segunda-feira, 1 de maio de 2006

Publicado por Desnorteada às 11:26 p.m.
Bem sei que a vida não pode avançar com base no passado, mas ultimamente são as recordações do que já vivi que me fazem seguir caminho. As palavras têm-me falhado, por isso deixo-vos as de outros. Façam delas as minhas.

A Severa foi-se embora,
O tempo pra mim parou,
O passado foi com ela,
Para mim não mais voltou.

As horas pra mim são dias,
As horas pra mim são dias,
Os dias pra mim são anos,
Recordação é saudade,
Recordação é saudade,
Saudades são desenganos.

Ó tempo volta pra trás,
Traz-me tudo que eu perdi,
Tem pena e dá-me a vida,
A vida que eu já vivi.

Ó tempo volta pra trás
Mata as minhas esperanças vãs,
Vê que até o próprio sol
Volta todas as manhãs,
Vê que até o próprio sol
Volta todas as manhãs.

Porque será que o passado
E o amor são tão iguais?
Porque será que o amor
Quando vai não volta mais?

Mas para mim a Severa,
Mas para mim a Severa,
É o eco dos meus passos,
Eu tenho a saudade à espera,
Eu tenho a saudade à espera,
Que ela volte prós meus braços.

Ó tempo volta pra trás
Traz-me tudo que eu perdi
Tem pena e dá-me a vida
A vida que eu já vivi

Ó tempo volta pra trás
Mata as minhas esperanças vãs,
Vê que até o próprio sol
Volta todas as manhãs,
Vê que até o próprio sol
Volta todas as manhãs.

António Mourão/Manuel Paião

1 comentários:

Anónimo disse...

Amo essa musica! ate a tocamos na tuna... mt boa escolha!

 

O Meu Lado B Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos