segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 11:24 p.m. 2 comentários
É estranho viver sem regras, sem rotinas, sem horários. É estranho estar longe de quem nos quer bem, de quem gostamos. É estranho acordar sem nada para fazer e ir dormir com a sensação de que nada se fez. É estranho ter vontade de realizar mil e uma coisas e não saber como as fazer. É estranho esperar todos os dias por um sinal que teima em não chegar. É estranho querer que o tempo avance rápido na ânsia de saber o que vem por aí. É estranho lutar todos os dias numa batalha que à partida está perdida. É estranho combater os medos sem que esses não sufoquem. É estranho falar com os que ainda estão presentes, e senti-los, cada vez mais, ausentes. É estranho querer mudar e não conseguir, querer seguir e parar, querer agarrar e largar. É estranho sentir na pele que não se pertence a lado nenhum. É estranho querer estar fixa e ao mesmo tempo querer estar em vários sítios. Tudo isto é estranho. Muito estranho. Estranho mas real...

domingo, 22 de janeiro de 2006

E ALEGRE SE FEZ TRISTE

Publicado por Desnorteada às 11:14 p.m. 0 comentários
"Aquela clara madrugada que
viu lágrimas correrem no teu rosto
e alegre se fez triste como se
chovesse de repente em pleno agosto.

Ela só viu meus dedos nos teus dedos
meu nome no teu nome. E demorados
viu nossos olhos juntos nos segredos
que em silêncio dissemos separados.

A clara madrugada em que parti.
Só ela viu teu rosto olhando a estrada
por onde um automóvel se afastava.

E viu que a pátria estava toda em ti.
E ouviu dizer-me adeus: essa palavra
que fez tão triste a clara madrugada."

Manuel Alegre

sábado, 21 de janeiro de 2006

MUDANÇAS

Publicado por Desnorteada às 6:03 p.m. 1 comentários


Às vezes, a vida não nos põe no nosso caminho as melhores coisas... os caminhos mais simples. São desafios diários para ver o quanto somos fortes. Experiências para aprendermos. E, a cada dia que passa sentimos na pele os erros que cometemos, que só nos ajudam a seguir caminho... e de cabeça erguida.
Ultimamente, tenho dito muitas vezes (a mim e aos outros) que um dia ao acordar de manhã, tudo estará diferente e aí não terei mais dúvidas. Os dias que têm passado não têm sido fáceis. Há alturas em que nem sei bem como sorrir... como continuar. Mas dias como hoje fazem-me acreditar que um dia há-de estar tudo bem.
O ano está a começar. Já lá vai um mês que tudo mudou. E porque foram tantas as mudanças, quero também mudar as coisas do meu dia-a-dia. Por isso, pus mãos à obra e reformulei O Meu Lado B, para que todos os dias quando vier até cá me lembre que tudo há-de ficar bem. Tudo há-de melhorar. E, assim, passo a passo, vou renascendo com a mesma alegria de sempre.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

SAUDADE

Publicado por Desnorteada às 8:56 p.m. 1 comentários

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

What A Difference A Day Made

Publicado por Desnorteada às 6:18 p.m. 1 comentários
"What a difference a day made, twenty four little hours
Brought the sun and the flowers where there used to be rain
My yesterday was blue dear
Today I'm a part of you dear
My lonely nights are through dear
Since you said you were mine
Oh, what a difference a day made
There's a rainbow before me
Skies above can't be stormy since that moment of bliss
That thrilling kiss
It's heaven when you find romance on your menu
What a difference a day made
And the difference is you, is you

My yesterday was blue dear
Still I'm a part of you dear
My lonely nights are through dear
Since you said you were mine
Oh, what a difference a day made
There's a rainbow before me
Skies above can't be stormy since that moment of bliss
That thrilling kiss
It's heaven when you find romance on your menu
What a difference a day made
And the difference is you, is you, is you"

Jamie Cullum

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

HÁ DIAS ASSIM... MENOS BONS!

Publicado por Desnorteada às 6:46 p.m. 1 comentários


Errei tantas vezes na oportunidade que dei aos outros que já nem sei se vale mesmo a pena tentar...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

E DEPOIS DO ADEUS

Publicado por Desnorteada às 9:17 p.m. 0 comentários
"Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós"

Paulo de Carvalho, José Calvário e José Niza

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

VIRAR DA PÁGINA

Publicado por Desnorteada às 6:39 p.m. 0 comentários


8h30. Toca o despertador. Nem quero acreditar... É tão cedo! Tem que ser, espera-me um dia ocupadíssimo. Dos antigos. Daqueles que só acabam quando caio de novo na cama. Apresso-me... Tenho de ir... Nada é como era!
Tenho de me ambientar. Espreitar. Fazer um reconhecimento. Vagueio pelas ruas da cidade. Percorro todos os cantos que um dia foram meus. Apesar das saudades, já não pertenço aqui... Nada é como era!
Tento encontrar alguma coisa, mas até as pessoas mudaram. Está tudo tão diferente! Respiro fundo. Viro a esquina na esperança de reencontrar alguém, mas... nada é como era! [Afinal, "dois anos" é muita coisa...] Páro. Respiro fundo mais uma vez. Tiro o bloco de notas só para rever o que tenho ainda para fazer. Risco o que já fiz e vêm-me à memória as coisas do passado. Sorrio. E, mesmo antes, do sorriso terminar, vêm-me à memória as coisas do presente. Da alma, descem-me as lágrimas. Surgem questões. Porquê? Porque tinha de ser assim? E porquê agora? E daquela maneira? Olho em frente, e metaforicamente, reajo assim... é, pelo menos, o que deve ser feito. Pela terceira vez, respiro fundo. Esqueço. Sinto os pés no chão. Caminho sem saber muito bem para onde ir... nada é como era!
À minha espera, tenho o mundo. Acelero o passo. Mais rápido. Cada vez mais rápido. Como que fosse apanhar o comboio do tempo. De repente, abrando. Mais devagar. Cada vez mais devagar. Perco controlo sobre o meu corpo. Tenho de viver o presente. Sem pressas. Sem medos. Saborear o que a vida me dá... Afinal, "dois anos" é muita coisa... mas já não é... foi.

sábado, 7 de janeiro de 2006

HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM

Publicado por Desnorteada às 6:03 p.m. 0 comentários
"Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte."

Alexandre O'Neill

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Publicado por Desnorteada às 9:16 p.m. 2 comentários


"Nunca é demasiado tarde para ser aquilo que sempre se quis ser."
George Eliot

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

ELA...

Publicado por Desnorteada às 8:50 p.m. 1 comentários


... tem uma vida pela frente. Vida nova, completamente diferente, cheia de desejos e sonhos. Uma vida com objectivos traçados há já muito tempo. Não sabe ao certo o que o futuro lhe reserva. Só sabe que o presente lhe oferece um turbilhão de emoções. Um rumo desconhecido, muito longe do que ela sempre conheceu...
Persegue algo que ainda não sabe o que é. Não tem nome, não tem cheiro, não se descreve, mas preenche-lhe os dias e o pensamento. Sente-se perdida. Sente-se sem norte. Sente-se sozinha... Apetece-lhe correr, fugir... agarrar o tempo para aquecer-lhe a alma e para afuguentar-lhe os fantasmas do passado... agarrá-lo como se fosse o último tempo a que tem direito... viajar nos seus segredos e voltar... para perto. Bem perto.

domingo, 1 de janeiro de 2006

ANO NOVO, VIDA NOVA!

Publicado por Desnorteada às 3:32 p.m. 1 comentários


Chegou 2006... um ano que se advinha difícil e pesado. Para todos. Para mim começa de uma forma estranha. De regresso a casa, sem emprego, mas de bem com a vida... Descobri em pouco tempo que para tudo há solução. Pode demorar mais, mas agora acredito (mesmo) que "Deus escreve direito por linhas tortas!". Durante uma semana, entre o Natal e o Ano Novo, recebi dezenas de mensagens, mail's, por vezes repetidos, mas com o mesmo conteúdo: que o melhor de 2005, seja o pior de 2006. Este ano quero acreditar nisto... Preciso, como do ar para respirar. Sei bem que os próximos dias serão autênticas provas de fogo, a todos os níveis, em todos os aspectos... e só quero estar à altura... UM BOM ANO PARA TODOS!

sábado, 31 de dezembro de 2005

Publicado por Desnorteada às 11:41 a.m. 0 comentários
Desde o início que não sei quem és. Não te conheço bem. Quero confiar em ti, mas não deixas. Ou simplesmente não queres. Imagino as coisas que me poderás dizer (ainda) ou que já me poderias ter dito. Às vezes gostava de voar por aí e ficar a olhar sobre ti sem que tu desses por mim. Só para ouvir o que nunca ouvi, ver o que nunca vi. Saber, apenas, se pensas em mim quando não estás comigo, quando não me vês. Há coisas em ti que tu não mostras e eu não sei como descobrir… Imagino-te. Imagino-nos. Imagino tanta coisa...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

MAIS UMA... (PARTE II)

Publicado por Desnorteada às 11:02 a.m. 1 comentários
Começou a saga dos caixotes. Tudo guardado mais uma vez. Desespero só de pensar que ainda tenho paletes de cenas para encaixotar. É roupa, é louça, são velas, são porta-retratos, são caixas, são livros, são CD's, são DVD's, são papéis... Os brincos, os colares, as pulseiras e os relógios espalhados entre as caixas com o aroma do meu perfume que só em mim fica assim dão um toque especial ao quarto, à casa... na hora da despedida fica o cheiro. Só. Mas o que custa mesmo é despir as paredes... As fotografias, os desenhos, as credenciais dos eventos que fiz, os papéis que fui guardando e colando para viajar até alguns momentos... cada pormenor que marca a diferença de um quarto para o outro... marcas de uma cidade, marcas que várias pessoas deixam em mim, lembranças que me fazem chorar quando as arranco do espaço que jamais vai ser o mesmo quando já lá não estiver...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

MAIS UMA...

Publicado por Desnorteada às 3:07 p.m. 0 comentários


É a oitava que deixo para trás... com saudade. Um misto de "o que vai ser agora?" com um alívio estranho por estar de regresso a casa. A vida tem contribuído para andar a saltar de cidade em cidade, de casa em casa, de hábitos em hábitos, de gargalhadas e choros que só conhecem aqueles com quem se partilha o espaço, os dias, as vitórias e as derrotas pessoais, o acordar e o deitar, a boa disposição e o mau feitio...
Desta vez, custa. Muito. Mais uma... Mas não é uma vez qualquer... Nem sei bem explicar porquê. Desconfio que é por ser adulta. Pela experiência ser diferente. Já não vou como estudante cheia de esperança. Agora, já sou experiente. Já sei que tudo o que queria não vai acontecer. Já sei que tudo vai ficar onde está, mas nada vai ser igual. As pessoas serão outras. Os hábitos diferentes. E só quando esporadicamente nos juntarmos, tudo vai parecer... PARECER... o mesmo.
Agora resta-me acreditar que as memórias estarão sempre presentes... que as pessoas não desaparecerão... que isto é só mais um pormenor nesta caminhada que é viver... e levar comigo cada detalhe...

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

DIGAM-ME SE ESTIVER ERRADA!

Publicado por Desnorteada às 11:43 a.m. 3 comentários


Está quase a chegar a hora da despedida... Sei que custa sempre mais aos que ficam dos que aos que partem, mas não consigo enganar-me a mim própria... desta vez, vai custar aos que vão e não aos que ficam...

quarta-feira, 30 de novembro de 2005

RECORDAR PESSOA

Publicado por Desnorteada às 12:04 p.m. 0 comentários

Negreiros

Porque hoje se celebram os 70 anos da morte de Fernando Pessoa, não podia deixar de relembrar o poeta... o meu favorito. Pessoa não nos deixou... marcou-nos para todo o sempre.

"Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói,
A antiga e errônea fé,
O ontem que dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia."

Fernando Pessoa, 1931.


Palavras para quê?

terça-feira, 29 de novembro de 2005

PERDI O NORTE DE VEZ...

Publicado por Desnorteada às 3:19 p.m. 2 comentários


Sinto o tempo a estreitar... pedalo depressa mas não o consigo acompanhar... sinto que não vou chegar a horas... os minutos não param... sinto o tique taque a bater no coração e a alma perde-se... o que fazer? o que pensar? Mal consigo respirar... estou a sufocar... quero agarrar, mas foge-me... Tenho a cabeça a andar à roda... e não sei que caminho tomar.

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

DESAFIO

Publicado por Desnorteada às 12:30 p.m. 0 comentários


?????????????????

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

É TÃO BOM PODER SONHAR...

Publicado por Desnorteada às 4:06 p.m. 1 comentários


Como gostava de poder sentar-me numa nuvem e olhar e perceber o que se passa à minha volta. Como gostava de poder sentar-me numa nuvem e dar pontapés na lua sempre que ela não me sorrisse. Como gostava de poder sentar-me numa nuvem e tentar agarrar as estrelas só para me sentir a brilhar. Como gostava de sentar-me numa nuvem, no silêncio, a sonhar acordada.

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

CHUVA

Publicado por Desnorteada às 4:31 p.m. 1 comentários
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade"

Mariza

A VIDA A PRETO E BRANCO...

Publicado por Desnorteada às 11:32 a.m. 1 comentários
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Faltam-me os gestos que guardo como se fossem coisas. Faltam-me momentos que com o tempo se tornam inesquecíveis. Faltam-me as histórias que também ajudei a construir. Faltam-me os espaços que frequentei. Faltam-me os laços que criei. Faltam-me os "obrigados" e os "por favores". Falta-me o cheiro da cidade. Falta-me o calor com que nos recebem. Faltam-me as certezas. Faltam-me as gargalhadas partilhadas. Falta-me o aconchego de um abraço. Falta-me tanta coisa... Falta-me tanta gente. Sinto a vida a preto e branco e a vida a preto e branco é assim: VAZIA.

terça-feira, 25 de outubro de 2005

MÚSICAS PARA RECORDAR

Publicado por Desnorteada às 12:03 p.m. 0 comentários
Tem de tudo um pouco. Vários géneros. Vários artistas. São músicas para viajarmos no tempo. Iténs que vieram para ficar. Sempre. Oiçam, aqui!

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

ESTÁ AÍ E PROMETE...

Publicado por Desnorteada às 2:27 p.m. 2 comentários


Está oficialmente à venda “Our Hearts Will Beat As One”, o novo disco de David Fonseca. Que bom regresso!

Who Are U?

"Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one

It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you

Who are you ?
who are you?

Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one

You feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile

And I love you I love you
I love you but I fear you

Who are you?
who are you?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

And I love you I love you
I want you but I fear you

Who are you?
who are you?
Who are you?
who are you?

For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?

For how long
How strong do I still have to be?
David Fonseca

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

MAIS UMA VEZ...

Publicado por Desnorteada às 9:36 a.m. 0 comentários

... errei. Li mal os sinais. Não percebi que eras diferente. Não te entendi. Sabias bem o que fazias, mas eu não. Deixei que desses, tu, o rumo às coisas e, não fui capaz de me impor. Lamento. Ainda espero todas as explicações do mundo... espero que, pelo menos, justifiques tudo o que fizeste.

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

O JOGO DA MARTELADA

Publicado por Desnorteada às 11:11 a.m. 3 comentários
Divirtam-se MENINAS, este jogo é hilariante... Vejam lá quantos pontos conseguem fazer... ;)

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

???????????

Publicado por Desnorteada às 3:11 p.m. 1 comentários

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

PICTURE OF MY OWN

Publicado por Desnorteada às 10:53 a.m. 1 comentários
"Save me
from this sadness it's coming
or take me
before my smile it's dissolving
wake me
from this nightmare i'm entering
don't let me fall in the corners of my own

As a tear comes from inside
I feel like i'm gonna drown
and as i'm searching for something to
occupy my mind again
I lay
Down on my bed
But then a picture of my soul shows me
there's no way instead

touch me
make me feel i'm alive
or forgget me
maybe i would die with time
love me
all i need is a huge
embrace me
'cause times are going too roug

hand as i think i'm lost nowhere
i find where i am all alone
and as i'm desperating slowly just looking
at my night without stars
i pray
that someone could call
but then a picture of my own
tells me i'm made to fall

and it's a picture of my own
a picture of my own
a picture of my own
that's making me feel this way
and i'm so sorry babe
it's all so silent here
up herehere,
here..."

Fingertips

segunda-feira, 12 de setembro de 2005

DE VOLTA AO MUNDO REAL...

Publicado por Desnorteada às 2:50 p.m. 2 comentários

Hoje fugia até Marte... Deve-se estar lá bem! Ninguém a chatear-me, nada com que me preocupar, longe das complicações e trapalhadas em que me meto. Eu até andava de bem com a vida, mas volta e meia ela trai-me... e põe-me de novo à prova. Custa tanto saber que não somos todos iguais e o que para uns é bem para outros é mal... Custa saber que muitos de nós serão ingénuos para o resto da vida, porque nem sequer lhes passa pela cabeça que a maldade paira no ar sem dó nem piedade. Fiquei esgotada só em meia hora. Trinta minutos bastaram para me entristecer. E pior que isso, é sentir que nem sequer as minhas emoções eu consigo controlar...

quinta-feira, 1 de setembro de 2005

ACABOU-SE!

Publicado por Desnorteada às 2:46 p.m. 1 comentários

Era bom, mas já passou... Um mês. E passou tão rápido! Para trás ficaram os dias de barriga para o ar na praia, os copos à noite com os amigos até às tantas e a vida à Garfield que tanto massaja o ego. Regresso com a bateria completamente carregada. Cheia de vontade de abraçar uma nova fase que sei que começa hoje. Venho inspirada. Resta-me continuar a sonhar... e acreditar que pelo menos o espírito de verão vai permanecer nos próximos tempos.
 

O Meu Lado B Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos