Muito marota esta tal de saudade, não achas? Às vezes aparece sob a forma de lembranças que aquecem o coração; outras, sob a forma destas mesmas lembranças, mas deixando um vazio na alma e uma dor que chega a ser difícil descrever.
Ultimamente, ando a conviver mais do que gostaria com a tal de saudade também.
Mas uma coisa que descobri e talvez possa ser-te útil é o seguinte: não escolhemos a hora que a danada chega e invade-nos, mas podemos escolher o quanto a alimentamos e o quanto a deixamos permanecer cada vez que ela aparece. ;)
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2 comentários:
Muito marota esta tal de saudade, não achas?
Às vezes aparece sob a forma de lembranças que aquecem o coração; outras, sob a forma destas mesmas lembranças, mas deixando um vazio na alma e uma dor que chega a ser difícil descrever.
Ultimamente, ando a conviver mais do que gostaria com a tal de saudade também.
Mas uma coisa que descobri e talvez possa ser-te útil é o seguinte: não escolhemos a hora que a danada chega e invade-nos, mas podemos escolher o quanto a alimentamos e o quanto a deixamos permanecer cada vez que ela aparece.
;)
Mariana: sábias palavras as tuas... percebo bem o que queres dizer com elas. ;) esse "exercício" faço-o todos os dias...
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