quarta-feira, 15 de junho de 2011

For Once In My Life

Publicado por Desnorteada às 5:19 p.m. 2 comentários



For once in my life I have someone who needs me
Someone I've needed so long
For once, unafraid, I can go where life leads me
And somehow I know I'll be strong


For once I can touch what my heart used to dream of
Long before I knew
Someone warm like you
Would make my dreams come true


For once in my life I won't let sorrow hurt me
Not like it hurt me before
For one, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore

For once, I can say, this is mine, you can't take it
As long as I know I have love, I can make it
For once in my life, I have someone who needs me

domingo, 12 de junho de 2011

Do estar / ser sozinha...

Publicado por Desnorteada às 9:13 p.m. 2 comentários
Não há nada mais ridículo do que vivermos numa vida que está longe de ser a nossa. Não há nada mais ridículo do que fingirmos ser alguém que não somos nem tão-pouco queremos ser. Não há nada mais ridículo que mendigar algo que sabemos que já não é nosso nem vai voltar a ser. Não há nada mais ridículo do que nos enganarmos a nós próprios na esperança de que a mentira nos faça feliz ou vá fazendo.
Todos os dias, tropeçamos em pessoas / coisas que nos enchem a alma de expectativas. A relação que criamos e vamos desenvolvendo com essas pessoas / coisas vai amadurecendo com o tempo e algumas das expectativas até conseguimos concretizar. O pior é quando tudo não passa de uma ilusão, de uma realidade imaginária que tão depressa surgiu, como rapidamente tomou conta de nós e nos comanda à distância sem dó nem piedade. O pior é quando deixamos de confiar nos outros e em nós mesmos.
A vida, dizem, é para ser aproveitada ao máximo, sem medos, sem rodeios e sem pudores. Só assim somos felizes... só assim podemos alcançar um estado pleno de bem-estar. Quantos de nós já não se afastaram de pessoas que amavam só porque estas nos magoaram? Quantos de nós já não se despediram de nós próprios por saber que é a única saída para nos livrarmos de algo que sufoca, que destrói, que mata? Quantos de nós já não amaram sem ser amados? Não perdoaram desilusões? Traições? Não lutaram lado a lado com o desrespeito e falta de amor-próprio? Quantos de nós já não sentiram que estão sozinhos no mundo apenas por não saberem olhar à volta? É verdade! Muitos de nós, provavelmente, viveu demasiado tempo com a cabeça na areia, interpretando longos estados de avestruz, sem perceber que o tempo está a correr e o que passou, passou e já não volta mais... sem ver o quanto o futuro importa.
Não sei o que vem por aí. Não sei mesmo. Tem dias que me apetece não estar só [talvez fruto dos 31 anos que já passei nesta condição... ou se quisermos 16... se apenas começarmos a contar a partir dos 15!]. Não é fácil olhar para trás e perceber que o amor [esse grande filho da puta] não quis nada comigo durante a minha vida inteira. Que só me ofereceu gente com um parafuso a menos, que me tratou como se não valesse aquilo que efectivamente valho. Não minto, gostava de saber como é ter alguém a ligar-me ao final do dia, a receber-me num abraço ao chegar a casa, a procurar-me se uma reunião me rouba mais minutos que o normal. Deve ser imensamente gratificante não depender só de nós próprios para um jantar de aniversário, para o planeamento de um fim-de-semana ou uma simples escolha de um filme. Deve ser extremamente gratificante saber que somos a prioridade na vida de alguém... que estamos em primeiro lugar para tudo... Que somos nós e isso basta! Mas, aprendi a estar sozinha. Eu sei estar sozinha... agora sei! E, às vezes, sabe muito bem estar só! Dizem que antes de se ser feliz com alguém, temos de aprender a ser feliz connosco e saber apreciar o prazer da nossa própria companhia. Pois bem, acho que cheguei a esta fase da minha vida. E por isso, exijo subir um patamar para investigá-lo detalhadamente... sem que qualquer pormenor me escape e com todos os erros e as imperfeições que esse estágio inclui. Exijo que desta vez as coisas não sejam inconsequentes. Exijo! Exijo! Exijo! Estou bem assim e não quero confusões, nem mentiras, nem ilusões... nem coisa nenhuma. É bom viver em paz e sossego.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Do irresistível...

Publicado por Desnorteada às 11:49 p.m. 9 comentários
Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... Vou resistir à tentação... [...]

quinta-feira, 26 de maio de 2011

That´s it! III

Publicado por Desnorteada às 12:48 p.m. 5 comentários

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Da chuva... II

Publicado por Desnorteada às 9:35 p.m. 0 comentários
Hoje percebi porque gosto tanto dela: chove tanto cá dentro... e há tanto tempo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Que loucura saudável...

Publicado por Desnorteada às 2:38 p.m. 2 comentários



Coliseu do Porto a rebentar pelas costuras. Matt Berninger eléctrico. Um público completamente rendido. O concerto dos The National salvou-me o dia de ontem... ADOREI!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

É só festa!

Publicado por Desnorteada às 1:17 p.m. 4 comentários
Das imagens mais giras de ontem no Jamor. :D 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Faltam 3 dias...

Publicado por Desnorteada às 5:06 p.m. 0 comentários

... e eu já ando a ensaiar! :P

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Hoje é tudo azul...

Publicado por Desnorteada às 12:06 p.m. 0 comentários
... e branco. ;)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

...

Publicado por Desnorteada às 3:58 p.m. 2 comentários

terça-feira, 17 de maio de 2011

Da chuva...

Publicado por Desnorteada às 11:22 a.m. 5 comentários
Não sei explicar, mas a chuva faz-me bem. Adoro acordar e sentir o cheiro da terra molhada. Adoro conduzir sobre o alcatrão seco e quente e sentir as gotas de água entrarem pelo carro, porque não consigo evitar ter a janela aberta. Adoro estar com pouca roupa [sim, está um calor brutal ainda!] e sentir a chuva a cair-me na cara e nos pés que, felizes, se sentem livres. Adoro a chuva de Verão...


[Quê?? Ainda estamos na Primavera? Vá, não me contrariem, por favor, isto para mim é chuva de Verão e eu estou muito feliz com ela...]

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Palavras sábias...

Publicado por Desnorteada às 3:21 p.m. 0 comentários

domingo, 8 de maio de 2011

;)

Publicado por Desnorteada às 9:41 p.m. 2 comentários

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Curso de formação de Maridos

Publicado por Desnorteada às 11:16 p.m. 4 comentários
Hoje recebi um dos e-mails mais engraçados dos últimos dias... 

Curso de formação de Maridos...
... gratuito para homens solteiros e para os casados oferecemos bolsas.

Objectivo pedagógico:

Permitir aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).

O curso está dividido em 4 módulos:

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)

1 - Aprender a viver sem a mãe. (2.000 horas)
2 – A Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)

Módulo 2: Vida a dois

1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer palavrões quando a mulher recebe as suas amigas. (500 horas)
3 - Superar a síndrome d’ «O controle remoto é meu». (550 horas)
4 - Não urinar fora da sanita. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a uma constipação sem agonizar. (450 horas)

Módulo 3: Tempo livre

1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (Exercícios práticos)
2 - Beber a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa. (Exercícios práticos)

Módulo 4: Curso de cozinha

1 - Nível 1. (Principiantes) - Os electrodomésticos ON / OFF = LIGA / DESLIGA
2 - Nível 2. (Avançado) - Minha primeira sopa instantânea sem queimar a panela.
3 - Exercícios práticos - Ferver a água antes de pôr a massa / Para fritar um ovo é preciso tirar-lhe a casca.

Cursos Complementares

Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.

1 - A electricidade e eu: vantagens económicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provocam impotência nem homossexualidade. (Práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha conseguido casar com ela.
4 - O rolo de papel higiénico: Ele nasce ao lado da sanita? (Biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como levantar a tampa da sanita passo a passo. (Teleconferência)
6 - Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais. (Exercícios de reflexão em dupla)
7 - Os homens a conduzir podem, SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (Testemunhos)
8 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
9 - A Máquina de lavar roupa: esse grande mistério.
10 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. (Exercícios com musicoterapia)
11 - A chávena de café: ela não levita da mesa até ao lava-loiça, pois não? (Exercícios dirigidos por Mister M)
12 - Analisar detalhadamente as causas anatómicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar a casa de banho depois de um duche.

Enfim.... para mulheres inteligentes que precisam de dar umas boas gargalhadas.. e para homens capazes de lidar com isso! :P

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amigo Aprendiz

Publicado por Desnorteada às 2:35 p.m. 2 comentários


A música de Tiago Bettencourt é um acrescento de valor ao poema de Fernando Pessoa...
Chama-se Amigo Aprendiz e reza assim:

Quero ser teu amigo.
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te, sem medida,
e ficar na tua vida
da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade.
Sem jamais te sufocar.

Sem forçar a tua vontade.
Sem falar quando for hora de calar,

e sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente nem presente por demais,

simplesmente, calmamente, ser-te paz...
É bonito ser amigo.
Mas, confesso,
é tão difícil aprender!
E por isso,
eu te suplico paciência.
Vou encher esse teu rosto de lembranças!
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

That's it! II

Publicado por Desnorteada às 12:39 p.m. 7 comentários

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Viverei eu tudo outra vez?

Publicado por Desnorteada às 11:21 p.m. 5 comentários
Ainda não sei bem o que isto é. Juro. Não percebo bem os sintomas nem tenho o diagnóstico concluído. Queria poder escrever à vontade... assertivamente. Queria que as letras se juntassem sem me pedir licença, mas já não sei escrever assim sobre isto. Bem sei que mais cedo ou mais tarde aprenderei a aceitar este estado. Habituei-me a estar sozinha e quando algo me aparece para baralhar a rotina, o melhor mesmo é fugir... Começo, então, a desvalorizar os encontros, as coincidências e os sinais, como a forma que as nuvens ganham no céu ou os desenhos que os aviões deixam nos seus percursos. Começo a não querer prestar atenção ao que me dizem, tal como quando alguém muito chato nos dirige a palavra. Começo a não gostar de ver pessoas e a sentir-me bem em casa... no meu espaço... como se o silêncio fosse o melhor que o mundo tem. Queria ter coragem para gritar tudo o que sinto... para poder desenhar-te o que me fazes sentir. Mas aprendi a viver longe… de longe. Aprendi a relevar a importância do que se imagina no desviar de um olhar, no embaraço das palavras [ou falta delas], ou no telefone que não toca, um e-mail que não chega, uma carta que não se escreve ou na ausência tantas vezes confirmada. Preciso de saber o que é isto. Preciso de mandar embora os fantasmas que ainda me atacam em bando todos os dias e todas as noites. Viverei eu tudo outra vez? Talvez precise apenas que me guies, que me ajudes, que sejas tu a tomar as rédeas. Preciso que agarres as pontas porque eu não sou capaz. Eu já não sou eu e dificilmente voltarei a ser como era. Deixei de ser só eu: carrego este excesso de bagagem que dá multa e direito a muitas inspecções antes de seguir em frente. Pergunto-me se alguma vez olhaste para mim da mesma maneira? Julgo que não, mas... Eu não tenho qualquer plano. Desta vez, dou prioridade ao estar sossegada no meu canto… talvez um dia me deixe de rodeios e não fuja da felicidade como o diabo da cruz. Ou então não. E tudo isto [que ainda não sei definir] não passará de uma «ameaça» que se esgotará no tempo.

domingo, 24 de abril de 2011

Patrick Watson...

Publicado por Desnorteada às 9:11 p.m. 2 comentários


é simplesmente delicioso. Do Sá da Bandeira trouxe mais um concerto inspirador. Adorei! A To Build a Home a solo é brutal... aliás, Patrick Watson conseguiu juntar num só momento duas das minhas músicas preferidas... Incrível!

Bom domingo...

Publicado por Desnorteada às 11:29 a.m. 2 comentários

Saber o que fazer... com isto a acontecer... num caso como o meu... ter o meu amor... Para dar e p'ra vender... mas sei que vou ficar... por ter o que eu não tenho... eu sei que vou ficar.
É de pedir aos céus... a mim, a ti e a Deus... que eu quero ser feliz... É de pedir aos céus...
Porque este amor é meu... e cedo, vou saber... que triste é viver... que sina, ai, que amor... Já nem vou mais chorar, gritar, ligar, voltar... a máquina parou... deixou de tocar. 

Sentir e não mentir... amar e querer ficar... que pena é ver-te assim... já sem saberes de ti.
Rasguei o teu perdão... quis ser o que já fui... eu não vou mais fugir... a viagem começou...
Porque este amor é meu... e cedo, vou saber... que triste é viver... que sina, ai, que amor... Já nem vou mais chorar, gritar, ligar, voltar... a máquina parou... deixou de tocar.
É de pedir aos céus... a mim, a ti e a Deus... que eu quero ser feliz... é de pedir aos céus... Que eu quero é ser feliz... é de pedir aos céus... 

Porque este amor é teu... e eu já só vou amar... que bom não acabou... a máquina acordou.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

That's it!

Publicado por Desnorteada às 12:58 p.m. 5 comentários

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dúvida...

Publicado por Desnorteada às 2:37 p.m. 2 comentários
Ando a ponderar emigrar para Marte... será que por lá está bom tempo??

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Coisas de mulher... II

Publicado por Desnorteada às 9:12 p.m. 6 comentários
Ora, como dizer isto, ou ando mesmo com o «complicómetro» no on ou, de facto, os deuses estão mesmo reunidos para me tirarem do sério. Primeiro, ao vestir a minha nova t-shirt linda, acabadinha de ser adquirida, descubro-lhe um buraco do tamanho de um dedo que me fez corar de raiva até a minha mamã conseguir arranjar uma solução fantástica; depois, lavo o meu carro no sábado para me deslocar até a um sítio em terra batida, que mais parecia que me tinha inscrito num circuito de rali; hoje, para terminar, vou toda contente à cabeleireira para ficar sem caracóis pelo menos durante dois dias e... tcharan... VAI CHOVER! Como é que é possível????? Depois do Sto. António me andar a falhar estes anos todos... tinha também de vir o S. Pedro para me chatear??? Ah, já para não falar que a minha melhor amiga, com quem trabalho todo o dia, resolveu comer doces de manhã, à tarde e à noite... :/ Bem, isto não era mau, se eu não estivesse de dieta... Enfim... vou aproveitar o meu novo castanho violino que é o mínimo que posso fazer... pelo menos até um dos santinhos lá em cima decidir fazer alguma para, sei lá, eu ficar com o cabelo verde...

Da amizade...

Publicado por Desnorteada às 11:25 a.m. 0 comentários
«A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se (é uma virtude).»
[Simone Weil]

Do amor...

Publicado por Desnorteada às 11:22 a.m. 0 comentários

domingo, 17 de abril de 2011

Ainda das quatro estações...

Publicado por Desnorteada às 6:57 p.m. 2 comentários

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Problema de Expressão...

Publicado por Desnorteada às 12:33 p.m. 2 comentários

Só p'ra dizer que te Amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.

Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

Só p'ra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.


E até nos momentos em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
P'ra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.

Há dias assim... nos quais só o Carlos Tê não tem problemas de expressão. Enjoy it! 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Coisas de mulher...

Publicado por Desnorteada às 9:59 p.m. 7 comentários
Ando insuportável, com os nervos à flor da pele... ando ansiosa, não durmo bem, estou cansada e todos os dias a minha cabeça dá o ar de sua graça com dores agudas. Antes achava que era culpa da TPM, mas não... não pode ser só isso! Hoje, cheguei ao cúmulo de me fartar de ouvir as pessoas à minha volta... não aguentava nem conversar com ninguém. A primeira coisa que fiz quando entrei em minha casa foi deitar-me, no escuro, em silêncio, encolhida em mim... só eu e os meus pensamentos. Às vezes não me reconheço... Ontem, dei quatro voltas à Praça da República para estacionar porque só me apetecia atropelar os arrumadores, ou porque os lugares eram apertados [pelos menos pareciam!], ou porque simplesmente não conseguia raciocinar... Ando mesmo insuportável! Hoje, os gajos da Via Verde enviaram-me um e-mail e eu só me apetecia insultá-los. Quando o telefone toca, apetece-me atirá-lo contra a parede - sintoma que se repete desde o início da semana -, a sério, eu só queria que pelo menos uma vez na minha vida algo acontecesse quando eu quero, como eu quero e se eu quero. [Sim, estou de braços cruzados, a fazer beicinho e a bater o pé no chão!] Caramba, sempre me habituei a não pedir muito em troca... achei sempre que não tinha o direito de exigir... e talvez por isso, hoje, sabendo que estava completamente enganada, o meu corpo se zangue comigo e me tente enervar para eu reclamar tudo o que mereço. É, pode ser isso: uma reacção revolucionária do meu corpo contra mim. Pronto, pronto, já sei que não devo fazer grandes filmes e também já sei que a melhor maneira de não me desiludir é não me iludir. Já sei disso tudo, mas que o meu corpo está a revoltar-se contra mim, lá isso está... Claro que também pode ser tudo uma questão de TDM [acabei agora mesmo de inventar o conceito!], ou de feitio, apenas, mas apetece-me fingir que não e dizer que isto tudo não passa de um sinal dos deuses que se reuniram esta semana para me avisarem que está na altura de mudanças. Ok? Perceberam? É que por mim está recebida a mensagem. Tenho dito!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Do Minho...

Publicado por Desnorteada às 1:26 p.m. 3 comentários
«Não se me dá que vindimem,
vinhas que eu já vindimei;
não se me dá que outros logrem,
ai amores que eu rejeitei.»

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Já lá vão 31...

Publicado por Desnorteada às 10:27 a.m. 6 comentários

sábado, 9 de abril de 2011

Da Primavera II...

Publicado por Desnorteada às 11:03 p.m. 4 comentários

Nós últimos dias temos vivido em pleno Verão. Ando tudo do avesso! Não me lembro de andar de t-shirts ou casaquinhos de malha nas noites de Abril. É verdade, que não sou muito esquisita no que diz respeito às Estações do Ano. Acredito que todas elas, cada uma com o seu jeito, têm um encanto muito especial: gosto da Primavera e das flores e do colorido das ruas e da luz que nos aquece a alma e dos sorrisos que o sol nos oferece; gosto do Verão e do mar e da praia e das noites quentes e das cervejas geladas e dos gelados; gosto do Outono e de calcar as folhas secas e de olhar para as árvores com várias tonalidades e do início do frio; gosto do Inverno e dos cachecóis e das noites em casa à lareira e da chuva a bater na janela quando tento dormir e do vento a uivar zangado lá fora e da neve e das luvas... Talvez eu tenha em mim um pouco de cada uma delas e, por isso, me sinta tão bem em qualquer época do ano. O meu estado de espírito não muda com o sol ou com a chuva, com os dias grandes ou menores, com o calor ou o frio. Não, nada disso... o meu estado de espírito muda com a ausência ou a presença dos que amo, com a distância ou a proximidade dos que me fazem sentir importante, com a alegria ou a tristeza da minha família, dos meus amigos, do meu coração...
Na próxima segunda-feira faço 31 aninhos... vou entrar noutra «estação»... e à medida que vou crescendo, que vou amadurecendo, percebo que mesmo ora florida, ora quente, ora despida ora fria, construí uma muralha à minha volta. Todas as mudanças que os anos me vão presenteando, trouxeram-me para um casulo onde criei o meu próprio mundo. Agora, guardo em mim todos os meus desejos, vontades e sonhos. Desisti de querer aquilo que não está ao meu alcance...  A propósito do meu aniversário, tenho os meus amigos a «exigirem» uma lista de prendas, mas este ano não houve nem haverá lista para ninguém. Hoje, a dois dias de completar 31 anos, percebo que por mim avançava este dia, que será igual a tantos outros, e nem me lembrava da data. Mesmo assim, se pudesse escolher, se tivesse direito a viver um sonho, pediria palavras, muitas palavras... de perto, de longe... de amizade, de coragem, com muitos mimos à mistura... sinceras e genuínas palavras. Apenas!
 

O Meu Lado B Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos