quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Publicado por Desnorteada às 11:25 p.m. 2 comentários

(A imagem foi copiada à descarada daqui)

domingo, 20 de janeiro de 2008

Divagações III*

Publicado por Desnorteada às 2:10 a.m. 2 comentários
Já é tarde! Já devia estar a dormir... Mas, por mais que sinta a necessidade de o fazer é difícil... Dou voltas e mais voltas na cama, fico a rebolar uma, duas horas e o sono nunca chega. É isto há dias, ou melhor, há meses... Estou farta destas insónias! Já estive a ler, mas não consigo mais... os olhos pesam-me. Pesam-me mesmo muito... e ainda assim não consigo dormir... Simplesmente, não consigo! Estou a dar em doida! Para desanuviar, resolvi escrever um pouco. Pouso os meus dedos sob o teclado e reparo que as letras não se querem juntar. Chiça!, não me sai nem uma palavra... quanto mais uma frase de jeito?! Eu quero dormir... eu preciso de dormir... e os olhos não me obedecem, não querem fechar, não querem descansar. Já é tão tarde! Se ao menos conseguisse não pensar em ti, no emprego que teima em não aparecer, na falta de vontade em sair de casa, neste sentimento de culpa que me esmaga todos os dias... se ao menos não pensasse nisto sempre que não tenho mais nada para fazer... Porque não temos um botão ON/OFF para o utilizarmos sempre que precisamos?? Isso deveria ser, realmente, possível!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Da Inquietação... *

Publicado por Desnorteada às 3:03 p.m. 4 comentários
Gostaria de me sentir assim...

... mas 'tá difíiiiicil!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O que eu chamo de um início de ano determinado!*

Publicado por Desnorteada às 10:59 p.m. 10 comentários
Hoje decidi pôr-me a mexer e fui até ao ginásio... meus amigos, nunca suei tanto na vida! Estive duas horas a pôr a ginástica em dia. Agora, o meu único desejo é que na próxima quinta-feira, quando regressar lá, consiga mover as perninhas e os bracinhos... Demorei a tomar a decisão. Nunca fui adepta de exercício físico e daí, claro, o péssimo estado de forma em que me encontro. Esta é a minha primeira resolução para 2008: ginásio-ocupar o tempo-perder peso-ginásio-ficar mais calma-perder peso-ginásio-dormir melhor-perder peso-ginásio-ficar melhor comigo-perder peso-ginásio-(...). Agora que comecei, ninguém me pára! ;)

sábado, 5 de janeiro de 2008

Nada*

Publicado por Desnorteada às 4:11 p.m. 2 comentários

Nada te espanta
nada te encanta
nada te tomba
ou te levanta
sem passar dentro de ti
nada te gera
nada te espera
não há outono nem primavera
sem que o sintas a surgir
Tu és a escala
a mão que embala
tomas bem conta de ti
Tu és a escala
a mão que embala
tens um rumo a seguir
Nada te atrasa
nada te arrasa
nem que no céu percas uma asa
vais pegar de novo em ti
nada te usa
nada te escusa
mesmo se o mundo inteiro te acusa
só tu sabes onde ir
tu és a escala
a mão que embala
tomas bem conta de ti
tu és a escala
a mão que embala
tens um rumo a seguir
e nada esmaga
nada te acaba
nada te encolhe
nada te alarga
nada te tenta
nada te inventa
nada te pesa
nada te aguenta
nada te falha
nada te empurra
nada se ri quando te esmurra
nada te chefia
nada te guia
nada te ofende
ou te desvia
nada te pára
nada te pára
nada te pára
nada...
Jorge Cruz

Vou fingir que o Jorge Cruz me conhece e escreveu esta música para mim... :P É que ela encaixa-me que nem uma luva...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

"Como esquecer alguém em 5 minutos ou talvez mais um bocadinho...

Publicado por Desnorteada às 8:51 p.m. 8 comentários
Antes de tudo, há que reconhecer que este poderia ser um belo nome para um daqueles livros que as pessoas oferecem umas às outras apenas e só pelo título e que usualmente se encontram em qualquer bomba de gasolina, no corredor do fundo, lado esquerdo, junto aos jornais. Não interessa o autor, nem se alguma vez se leu alguma coisa, nem se os críticos do mil folhas falaram bem, o que importa mesmo, é a mensagem que o título oferece a quem o recebe. E se depois lá dentro, nas páginas que se refugiam na capa, o conteúdo não for grande coisa, isso de nada importa. Entrega-se o livrinho como se estivéssemos a entregar uma senha de papel com uma mensagem, a fazer olhinhos, para a miúda que está na carteira ao lado: “Vai onde te leva o coração!”, “Fazes-me Falta!” “Não há coincidências” e claro o inevitável “Amo-te”.

Houvesse um medicamento, que depois de tomado nos fizesse esquecer a pessoa que amamos e as farmácias ficariam inundadas de gente à sua procura. Existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse alguém e ficariam enormes as listas de espera para essa cirurgia. Mas não existe. Não há. Não se vende, nem se opera.

Mas pode-se esquecer? Pode. Como assim? Ora, usando uma técnica vulgarmente usada pelos bombeiros para extinguir os incêndios. O lendário truque do “Fogo contra Fogo” que basicamente consiste em lançar outro fogo em direcção ao que vem a arder. Assim, queima-se uma área que ainda não esteja ardida, para que quando o fogo lá chegar nada mais tenha para arder. E é limpinho.

O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queiramos esquecer não nos pareçam assim tão agradáveis. E quando ela – leia-se o incêndio – aparecer, já só resta terra queimada.

E assim, aproveitando esta bonita analogia dos incêndios, é justo revelar que aqui o grande problema é o vento, o vento que pode reacender as chamas. E esse vento, pode ser uma chamada dela – que ninguém atenda o telefone – uma súbita vontade de lhe ligarmos nós, às 4 da manhã com uma voz notoriamente embriagada – apague-se já o número – o vento pode ser uma foto dela ainda no quarto – que se guarde isso numa gaveta escura – uma carta que imbecilmente relemos – perigo, perigo! – Aceitarmos um convite para jantar a dois sob o pretexto de irmos falar sobre o ambiente no mundo – isso será muito arriscado – ir a casa dela rever a primeira temporada dos Sopranos em vd. – que fique claro, ao aceitarem o convite, isto já nem será vento, mas possivelmente, um tornado.


E assim, voltando à perniciosa técnica do fogo contra fogo, o mais importante, é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo. É dizermos “isto é muito bonito e tal, mas eu tenho que sair daqui antes que se faça tarde” e assim, ao não permitirmos recaídas que sabemos que só irão adiar o inevitável, extinguiremos o pouco que vai existindo até que tudo fique reduzido a cinzas, tão frias e inertes, que nenhum vento será capaz de as reanimar."

Fernando Alvim
O homem quando quer escreve umas coisas engraçadas... não diz só disparates!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

**

Publicado por Desnorteada às 5:41 p.m. 5 comentários
Não posso dizer que 2007 foi mau [tenho alguma sorte nos anos ímpares]. Foi um ano de altos e baixos. De bons e maus momentos. E tenho aprendido com o tempo que nem tudo na vida tem de ser muito bom nem muito mau. Os dias são equilibrados e quem tem de os colorir é cada um de nós. Percebi, por isso, que esta instabilidade que 2007 me deu transformou o ano num ano equilibrado:

Janeiro trouxe-me um novo projecto profissional, um carro e o medo de conduzir; Fevereiro deu-me muito trabalho; Março aproximou-nos... o longe fez-se perto e nós conseguimos encurtar a distância; Abril deu-me o Pico (a personagem fictícia do meu primeiro conto infantil - um conto escrito a seis mãos que é o primeiro de muitos, espero!) e é o mês em que festejamos mais um aniversário, trocamos beijos e cumprimos promessas... o primeiro fim começa aqui; Maio chegou com a mágoa e com muitas confusões... para além disso, comemorei mais um título do FCPorto e ultrapassei o medo da estrada; Junho foi o mês em que fiquei sem auto-rádio... a sensação que tive ao ser assaltada foi horrível... a mesma que senti quando me quiseram despedir; em Julho tive os piores dias da minha vida, mas também o melhor de ti... de nós! [Obrigada pelas "sessões de psicologia"]; com Agosto chegaram as férias... BARCELONA foi inesquecível - "Una vida es poco para mi!"; Setembro regressei ao desemprego... começou a luta que ainda mantenho... foi um mês marcado por reencontros e esperança! O "grão de areia" será sempre relembrado; Outubro levou-me até à SUÉCIA, DINAMARCA E INGLATERRA - uma viagem a três que espero repetir! -, mostrou-me o melhor e o pior de ti e obrigou-me a tomar a decisão mais difícil da minha vida... os pontos finais são sempre muito complicados de gerir!; Novembro, o primeiro mês sem ti... marcado pelo silêncio; por último, em Dezembro fui tia... com a chegada da minha sobrinha é impossível não sorrir...

E com um ano tão recheado não posso senão dizer que espero ter um 2008, pelo menos, parecido com este. Por tudo o que descrevi, o balanço é muito positivo, ainda que não acabe o ano da maneira que gostava... O próximo ano é par e admito: tenho medo. Mas, os "Mayas e afins" dizem que os nativos de Carneiro vão ter um ano excelente... assim o espero! ;)


recados para orkut

domingo, 23 de dezembro de 2007

*

Publicado por Desnorteada às 12:01 p.m. 5 comentários
glitter graphics

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Divagações II*

Publicado por Desnorteada às 11:02 p.m. 4 comentários
Fujo. De ti e de nós. Fujo para não me magoar mais. Escondo-te sempre que gostava que me desses a oportunidade que dizes já teres dado... Passo por cima da vontade que tenho em poder estar contigo, de contar-te histórias (as minhas e as dos outros) e dizer-te para não teres medo porque vai correr sempre tudo bem. Ai, como gostava de poder dizer-te o que sinto ao ouvido e pegar nas tuas mãos para que sintas como o meu coração bate depressa sempre que falas comigo. Gostava de ter-te frente a frente comigo e que me pedisses, olhos nos olhos, para lembrar os momentos que passámos juntos... para me lembrar sempre de ti e continuar a acreditar... porque um dia o meu amor por ti vai ser suficiente para ficarmos juntos! Ai, como gostava que essa “máscara que tens usado” caísse para que eu conseguisse entender-te! Para que eu tivesse forças para continuar a sonhar com os beijos de boa noite e os abraços apertados. Porque não abres o coração e me deixas entrar nele para te fazer feliz? Volta atrás... diz-me que recupere a coragem para acreditar em nós e continuar a lutar por ti... Volta atrás!! Diz que, afinal, te enganaste e que é a mim que queres... dá-me a dose de coragem que preciso para para não ficar aninhada, encolhida, em mim. Volta atrás...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Ariana*

Publicado por Desnorteada às 6:20 p.m. 10 comentários


Nasceu ontem às 21h15. Pesa 2,92Kg e mede 48 cm. É a menina mais bonita que já alguma vez vi... Sou a tia mais babada do mundo!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

carta ao Pai Natal*

Publicado por Desnorteada às 10:46 p.m. 2 comentários
Querido Pai Natal,

bem sei que já não sou pequenina, mas mesmo assim vou arriscar. Não quero muita coisa e como acho que me portei bem este ano, acho que mereço, pelo menos, a tua atenção. De qualquer forma, apresento-te as minhas sinceras desculpas se achares que isto é um abuso. Então, para 2008:

- Gostava de poder continuar a aprender a ser jornalista, mas se não for possível que venha alguma coisa na área. Importa é que me ponhas no sapatinho o emprego...

- Gostava de ter a oportunidade com aquela pessoa que tu sabes... aquele teimoso que se fecha a sete chaves e não deixa entrar ninguém, sabes Pai Natal?!? Gostava de ter a oportunidade que ele diz já ter dado, mas se não for possível ao menos que não nos esqueçamos um do outro. Importa é que a amizade perdure...

- Gostava de ter por perto todos os meus amigos... que eles estivessem sempre comigo. Mas se não for possível, que consigamos estar pelo menos as mesmas vezes que estivemos este ano. Importa é que se matem as saudades...

- Gostava que a minha família continuasse bem, e se não for possível que tenhamos todos força para ultrapassar os problemas com um sorriso nos lábios. Importa é que continuemos unidos...

Por último,

- Gostava de ter a mesma coragem para aguentar o 2008 como tive que suportar partes do 2007, mas se não for possível que seja porque em 2008 não vou ter de enfrentar doses de desânimo. Importa é que me deixes continuar a ser eu...

Para quem nunca pediu muito, achas que estou a pedir demais?! (envergonhada)

Aahhh! E já agora, gostava de poder viajar tanto como em 2007, mas se não for possível que consiga pelo menos conhecer um sítio novo, fora ou dentro do país. Importa é que viva outras culturas, outras pessoas, outros "mundos"...

Beijinhos, Pai Natal
Um Bom Ano e uma boa distribuição ;)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

amor combate*

Publicado por Desnorteada às 11:13 p.m. 2 comentários

eu quero estar lá quando tu tiveres de olhar para trás...
sempre quero ouvir aquilo que guardaste para dizer no fim...
eu não te posso dar aquilo que nunca tive de ti, mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
se o nosso amor é um combate então que ganhe a melhor parte.
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...

o chão que pisas sou eu...
(...)
o nosso amor morreu quem o matou fui eu.
o chão que pisas sou eu...
(...)
se o nosso amor é um combate...
o nosso amor é um combate...
(...)

Linda Martini

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 11:03 p.m. 2 comentários
Hoje custou-me levantar. Tive preguiça. Aliás, acordei e perguntei a mim mesma: o que raio vou fazer fora da cama?! E fiz esta pergunta inúmeras vezes, repetidamente. Ao abrir os olhos reparei que, ali, no meio dos lençóis, não havia nada nem ninguém que me fizesse chorar. Apeteceu-me mesmo ficar escondida o resto do dia. Enroscar-me em mim e nada mais... Mas, a vida não pode ser vivida assim: a fugir. O efeito avestruz não nos leva a lado nenhum. Rolei pela cama uma, duas, três vezes no máximo, e saltei para mais um dia... Sentei-me por breves minutos para tentar estruturar uma agenda vazia – síndroma de quem teve sempre muito para cumprir. Arrastei-me até à cozinha e tomei um café. Desta vez, um café de verdade, com a calma com que se deve beber um café. Com uma calma que me fez ter tempo para olhar para mim, que me fez lembrar, ponderar, olhar em redor e viajar um bom bocado... viajar no tempo e viajar por dentro. E descobri que tenho imensas razões para querer sair da cama, porque esta viagem me levou a lugares só meus... daqueles que foi bom ter conhecido e que são bons recordar. E pelo menos nestes instantes senti que nem tudo está perdido e que a coragem ainda consegue invadir o meu corpo...

sábado, 24 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 5:51 p.m. 3 comentários
Estranho
do Lat. extraneu

adj.,
desconhecido;
que não é usual;
curioso, singular;
extraordinário;
anormal;
descomunal;
admirável;
censurável;
repreensível;
impróprio;
livre;
isento;
arredio;
esquivo;

s. m.,
estrangeiro;
que é de fora.
(in Priberam)

Estranho é uma palavra estranha por si só...

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 9:45 p.m. 2 comentários
"O tempo que passa não passa depressa.


O que passa depressa é o tempo que passou."
Vergílio Ferreira

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

BEM-VINDO, INVERNO!

Publicado por Desnorteada às 10:19 p.m. 5 comentários
Finalmente, apareceu. Eu, ao contrário de muita gente, fico feliz. Eu gosto do Inverno. Do frio. De estar em casa enroscada numa mantinha e ouvir a chuva e o vento zangados do lado de fora. Gosto de aquecer as mãos na caneca quente do meu chá de camomila. Gosto de vestir roupa quente. Gosto dos cachecóis e dos gorros. [Dá-me a sensação que estou a ser abraçada!]. Gosto de caminhar por entre as folhas às cores no chão, deixadas pelo Outono. Gosto de correr e sentir o frio entrar na minha pele. Gosto de lembrar-me como aquecem duas mãos quando se unem. Gosto de lembrar os abraços. Gosto de lembrar como juntos dois corpos encontram algum conforto. Eu gosto do Inverno. Por tudo isto e porque sempre me deu coisas boas, sempre me fez sorrir... Por incrível que pareça é nesta época do ano, e ainda que os dias sejam mais cinzentos, que a minha vida ganha alguma cor. E posso dizer que, apesar de tudo, este ano o Inverno vai fazer-me sorrir novamente... dentro de alguns dias (ou horas apenas!) nasce a minha sobrinha. Motivo mais que suficiente para amar o Inverno. Por isso, fico feliz quando me apercebo que o frio já chegou... e que veio para ficar. Porque são estes dias que me fazem voltar a acreditar que o preto e branco da minha vida pode ir-se embora... um dia. Eu gosto do Inverno. Ponto final.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Big Girls Don't Cry - Fergie

Publicado por Desnorteada às 11:31 p.m. 2 comentários

The smell of your skin lingers on me now
You're probably on your flight back to your home town
I need some shelter of my own protection baby
To be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity

I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry

The path that I'm walking
I must go alone
I must take the baby steps 'til I'm full grown, full grown
Fairytales don't always have a happy ending, do they?
And I foresee the dark ahead if I stay

I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do

And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry

Like the little school mate in the school yard
We'll play jacks and UNO cards
I'll be your best friend and you'll be mine Valentine
Yes you can hold my hand if you want to
'Cause I want to hold yours too
We'll be playmates and lovers and share our secret worlds
But it's time for me to go home
It's getting late, dark outside
I need to be with myself and Center, Clarity
Peace, Serenity

I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightening out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry

(Não gosto da Fergie... não gosto da música dela... mas este tema mexe comigo. Talvez seja pelo momento que atravesso... talvez seja pelo simples facto de a ouvir 50 mil vezes ao dia e pensar sempre na letra... é daquelas que nos fazem andar a cantar a toda a hora...)

domingo, 11 de novembro de 2007

Divagações...

Publicado por Desnorteada às 10:34 p.m. 7 comentários
Sorri por dentro no dia em que me apercebi apaixonada por ti, sabes? No dia em que tive certeza absoluta que gostava de ti. Eu, tu, duas cervejas e um papel verde com o teu nome. Lembras-te? Eu sei que és bom com datas, por isso, tenho a certeza que sim. Esse dia foi muito importante para mim. A rua estava cheia de gente. Estava um frio de rachar. Eu tremia. Não de frio, mas por não saber o que dizer a seguir. Deixaste-me sempre completamente à deriva. Tu e mais as tuas piadas, que sempre soubeste dizer... Ali, naquele momento, percebi que já eras fundamental. Que não eras só mais um amigo. Senti-me vulnerável, frágil e insegura. Acredita, não queria que acontecesse. Eu sabia que ia magoar-me. Pensei durante algum tempo que estava a confundir as coisas, mas nessa noite percebi que não. Talvez, tivesse sido mais fácil se não fossemos já amigos. Podia ter-te mostrado o que sentia, naquele dia, sem proteger o que quer que fosse. Talvez tivesse sido mais acertado... Mas não. Guardei para mim, já não te queria perder... já não o podia fazer. E só descansei quando to disse. Quando te ganhei, ainda que por breves momentos...
Hoje, olho para trás e nem sei bem como é que to disse e como consegui fazê-lo. E lembro que esta luta continua. Diferente, mas continua... Acho que fizemos e fazemos tudo errado. Começamos tarde. Começamos quando tudo acabou. E, agora, começa a ser difícil gerir o que sentimos. O que sentimos no passado e o que sentimos, agora, no presente. “Só” isso. Esta ausência imposta, quase que obrigatória, é tão estranha... gostamos tanto um do outro e acabamos por nos magoar tanto.
Tenho andado a pensar em como te tornaste importante na minha vida... e se não falar contigo é mesmo a solução... Pensei em agir assim para custar menos, mas não custa nem mais nem menos... Custa, simplesmente!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

MUITO OBRIGADA...

Publicado por Desnorteada às 6:59 p.m. 6 comentários
... pelas

20 000
visitas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 11:29 a.m. 5 comentários
Este menino merece ser o assunto do post de hoje...

Primeiro, porque teve a mesma ideia do que eu ao ver o jogo de ontem do FCP - Marselha... Peço desculpa Menphis-Child pelo atrevimento, mas vou transcrever exactamente o que escreveste porque eu não diria melhor:

"Devemos encarar os problemas na vida como o golo do Sektioui: pegamos nele, enfrentamos com peito feito, cheios de confiança, saltamos por cima, passamos pelo meio das dificuldades, deitámos o último obstáculo e arrumamos o assunto com convicção, mesmo que isso possa doer a muita gente."
Só acrescento, ninguém nos parava! ;)

Depois, tenho de responder ao desafio que ele me lançou no cantinho dele - o desafio da página 161. Eu não sei se consigo uma frase mais "bonita e cheia de força e esperança" do que aquela que transcrevi... Mas... ;)

Comecei a ler A Bruxa de Portobello de Paulo Coelho. A quinta frase reza assim:

"Você transforma-se num canal, ouve-se a si própria, surpreende-se com o que é capaz."

Agora, passo a 5 amigos bloggers, para que a corrente não se quebre... Só têm de transcrever no vosso blog a quinta frase completa da página 161 do livro que tiverem mais perto...

manhoso - porque a tua leitura é sempre de bom gosto... ;)
covinhas - vamos ver o que andas a ler... ;)
imca - porque és o meu ídolo ;)
coccinella - porque me lanças sempre desafios... ;)
tiago - porque não tens nada a perder... ;)

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 10:36 p.m. 2 comentários
Tiago Bettencourt tem um novo trabalho. Já todos vocês sabem que acho este senhor um grande escritor... é um grande músico, mas acima de tudo, adoro a sua escrita. Ele sabe o que dizer para nos chegar ao coração. "O Jardim" é simplesmente perfeito... Com os Mantha, Tiago Bettencourt leva-nos para vários recantos... aqui, o caminho para espreitarem alguns dos temas. Dos 14, elejo 4: a Canção Simples com Sara Tavares, O Lugar, Outono e O Jogo... Deixo-vos a letra da que mais mexe comigo.

O JOGO
Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer, sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior aqui
Está frio demais para apostar em mim

Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós
És tu quem quer mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais para me sentir...
Mas queres ficar...


Tudo o que é meu é tudo o que eu não sei largar
Queres levar tudo o que é meu e tudo o que eu não sei largar...
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder...

Tudo o que é meu é tudo o que eu não sei largar

Queres levar tudo o que é meu e tudo o que eu não sei largar...
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói

Vem que nem o último a cair vai perder...
Não... Não vai perder... Não vai perder!
Tiago Bettencourt e Mantha

domingo, 4 de novembro de 2007

Publicado por Desnorteada às 4:56 p.m. 2 comentários
Estar sozinha num domingo faz-me pensar... esta solidão domingueira reforça o provérbio: “o coração tem razões que a própria razão desconhece”. Sinto-me só, vazia e incompleta. É um estado de espírito ao qual me vou habituando, sem saber ao certo se é bom ou mau, mas difícil de descrever... de pôr em palavras. Estar só deixa-me um travo amargo nos dias... deixa-me a ansiar por mais coisas que teimam em não chegar. Prendo-me a tudo em demasia para me encontrar e quando perco esse tudo dói. Estar só ao domingo faz-me pensar nas decisões tomadas... nos caminhos que segui e nas saídas possíveis. O passado não se rescreve, eu sei. Não volta mais. Mas será que as opções que tomei são as correctas?! Será que não há, de facto, outra solução?! Nem sempre é simples pôr esta solidão em palavras... nem a solidão nem os sentimentos. Talvez porque há sentimentos que uma vez em palavras só nos fazem doer. E é essa vontade de pôr os sentimentos em palavras que, hoje, me faz estar só. Não sei se deveria ter caído no silêncio, se não deveria ter esquecido essa vontade de pôr cá fora o que sentia e o que ainda sinto. Às vezes, o silêncio pode mesmo ser de ouro... basta saber lidar com ele e não deixar que a tal vontade de pôr tudo em palavras ocupe o seu lugar. Porque o silêncio conforta... e as palavras são demasiado complicadas e só atrapalham. E eu sei que o silêncio teria sido a saída mais fácil. Porque a decisão está tomada e os sentimentos já são palavras. Palavras que invadiram o nosso silêncio. Este silêncio que já não é partilhado, que magoa, faz chorar e que ninguém vai quebrar... Este silêncio que só nos faz estar mais sós. É, estar sozinha num domingo faz-me pensar...

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

DANÇAR

Publicado por Desnorteada às 3:21 p.m. 0 comentários
v. int.,
mover o corpo cadenciadamente, em geral ao som compassado da voz ou de instrumento
de música;
girar;
rodopiar;
mover-se;
saltar;

(in Dicionário Língua Portuguesa)

Dançar é isto e muito mais... é alegria, é sorrir, é mostrar-nos vivos e de bem com a vida. Eu adoro dançar, sem saber fazê-lo muito bem. Adoro dançar até cair. Até que os músculos do corpo doam. Pela madrugada dentro. Adoro... e tenho de recomeçar a fazer isto mais vezes... ;)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

UM PARÊNTISIS...

Publicado por Desnorteada às 4:39 p.m. 5 comentários
(Hoje, resolvi falar um pouco sobre mim... este cantinho nasceu para eu fazer aquilo que não faço todos os dias... falar do que não posso falar... ser como realmente sou. Mostrar aquilo que sou e que sinto, ainda que o tenha de esconder perante os outros e a vida.
Reli alguns dos meus textos e a ideia com que fiquei é que sou uma mulher triste... cheia de sonhos, mas triste. Acabo por deixar aqui os piores momentos da minha vida... aqueles que me fazer sentir viva, sim, mas que me magoam. Aqueles momentos que doem só de pensar...
Gostava que soubessem – todos vós que ainda vêm aqui ler o que escrevo – que esta é só uma parte de mim... aquela que não revelo... aquela que escondo aos que convivem comigo diariamente. Que é só minha. Que está dentro de mim... Eu sou uma mulher cheia de força e coragem e que tem dado sempre volta aos problemas, mas a vida tem-me posto demasiadas vezes à prova. E como lá fora tenho de ser eu... aqui, ponho a nu todas as minhas fraquezas... é só isso! Ultimamente, tenho tido alguns percalços... e é mais difícil sorrir... principalmente, n’ O Meu Lado B onde posso exprimir o que me vai na alma e no coração. Eu consigo abstrair-me dos problemas e dar boas gargalhadas... mas essas não fazem com que eu consiga preencher uma folha em branco. Há quem diga que a tristeza é a melhor fonte de inspiração... e talvez seja isso que se passa comigo.Tenho o dom de não saber manter as pessoas junto a mim... perco-as muito facilmente. E nem sei bem porquê. Alguns de vós acompanham este meu lado há algum tempo e não quero que me vejam como uma chata, “cinzentona” e que não sabe fazer outra coisa senão lamentar-se. Espero que já saibam ler as entrelinhas. Por trás de todas estas palavras tristes e amarguradas, com sonhos pelo caminho, existe uma mulher normal que não é mais que uma menina que sonha em ser feliz todos os dias.)

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Publicado por Desnorteada às 3:23 p.m. 2 comentários


Diz-se que a idade dos porquês se vive entre os três e os quatro anos. A minha pergunta é: então, por que raio é que estou a vivê-la aos 27?

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

DE VOLTA À REALIDADE

Publicado por Desnorteada às 10:53 p.m. 2 comentários
O mal das viagens é o regresso... o que tem de bom tem de mau também.
Depois de uns dias pelo sul da Suécia estou de volta à minha vida e ao meu dia-a-dia... o que não me deixa muito motivada, mas é o que tenho.
Em cinco dias vivi mais do que nos últimos meses. Conhecer outras realidades é o que a vida tem de melhor. Andei por Malmö, Bästad e Halmstad - com passagens por Gotemburgo e Lund - na Suécia, dei um pulo até Copenhaga e no regresso ainda espreitei Londres. Foram dias frenéticos e com muitos quilómetros a pé, de comboio, de carro e de avião, mas valeu a pena. É bom sairmos do nosso meio para descobrir outras pessoas, outros costumes, outras formas de viver...
Numa palavra: ADOREI!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Publicado por Desnorteada às 3:10 p.m. 2 comentários
Vou ali ser feliz um bocadinho e já venho... ;)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Publicado por Desnorteada às 3:45 p.m. 0 comentários
Negação

s. f.,

acto de negar;
nega;
inaptidão;
falta de vocação;
falta ou carência de alguma coisa;
recusa;
rejeição;
- de si mesmo: abnegação, renúncia.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Publicado por Desnorteada às 10:10 p.m. 4 comentários
Há alguns anos, nem sei bem há quantos, encontrei um texto numa revista, que já nem me lembro qual, que mexeu comigo. Guardei-o por ser bonito, por estar bem escrito... não sei. Sei que mexeu muito comigo. Lembro-me que quando o li, pensei: “Nunca senti isto por ninguém!”. Hoje, encontrei-o e reli-o. Entendi, finalmente, a mensagem... percebi que podia ter sido escrito por mim... percebi que podia ter sido eu a inventar este jogo de palavras...

“Tenho um jogo que quero jogar contigo. E se eu descontruísse a tua personalidade? Se me limitasse a repetir mentiras ao teu ouvido de tal forma que elas se tornassem a tua verdade? Tens consciência de que há diferentes verdades para cada um de nós, não tens? Tens consciência que o azul que eu vejo é diferente do que tu vês e que o sabor de canela é distinto para cada um de nós, não tens? E se eu te repetisse mentiras de forma constante, de forma séria e credível, até que acreditasses serem essas as palavras a mais pura das verdades? Ficarias sereno à espera que tudo voltasse ao normal? Ou adoptarias um novo estilo de vida e tentarias adaptar-te, mesmo não acreditando?
E se eu te dissesse para não saltares, cantares ou dançares? E que a tua voz não é bem-vinda para o que te rodeia? E se eu te ordenasse que sejas o que detestas, que sejas o que não és, que saboreies o que não gostas? E se eu te obrigasse a esquecer as coisas que desejas, as pessoas que amas, os sonhos que te invadem a noite? E se eu até o sonho te roubar? Se te proibir de dormir, te obrigar a ficar acordado a olhar o vazio, sem poderes pensar em nada? Terias medo? Vontade de gritar? E se eu te tirasse a voz? Se quisesses gritar e não conseguisses? Talvez me dissesses que o ódio é o alimento do futuro, não era? O único sentimento capaz de crescer, de ficar cada vez maior, até que tudo o resto fosse consumido e apenas nós existíssemos, a gritar para o infinito, neste vértice de ódio e loucura, não era?
E se eu te jurasse que o amor não existe? Se jurasse tantas vezes que o amor não existe, acreditavas? E se depois de te desconstruir a alma, depois de te apresentar tantas mentiras que parecem verdades, te largasse no teu mundo? Ficarias assustado? Lutarias com unhas e dentes para regressar à tua realidade? Ou irias para casa e ficarias fechado no teu quarto encolhido sobre ti mesmo, tentando perceber? Sem querer sentir outra vez aqueles cheiros, que te trazem recordações que anseias serem outra vez realidade? Ou esquecer que eles alguma vez existiram? Serias capaz de ficar consciente de que és apenas parte do que podias ser? Que és infeliz apesar de todas as aparências e de todas as recompensas falsas?
Esperneavas? Revoltavas-te? Apesar do medo, corrias para fora do casulo que construí, agora, em teu redor? Não, não acredito que o fizesses... Apenas, descobrias que o amor existe e é afinal a única redenção. Descobrias que uma simples carícia era capaz de te construir outra vez, te devolvia a personalidade. Descobrias que uma só palavra era capaz de te fazer abandonar o mal e que um beijo te fazia esquecer de que tens medo do escuro e te permite sentir as coisas com verdade...”

Sim, fazes-me falta!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Publicado por Desnorteada às 4:19 p.m. 5 comentários

A vida deveria ser sempre assim: doce e colorida!
 

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