Quando escrevo a descrever uma emoção, um objecto, um local, uma coisa qualquer nunca penso se essa é a descrição certa ou não. Simplesmente escrevo. Resolvi ver até que ponto as pessoas entendem o que quero dizer com as palavras que muitas vezes me limito a teclar. Palavras que me saem dos dedos sem menor esforço e que para mim representam, apenas, o que sinto...
Bate no corpo e o corpo sente… laço eterno com o céu ou o inferno, o infinito ou o vazio. Rodopio. Apetece-me. Tem demasiada influência sobre mim. Ao pôr do sol, com o nascer da lua. Escuto. Gosto. E é tão raro que até o tempo perde tamanho.
Lanço-vos o desafio. De que estou eu a falar?
sexta-feira, 22 de julho de 2005
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2 comentários:
hum.... da cachaça? ;)
So: nem mais! :D
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