizade...
O tempo de cada qual é o justo para si. Não é dado a ninguém a ocasião da polícia do tempo de outrem. De modo que à porta da nossa intimidade havemos de pôr a admiração por aquele que vai entrar, tanto em quanto diverge como em quanto coincide connosco. Por outras palavras: não vale mais o nosso mistério do que o de outro qualquer. Só o mistério chega inteiro ao fim.
Almada Negreiros in «Textos de Intervenção»
domingo, 6 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Porque hoje é dia Mundial da Criança...
Guie uma criança pelo caminho que ela deve seguir e guie-se por ela de vez em quando.
sábado, 22 de maio de 2010
Das mentiras...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Da Vida...
domingo, 9 de maio de 2010
O Lado B
domingo, 2 de maio de 2010
A Minha Voz Depois de Ti
Eu queria arrumar-te a casa, limpar-te os cinzeiros, fazer-te a comida e sentar-me à tua frente enquanto tu comes, só a olhar-te a comer. Eu queria acordar a teu lado antes de tu acordares e olhar-te dormir, olhar a tua cara toda, o teu corpo e só então vestir-me. Eu queria fazer tudo aquilo que te cansa que te não dá prazer e deixar-te tempo para o resto, o que importa. Eu queria levar-te a passear no meu carro de manhã num dia de semana de sol antes da primavera. Eu queria mostrar-te os meus discos e dançar, dançar só para ti, mesmo que tu já nem estivesses a olhar. Queria esperar-te aos domingos depois da missa, queria estar em silêncio a teu lado, no silêncio de um olhar que se prolonga infinitamente no silêncio de um gesto que traz consigo a mais terna carícia num silêncio de um eco que ficou da última palavra proferida, que nunca dissemos... Eu queria lavar a tua roupa com sabão azul no tanque do quintal e estendê-la na corda ao vento. Queria esperar-te de tarde sentada à mesa da cozinha, sabendo que tu não vens nem virás nesse dia e no outro, talvez no outro... Queria limpar o pó dos teus livros e encontrar por acaso num deles uma frase sublinhada, uma frase que seria tudo o que eu queria ouvir de ti naquele momento e ficar feliz, ser feliz por momentos... queria ir à praça comprar o peixe mais fresco e regatear com as peixeiras, gritando mais alto do que elas se fosse preciso. Queria de noite a dormir sentir um beijo teu quando chegas já de madrugada e sonhar contigo nessa noite. Eu queria não ter de escrever mais por já não ser preciso.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Do tempo...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
POEMA das COISAS
O estar ali, o ser de certo modo,
O saber-se como é, onde é que está e como,
O aguardar sem pressa, e atender-nos
Da forma necessária.
Serenas em si mesmas, sempre iguais a si próprias,
Esperam as coisas que o desespero as busque.
Abre-se a porta e o próprio ar nos fala.
As cortinas de rede, exactamente aquelas,
A cadeira onde a memória está sentada,
A mesa, o copo, a chávena, o relógio,
O móvel onde alguém permanece encostado
Sem volume e sem tempo,
Nós próprios, quando os olhos indignados
Nas pálpebras se encobrem.
Põe-se a pedra na mão e a pedra pesa,
Pesa connosco, forma um corpo inteiro
Fecha-se a mão e a mão toma-lhe a forma,
Conhece a pedra, estende-lhe o feitio
Sente-a macia ou áspera, e sabe em que lugares.
Abre-se a mão e a mesma pedra avulta.
Se fosse o amor dos homens
Quando se abrisse a mão já lá não estava.
ANTÓNIO GEDEÃO
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Constatação dos últimos dias II
P.S.: Antes que alguém pergunte: os Sportinguistas ou adeptos de outro qualquer clube são toleráveis! :D
quinta-feira, 18 de março de 2010
Constatação dos últimos dias...
domingo, 7 de março de 2010
De maneiras que é isto...
terça-feira, 2 de março de 2010
Vício...
Não consigo parar de ouvir... tem sido a minha companhia nas viagens para o trabalho e para casa. É realmente muito bom!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Do fim-de-semana...
Duas noites recheadas de boa música. Bem, umas melhores que outras, mas serões bastante agradáveis. Dos dois dias destaco Bill Callahan, Perry Blake e Noiserv... sem dúvida, as três interpretações que mais me cativaram. Camera Obscura foi uma boa opção para o fecho do festival: som alegre, divertido, com ritmos que custam manter o corpo sentado. Do primeiro dia trago a desilusão de Matt Valentine e Erika Elder que têm um registo difícil; e do segundo, a actuação do(s) Dakota Suite que foi um pedaço de tempo demasiado melancólico...sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
...
Please don't say we're done
When I'm not finished
I could give you so much more
Make you feel, like never before
Welcome, they said welcome to the floor
It's been a while
And you've found someone better
But I've been waiting too long to give this up
The more I see, I understand
But sometimes, I still need you
Sometimes, I still need you
...
I was struggling to get in
Left waiting outside your door
I was sure
You'd give me more
No need to come to me
When I can make it all the way to you
You made it clear
You weren't near
Near enough for me
Heart skipped a beat
And when I caught it you were out of reach
But I'm sure, I'm sure
You've heard if before
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Do medo...
A causa principal de ambos é que não nos ligamos ao momento presente antes dirigimos o nosso pensamento para um momento distante e assim é que a capacidade de prever, o melhor bem da condição humana, se vem a transformar num mal. As feras fogem aos perigos que vêem mas assim que fugiram recobram a segurança. Nós tanto nos torturamos com o futuro como com o passado. Muitos dos nossos bens acabam por ser nocivos: a memória reactualiza a tortura do medo, a previsão antecipa-a; apenas com o presente ninguém pode ser infeliz!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Porque é bom recordar...
i've been looking so long at these pictures of
you that i almost belive that they're real i've
been living so long with my pictures of you that
i almost believe that the pictures are all i can
feel
remembering you standing quiet in the rain as
i ran to your heart to be near and we kissed as
the sky fell in holding you close how i always
held close in your fear remembering you
running soft through the night you were bigger
and brighter than the snow and
screamed at the make-believe screamed at the
sky and you finally found all your courage to
let it all go
remembering you fallen into my arms crying
for the death of your heart you were stone
white so delicate lost in the cold you were
always so lost in the dark remembering you
how you used to be slow drowned you were
angels so much more than everything oh hold
for the last time then slip away quietly open
my eyes but i never see anything
if only i had thought of the right words i could
have hold on to your heart if only i'd thought of
the right words i wouldn't be breaking apart all
my pictures of you
Looking So long at these pictures of you but i
never hold on to your heart looking so long for
the words to be true but always just breaking
apart my pictures of you
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to feel you deep in my heart
there was nothing in the world that i ever
wanted more than to never feel the breaking
apart all my pictures of you
Pictures Of You, The Cure






