Ontem estive no Jamor e, pela primeira vez, não quero lá voltar...
O F. C. Porto venceu a 14ª Taça de Portugal e conseguiu a sexta dobradinha (Bib'ó Porto, Carago!), calando muita gente que ficou sem argumentos para denegrir um clube. Dentro das 4 linhas, o ambiente foi pobre e, fora delas, o que valeu foram as cores azul, branco e amarelo. Apesar da envolvência do jogo ter sido um espectáculo de louvar, o Estádio Nacional não tem condições para receber um jogo de futebol: há ervas no meio dos bancos, insectos por todo o lado, lixo, não há casas de banho decentes, há bancos soltos (mesmo à mão de semear e susceptíveis de arremesso!), não transmite segurança absolutamente nenhuma e desrespeita o conforto no desporto.
Os jogos no Jamor são únicos, mas para continuar a receber gente terá de sofrer uma renovação, ou pelo menos, deverá ter uma manutenção irrepreensível. Quando ontem me sentei para ver o jogo, só tinha uma pergunta na cabeça: com 10 estádios construídos de raiz em POrtugal, novos, sem enchentes durante todo o ano, porque é que duas equipas do norte se têm de deslocar à capital para jogar num sítio onde ver um jogo de futebol é um sacrifício??
Lamentável!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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1 comentários:
Quanto ao jogo, como não vi, apenas tenho de destacar aquilo que mais interessa: a dobradinha já cá canta.
Quanto ao campo da freguesia da Cruz Quebrada, já lá fui 3 vezes e dessas vezes foram sempre contra clubes simpáticos, não arrisco a ir lá contra os outros clubes grandes, é um campo sem quaisquer condições, começando nas entradas, passando pelas casas de banho e até nas cadeiras, as quais da última vez que lá fui vim todo marcado com a fibra de vidro que me fez alergia.
Aquilo já deveria ter ido abaixo e terem feito outro, desde logo, foi um símbolo do Salazar, logo isso bastava. Até concordo que a final da Taça possa ser naquele campo, mas com condições, tenho a convicção que existem jogos dos distritais com melhor conforto para todos.
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