segunda-feira, 24 de março de 2008
Do pensar...*
O peso dos dias tem-se feito sentir. Sinto falta de sorrir com vontade… de sorrir mais vezes ao dia e com mais intensidade. Sinto falta de acreditar na possibilidade de ser quem sempre quis ser. Sinto falta de acreditar e lutar e ter o coração cheio de esperança. Estou triste e escrever ajuda-me a superar os meus medos e as minhas dúvidas, mas prefiro, agora, guardá-los num caderno que anda sempre comigo… tal e qual fazia antes de conhecer este mundo que é a "blogosfera"… só para mim.
Por isso, tenho pensado em encerrar O Meu Lado B(log)… acabar de vez com este canto que já foi um refúgio, um porto de abrigo e até um vício. Encerrá-lo porque sinto falta de poder escrever sobre mim sem recriminações, sem que me pese o olhar dos outros e sem medo de mostrar este meu lado… sem que diga que está tudo bem e sinta uma reprovação de quem me ouve (ou lê) porque me visitam e sabem que ando cansada e farta de não ter aquilo com que sempre sonhei… Não digo que vou apagá-lo e pronto. Não! E também nem sei se o quero fazer. Tenho pensado nisso, apenas…
segunda-feira, 17 de março de 2008
Hoje já enviei seis currículos. Sinto-me uma autêntica "curriculeira". E o que mais me entristece é que destes seis se houver duas respostas é muito. Onde ir buscar forças para continuar a "vender o nosso produto"? Onde ir buscar forças para continuar a lutar? Às vezes, fico animada e motivada, mas há dias em que penso que o que mais vale é deitar tudo para trás das costas e fugir... sair daqui... deixar para trás o já conquistado e começar noutra cena qualquer. Nem que ao final de 15 dias sinta que metade de mim desapareceu... foi roubado por esta sociedade sem escrúpulos, onde os mais fracos conseguem vingar.
Estou cansada! Hoje estou muito cansada. Amanhã, talvez, o sentimento seja outro. E esta mágoa não me dê cabo do dia. Hoje, simplesmente, não consigo pensar doutra maneira. Eu sei que "querer é poder", mas neste caso por mais que se queira não se pode e é mais fácil seguir outro caminho do que percorrer quilómetros à procura de algo que cada vez mais é difícil de encontrar.
sexta-feira, 14 de março de 2008
The Great Escape*
Bad day, looking for a way
Oh, looking for the great escape
Gets in his car and drives away
Far from all the things that we are
Puts on a smile and breaths it in and breaths it out
He says bye-bye, bye to all of the noise
Oh he says bye-bye bye to all of the noise
Hey child, things are looking down,
That's OK you don't need to win anyways
Don't be afraid just eat up all the gray
and it will fade away
Don't let yourself fall down
Bad day, looking for the great escape...
Patrick Watson
quinta-feira, 6 de março de 2008
Porto Sentido*
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento...
E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa(...)
Rui Veloso / Carlos Tê
Depois da derrota sofrida de ontem, esta música não me sai da cabeça. Hoje, só me apetece dar graças a Deus por ser portista. Aqueles homens foram notáveis... o FCP foi afastado da Liga dos Campeões, mas ficou a sensação de que deveria lá estar... O dragão caiu de pé!
domingo, 2 de março de 2008
*
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Pequeno desabafo...*
"Orgasmo emagrece
Sabia que do pré-orgasmo ao orgasmo, pode queimar 25,6 calorias? É verdade! Não há melhor remédio para emagrecer. Sexo é bom, dá prazer, não tem contra-indicações e ainda por cima ajuda a perder peso!"
Bem, pelos vistos há maneiras mais simples, mais baratas e mais agradáveis de mandar embora os quilinhos a mais... Eu acho que vou repensar seriamente a minha dieta. Afinal, depois de saber disto, o que ando eu a fazer no ginásio???????
(Como diz a Cidália: "Oh God, make me good, but not yet!")
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Dúvidas...*
Por que é que não posso estar onde quero?
Por que é que não tenho aquilo que quero?
Por que é que não posso estar perto de quem quero?
Por que é que não posso ir para onde me sinto bem?
Por que é que tudo que me faz sentir bem está longe?
Por que é que não posso viver onde consigo sorrir?
Por que é que não é possível?
Porquê?
Porquê?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
I See the World Through You
You don’t understand me now,
I wonder if you ever will,
I wonder if you’ll ever try.
Don’t get sad about,
All the strange thing I wrote,
They faded as the ink dried…
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Yeah I can see the world through you.
Frozen lakes and night storms,
Most you’ll cross on your own,
You’ll face the biggest landslides.
I’ll catch you on the hardest falls,
I’ll carry you inside this walls,
We’ll sing through all the highest times.
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Yeah I can see the world through you.
So I say go, go, hold your fists high,
Grow, slow, stand in for the fight,
Though I hope you never have to.
So I say run, run, sparkling light,
Have your fun and then come home at night,
I’m sure you’ll tell me something new,
Things you did and thing you do,
Yeah I can see the world through you.
David Fonseca
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
A responder a um inquérito... *
Desnorteada: Jornalista
X: Ai sim, e onde trabalha?
Desnorteada: Neste momento, estou desempregada...
X: Oh, então não é jornalista, é desempregada! :@
Desnorteada: Perdão!? :S
Será que ao não exercermos a nossa actividade, perdemos as nossas competências e habilitações? Ficou-me a dúvida...
sábado, 26 de janeiro de 2008
Leitura*
O número de livros que me esperam é razoável e, por isso, já não me posso queixar: pelo menos durante uns dias vou ter o que fazer.
Fica aqui a lista: Nós, as Mulheres 5
“Espelho meu, existe mulher mais bonita do que eu?”
MAITENA
Porque nos apaixonamos pelas pessoas erradas?
ANA CARDOSO DE OLIVEIRA
MIGUEL SOUSA TAVARES
Naqueles Braços
CAMILLE LAURENS
Como dei com o meu psiquiatra em louco
ISABEL STILWELL
Meu Amor, Era de Noite
VASCO GRAÇA MOURA
Onde Estás
FÁTIMA ROLO DUARTE
Tão Veloz como o Desejo
LAURA ESQUIVEL
Canário
RODRIGO GUEDES DE CARVALHO
Ainda não sei qual a ordem de leitura, mas são com toda a certeza boas opções para passar o tempo. Se não aparecer por cá com a mesma frequência, já sabem o motivo... ;)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
No teu poema*
existe um verso em branco e sem medida,
um corpo que respira, um céu aberto,
janela debruçada para a vida.
No teu poema
existe a dor calada lá no fundo,
o passo da coragem em casa escura,
e aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite,
o riso e a voz refeita à luz do dia,
a festa da Senhora da Agonia
e o cansaço do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio,
a sina de quem nasce fraco ou forte,
o risco, a raiva e a luta de quem cai ou que resiste,
que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
existe o grito e o eco da metralha,
a dor que sei de cor mas não recito
e os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
existe um canto chão alentejano,
a rua e o pregão de uma varina
e um barco assoprado a todo o pano.
Existe um rio
o canto em vozes juntas, vozes certas
Canção de uma só letra e um só destino
a embarcar no cais da nova nau das descobertas.
Existe um rio,
a sina de quem nasce fraco ou forte,
o risco, a raiva e a luta de quem cai ou que resiste,
que vence ou adormece antes da morte
No teu poema
existe a esperança acesa atrás do muro,
existe tudo o mais que ainda me escapa
e um verso em branco à espera do futuro.
José Luís Tinoco (para a voz de Carlos do Carmo)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
Divagações III*
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O que eu chamo de um início de ano determinado!*
sábado, 5 de janeiro de 2008
Nada*
Nada te espanta
nada te encanta
nada te tomba
ou te levanta
sem passar dentro de ti
nada te gera
nada te espera
não há outono nem primavera
sem que o sintas a surgir
Tu és a escala
a mão que embala
tomas bem conta de ti
Tu és a escala
a mão que embala
tens um rumo a seguir
Nada te atrasa
nada te arrasa
nem que no céu percas uma asa
vais pegar de novo em ti
nada te usa
nada te escusa
mesmo se o mundo inteiro te acusa
só tu sabes onde ir
tu és a escala
a mão que embala
tomas bem conta de ti
tu és a escala
a mão que embala
tens um rumo a seguir
e nada esmaga
nada te acaba
nada te encolhe
nada te alarga
nada te tenta
nada te inventa
nada te pesa
nada te aguenta
nada te falha
nada te empurra
nada se ri quando te esmurra
nada te chefia
nada te guia
nada te ofende
ou te desvia
nada te pára
nada te pára
nada te pára
nada...
Jorge Cruz
Vou fingir que o Jorge Cruz me conhece e escreveu esta música para mim... :P É que ela encaixa-me que nem uma luva...
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
"Como esquecer alguém em 5 minutos ou talvez mais um bocadinho...
Houvesse um medicamento, que depois de tomado nos fizesse esquecer a pessoa que amamos e as farmácias ficariam inundadas de gente à sua procura. Existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse alguém e ficariam enormes as listas de espera para essa cirurgia. Mas não existe. Não há. Não se vende, nem se opera.
Mas pode-se esquecer? Pode. Como assim? Ora, usando uma técnica vulgarmente usada pelos bombeiros para extinguir os incêndios. O lendário truque do “Fogo contra Fogo” que basicamente consiste em lançar outro fogo em direcção ao que vem a arder. Assim, queima-se uma área que ainda não esteja ardida, para que quando o fogo lá chegar nada mais tenha para arder. E é limpinho.
O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queiramos esquecer não nos pareçam assim tão agradáveis. E quando ela – leia-se o incêndio – aparecer, já só resta terra queimada.
E assim, aproveitando esta bonita analogia dos incêndios, é justo revelar que aqui o grande problema é o vento, o vento que pode reacender as chamas. E esse vento, pode ser uma chamada dela – que ninguém atenda o telefone – uma súbita vontade de lhe ligarmos nós, às 4 da manhã com uma voz notoriamente embriagada – apague-se já o número – o vento pode ser uma foto dela ainda no quarto – que se guarde isso numa gaveta escura – uma carta que imbecilmente relemos – perigo, perigo! – Aceitarmos um convite para jantar a dois sob o pretexto de irmos falar sobre o ambiente no mundo – isso será muito arriscado – ir a casa dela rever a primeira temporada dos Sopranos em vd. – que fique claro, ao aceitarem o convite, isto já nem será vento, mas possivelmente, um tornado.
E assim, voltando à perniciosa técnica do fogo contra fogo, o mais importante, é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo. É dizermos “isto é muito bonito e tal, mas eu tenho que sair daqui antes que se faça tarde” e assim, ao não permitirmos recaídas que sabemos que só irão adiar o inevitável, extinguiremos o pouco que vai existindo até que tudo fique reduzido a cinzas, tão frias e inertes, que nenhum vento será capaz de as reanimar."
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
**
Janeiro trouxe-me um novo projecto profissional, um carro e o medo de conduzir; Fevereiro deu-me muito trabalho; Março aproximou-nos... o longe fez-se perto e nós conseguimos encurtar a distância; Abril deu-me o Pico (a personagem fictícia do meu primeiro conto infantil - um conto escrito a seis mãos que é o primeiro de muitos, espero!) e é o mês em que festejamos mais um aniversário, trocamos beijos e cumprimos promessas... o primeiro fim começa aqui; Maio chegou com a mágoa e com muitas confusões... para além disso, comemorei mais um título do FCPorto e ultrapassei o medo da estrada; Junho foi o mês em que fiquei sem auto-rádio... a sensação que tive ao ser assaltada foi horrível... a mesma que senti quando me quiseram despedir; em Julho tive os piores dias da minha vida, mas também o melhor de ti... de nós! [Obrigada pelas "sessões de psicologia"]; com Agosto chegaram as férias... BARCELONA foi inesquecível - "Una vida es poco para mi!"; Setembro regressei ao desemprego... começou a luta que ainda mantenho... foi um mês marcado por reencontros e esperança! O "grão de areia" será sempre relembrado; Outubro levou-me até à SUÉCIA, DINAMARCA E INGLATERRA - uma viagem a três que espero repetir! -, mostrou-me o melhor e o pior de ti e obrigou-me a tomar a decisão mais difícil da minha vida... os pontos finais são sempre muito complicados de gerir!; Novembro, o primeiro mês sem ti... marcado pelo silêncio; por último, em Dezembro fui tia... com a chegada da minha sobrinha é impossível não sorrir...
E com um ano tão recheado não posso senão dizer que espero ter um 2008, pelo menos, parecido com este. Por tudo o que descrevi, o balanço é muito positivo, ainda que não acabe o ano da maneira que gostava... O próximo ano é par e admito: tenho medo. Mas, os "Mayas e afins" dizem que os nativos de Carneiro vão ter um ano excelente... assim o espero! ;)
domingo, 23 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Divagações II*
sábado, 8 de dezembro de 2007
Ariana*
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Nasceu ontem às 21h15. Pesa 2,92Kg e mede 48 cm. É a menina mais bonita que já alguma vez vi... Sou a tia mais babada do mundo!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
carta ao Pai Natal*
bem sei que já não sou pequenina, mas mesmo assim vou arriscar. Não quero muita coisa e como acho que me portei bem este ano, acho que mereço, pelo menos, a tua atenção. De qualquer forma, apresento-te as minhas sinceras desculpas se achares que isto é um abuso. Então, para 2008:
- Gostava de poder continuar a aprender a ser jornalista, mas se não for possível que venha alguma coisa na área. Importa é que me ponhas no sapatinho o emprego...
- Gostava de ter a oportunidade com aquela pessoa que tu sabes... aquele teimoso que se fecha a sete chaves e não deixa entrar ninguém, sabes Pai Natal?!? Gostava de ter a oportunidade que ele diz já ter dado, mas se não for possível ao menos que não nos esqueçamos um do outro. Importa é que a amizade perdure...
- Gostava de ter por perto todos os meus amigos... que eles estivessem sempre comigo. Mas se não for possível, que consigamos estar pelo menos as mesmas vezes que estivemos este ano. Importa é que se matem as saudades...
- Gostava que a minha família continuasse bem, e se não for possível que tenhamos todos força para ultrapassar os problemas com um sorriso nos lábios. Importa é que continuemos unidos...
Por último,
- Gostava de ter a mesma coragem para aguentar o 2008 como tive que suportar partes do 2007, mas se não for possível que seja porque em 2008 não vou ter de enfrentar doses de desânimo. Importa é que me deixes continuar a ser eu...
Para quem nunca pediu muito, achas que estou a pedir demais?! (envergonhada)
Aahhh! E já agora, gostava de poder viajar tanto como em 2007, mas se não for possível que consiga pelo menos conhecer um sítio novo, fora ou dentro do país. Importa é que viva outras culturas, outras pessoas, outros "mundos"...
Beijinhos, Pai Natal
Um Bom Ano e uma boa distribuição ;)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
amor combate*
eu quero estar lá quando tu tiveres de olhar para trás...
sempre quero ouvir aquilo que guardaste para dizer no fim...
eu não te posso dar aquilo que nunca tive de ti, mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
se o nosso amor é um combate então que ganhe a melhor parte.
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o chão que pisas sou eu...
(...)
o nosso amor morreu quem o matou fui eu.
o chão que pisas sou eu...
(...)
se o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
(...)
Linda Martini
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sábado, 24 de novembro de 2007
do Lat. extraneu
adj.,
desconhecido;
que não é usual;
curioso, singular;
extraordinário;
anormal;
descomunal;
admirável;
censurável;
repreensível;
impróprio;
livre;
isento;
arredio;
esquivo;
s. m.,
estrangeiro;
que é de fora.
(in Priberam)
terça-feira, 20 de novembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
BEM-VINDO, INVERNO!
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Big Girls Don't Cry - Fergie
The smell of your skin lingers on me now
You're probably on your flight back to your home town
I need some shelter of my own protection baby
To be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry
The path that I'm walking
I must go alone
I must take the baby steps 'til I'm full grown, full grown
Fairytales don't always have a happy ending, do they?
And I foresee the dark ahead if I stay
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Like the little school mate in the school yard
We'll play jacks and UNO cards
I'll be your best friend and you'll be mine Valentine
Yes you can hold my hand if you want to
'Cause I want to hold yours too
We'll be playmates and lovers and share our secret worlds
But it's time for me to go home
It's getting late, dark outside
I need to be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry
(Não gosto da Fergie... não gosto da música dela... mas este tema mexe comigo. Talvez seja pelo momento que atravesso... talvez seja pelo simples facto de a ouvir 50 mil vezes ao dia e pensar sempre na letra... é daquelas que nos fazem andar a cantar a toda a hora...)
domingo, 11 de novembro de 2007
Divagações...
Hoje, olho para trás e nem sei bem como é que to disse e como consegui fazê-lo. E lembro que esta luta continua. Diferente, mas continua... Acho que fizemos e fazemos tudo errado. Começamos tarde. Começamos quando tudo acabou. E, agora, começa a ser difícil gerir o que sentimos. O que sentimos no passado e o que sentimos, agora, no presente. “Só” isso. Esta ausência imposta, quase que obrigatória, é tão estranha... gostamos tanto um do outro e acabamos por nos magoar tanto.
Tenho andado a pensar em como te tornaste importante na minha vida... e se não falar contigo é mesmo a solução... Pensei em agir assim para custar menos, mas não custa nem mais nem menos... Custa, simplesmente!

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