domingo, 23 de novembro de 2014

Dos laços que criamos.

Publicado por Desnorteada às 12:30 a.m. 7 comentários
Quando olho para trás percebo facilmente que o problema do final das relações é que o sentimento parece que não acaba na mesma medida. Pelo contrário, parece que ainda está mais forte, por se ter multiplicado e crescido no nosso peito numa combinação maquiavelicamente perfeita entre o amor e a raiva. O problema está sempre no elemento que fica a perder [e há sempre um elemento que fica a perder] e que vai sofrer mais e que vai moer e remoer por muito tempo. O ideal seria que tudo fosse acabando ao mesmo tempo para os dois lados e não até que se esgote por inteiro para ambos por descrença, por desconfiança, por medo.

Esta coisa de amar, de querermos ser UM aos pares deixa demasiadas mazelas no nosso pobre coração e a sorte é mesmo não morrermos de amor. Pelo menos não pelo rasgar de um qualquer laço. Todos nós já suportámos a dor de um final de uma relação e, mais cedo ou mais tarde, deixamos de usar as lentes cor-de-rosa e acabamos por perceber que aquele fim que quase nos matou afinal foi o melhor que nos podia ter acontecido. Apesar de tudo isto ser feito em diferentes estágios, em que no início nada faz sentido, em que depois nos penitenciamos por todas as falhas cometidas e em que mais tarde acreditamos que a nossa felicidade está naquela pessoa que nos deixou, nós sabemos que havemos de ultrapassar e voltar a viver tudo de novo... outra vez... e outra... e outra...

Tem de haver muita vida e muito mais amor neste mundo. Não será fácil e o medo – essa palavra tantas vezes repetida – instalar-se-á comodamente, tanto, tanto, que dificultará quaisquer laços que possam surgir, como se o organismo se recusasse a ser feliz, a fazer as coisas bem, a querer deixar para trás algo que nos faz mal. E, muitas vezes, este é um processo lento [demasiado lento] e nem sempre bem sucedido. É um caminho cheio de buracos e armadilhas, de incertezas e dúvidas, que fazem de nós seres perdidos que acabam por ferir quem está à volta. Não adianta dizermos que não queremos magoar porque, por vezes, as palavras e as acções são tão despreocupadas que nem temos noção do que realmente estamos a fazer. E isso acontece com toda a gente. Não sou eu, nem tu, é toda a gente assim.

Da minha parte, eu garanto que desejo encontrar-te no meio deste percurso e esta estranha necessidade de ser tua sem o ser está a dar comigo em doida. Sabes que quero fugir, não sabes? Fugir de ti, deste sentimento que tem crescido, do que me fizeste sentir quando [talvez sem quereres] me reduziste a muito pouco. Senti-me tão desinteressante, tão desprovida de carinho, tão ridiculamente magoada. Este laço que estamos a criar está longe de ser perfeito e talvez seja isto que me faz querer agarrar-te e ter-te por perto. Mas, este laço, do qual começo seriamente a ter medo, faz-me querer também proteger-me de ti, lançar todos os anticorpos contra este sentimento que se está a apoderar do meu sono. A verdade? A verdade é que tenho medo de precisar de ti mais do que tu precisas de mim.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Chuva no Mar

Publicado por Desnorteada às 12:34 p.m. 0 comentários


Coisas transformam-se em mim,
É como chuva no mar,
Se desmancha assim em
Ondas a me atravessar,
Um corpo sopro no ar
Com um nome p’ra chamar,
É só alguém batizar,
Nome p’ra chamar de
Nuvem, vidraça, varal,
Asa, desejo, quintal,
O horizonte lá longe,
Tudo o que o olho alcançar
E o que ninguém escutar,
Te invade sem parar,
Te transforma sem ninguém notar,
Frases, vozes, cores,
Ondas, frequências, sinais,
O mundo é grande demais.
Coisas transformam-se em mim,
Por todo o mundo é assim.
Isso nunca vai ter fim.

sábado, 8 de novembro de 2014

Do coração com amor. #7

Publicado por Desnorteada às 10:45 p.m. 4 comentários
Às vezes só precisava que me quisesses dar a mão... que quisesses emprestar-me o teu colo e cuidar de mim. Apetecia-me que eu servisse para te poder ajudar, que eu fosse suficiente para te pôr a sorrir e que bastasse para estares de bem com a vida. Às vezes gostava que me visses... com olhos de ver... que não olhasses, apenas, mas que me visses, microscopicamente, sem segredos e com todos os meus defeitos visíveis. Eu estou aqui, mas tu não me vês ou não queres ver... sou assim como me dou a ti em cada palavra que digo, em cada sorriso que partilhamos, em cada momento em que estamos juntos. Eu sei... tu estás cheio de coisas para arrumar [e eu também] e o tempo corre... os dias avançam e eu não sei o que sinto, o que devo fazer, como devo fazer... que raio é isto? Que raio é isto que me devora todos os dias, cada vez mais, a uma velocidade galopante? Às vezes sonho com o teu abraço, com o teu carinho, com o teu toque... e percebo que és um perigo... que se um dia os nossos lábios se cruzam os nossos corpos podem entrar em combustão como consequência de um calor gerado por duas almas em processo de regeneração. Às vezes acho que devo esperar por ti... investir em ti... confiar em mim e acreditar em nós... Outras vezes não!

domingo, 2 de novembro de 2014

Eu e as Covers #32

Publicado por Desnorteada às 3:01 p.m. 0 comentários

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Gosto. Muito.

Publicado por Desnorteada às 4:21 p.m. 0 comentários

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Do coração com amor. #6

Publicado por Desnorteada às 10:56 p.m. 4 comentários


Dou voltas. Dou tantas voltas. Voltas à memória, à alma, ao coração. Tantas e tantas voltas... Como se pode deixar de pensar no que já se viveu quando é isso que faz de cada um de nós o que somos hoje? Não há nada a fazer: o passado determina o presente. O que vivemos diz-nos, todos os dias, o que não devemos fazer e o que não devemos querer para nós. O que mais me custa é perceber que nunca fui suficientemente importante para ti. Aliás, nem para ti nem para ninguém. Não fui. Ponto. E esta merda mói. Esta triste realidade corrói-me da cabeça aos pés. Faz-me ter medo. Faz-me tremer. Faz-me querer e não querer, avançar e recuar, saber e não saber. Às vezes meia hora chega, outras nem meia dúzia de anos conseguirão apagar. Tenho saudades de te ter para falar, da atenção que me davas, do tempo que investias em mim. Não são saudades de ti nem do que éramos, mas saudades de ter ali alguma coisa. Saudades de saber a quem ligar, a quem mandar um beijo, a quem desejar sonhos doces e felizes. [Lembra-te-ás disto?!] Hoje é o vazio, amanhã não sei. Apetecia-me que o sol bastasse. Que cada raio de sol me aquecesse por dentro e me mostrasse que nem tudo é mau, que nem tudo está perdido e que o amanhã ainda apetece.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Do coração com amor. #5

Publicado por Desnorteada às 2:51 p.m. 4 comentários

Estou dorida. Sim, essa é a palavra. Não é de todo a mais bonita do nosso dicionário, mas descreve na perfeição o que sinto e como me sinto. Partiu, colou-se. Caiu, levantou-se. Esqueceu, relembrou-se. Putas das memórias que não me largam e me enchem o peito de um dissabor que quer ficar para sempre. O que fazer? Como resistir-te? Como expulsar estas estranhas sensações do corpo e da alma? Não há nada como adormecer e acordar com alguém no pensamento, eu sei, e que saudades tenho de ter isso só para mim. Não gosto disto. De ti e de nós. Não quero isto. Não te quero e tenho medo de não conseguir não te querer. Ao mesmo tempo, há uma vontade enorme em mim em te conhecer, em descobrir cada canto teu e em entrar no teu silêncio sem incomodar. Conseguir estar e permanecer em ti mesmo quando já não estamos juntos. Se fosses diferente, [ai se tu fosses diferente!], acreditava que o teu sorriso doce me poderia salvar, que as tuas palavras seriam suficientes e que 1+1 podia, de facto, ser 1. Se fosses diferente, [ai se tu fosses diferente!], podíamos desafiar-nos a entrar no jogo, sem medo e com toda a convicção. Mas eu estou dorida. Não sei o que fazer e o medo que sinto atrapalha-me até o raciocínio. Não consigo ser pela metade e por inteiro, agora, é (im)possível. Não dá para disfarçar. Não sei ser de outra forma. Desculpa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Das "não histórias"...

Publicado por Desnorteada às 1:23 a.m. 2 comentários
Podia escrever sobre o que é viver o vazio. Sou perita nisso. Um nada que começa com tudo e se revela oco, surdo e mudo com o tempo. Não estou a falar de memórias que não ficam ou de estórias não vividas, estou a destacar as "não histórias". E o que são "não histórias"? São todos aqueles momentos que pensamos ter vivido, mas que na realidade nunca aconteceram. [Verdade, isto existe mesmo!] Na verdade acho que podia especializar-me nas "não histórias". Porquê? Porque quando olho para trás, é tudo o que tenho… e sei, hoje, que é por isso que sou tão diferente dos que me rodeiam… até daqueles que achava serem iguais a mim. As "não histórias" colocam os protagonistas num cenário próprio, sem que mais ninguém saiba, testemunhe ou conheça, e onde tudo se resume, no final, a um mal-entendido.  [Não estou a falar de mentiras, não… estou a falar de interpretações] As "não histórias" criam laços, definem momentos, produzem diálogos inesquecíveis, reforçam-nos a alma e o coração com sonhos, emoções e lamechices que queremos prolongar pela vida inteira e pensamos serem inesgotáveis. Nas "não histórias", o amor flui como se existisse, a amizade faz parte de nós como se nunca acabasse e a paixão deixa-nos cegos como se não víssemos nada para além de dois corpos cúmplices e duas pessoas que se gostam. Gostam sim… não se amam. Porque o amar não subsiste nas "não histórias". As "não histórias" são na realidade histórias com uma pequena grande diferença: as "não histórias" deixam-nos no patamar do "E se!?" e carregam-nos o peito de mágoa, de dúvidas, de raiva e de desilusão, principalmente, desilusão; as histórias fazem-nos seguir caminho, fazem-nos acreditar de novo, fazem-nos guardar tudo o que é bom e esquecer o que não é necessário para um futuro melhor. Como ser feliz depois de tantas "não histórias"? Como aceitá-las e devolver a crença ao nosso coração? Como deixá-las de lado e aceitar que as histórias é que existem para ficarem dentro de nós? Como? Como é que se volta a querer tentar? Não tenho respostas… E nem sei se as quero ter...

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Tenho visto que sim. #15

Publicado por Desnorteada às 4:19 p.m. 2 comentários

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Do coração com amor. #4

Publicado por Desnorteada às 9:28 p.m. 2 comentários


Está tudo aqui. Ponto.

[Sim, hoje deu-me para isto e já chorei baba e ranho com esta música. Não faz muito o meu género, é verdade, mas ouvi-a no carro e tive de parar. Não via nada à minha frente. Comecei um choro compulsivo, sufocado, como se já estivesse ali há muito, com vontade de sair. Há músicas assim.]

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Tenho visto que sim. #14

Publicado por Desnorteada às 5:24 p.m. 2 comentários

Uns sobrevivem, outros não.

domingo, 14 de setembro de 2014

Do coração com amor… #3

Publicado por Desnorteada às 12:09 p.m. 6 comentários

Depois de Ti tornei-me outra pessoa. Esta não sou eu. Não me sinto eu. Estou tão diferente, tão distante, tão alienada de tudo, tão vazia de emoções, que não me reconheço. E tenho medo das proporções que esta nova eu pode tomar...

A verdade? A verdade é que a mágoa, a desilusão, a frustração de não ter conseguido fazer-te… [que é que isso importa?]… fizeram com que eu entrasse em coma por dentro. Num estado dormente que me faz andar anestesiada e em que a dor já não se faz sentir. Está lá, mas é quase como se fizesse parte de mim. Como se fosse física e não emocional. Como se fosse só mais um órgão no meu corpo… 

E quando algo devia [deve] mexer comigo, nada acontece. Aprendi a diminuir cada um dos problemas que me aparecem. Meus e dos outros. Tudo passa. Com tempo. Com os dias, os meses, os anos. A bagagem, essa, fica mais pesada e apercebo-me, todos os dias, que não há nada que possa fazer quando tudo está nas mãos de outros. Caramba, que doce nada este que me faz sobreviver dia após dia!

Não é fácil. Nunca será. Mas se a vida nunca me sorriu a dois, por que é que não a posso viver de forma intensa como se fosse?! Ultimamente, sinto-me uma felizarda pela família que tenho, pelos amigos que estão presentes [mesmo os que estão a quilómetros de distância], pelo que sou capaz de fazer apenas eu e eu com eles. Como alguém me disse há pouco tempo: "já estou habituada!". Ha-bi-tu-a-da. Como é que é possível criar um hábito à volta de uma vida sem amor? A resposta é simples: desconhecimento. É mesmo isso: um total desconhecimento sobre o que é ser amada, desejada, cuidada, etc, etc, etc...

Às vezes, ainda sonho que será possível. Que um dia vou encontrar alguém que queira estar comigo, que goste da minha voz, que faça de tudo só por um minuto do meu dia, que não se importe se resmungo, que se ria das minhas parvoíces, que ature o meu feitio especial, que ignore a minha falta de jeito com as pessoas, que esteja disposto a derreter o gelo que Tu deixaste em mim e que saiba carregar comigo toda a bagagem que tenho para transportar todos os dias…. Que me leve ao cinema, à bola [de preferência ao Dragão, claro!], a jantar, a lanchar, a tomar o pequeno-almoço, que me encha a caixa de mensagens com futilidades e lamechices, que cante e dance comigo, que me abrace, que me faça chorar e rir ao mesmo tempo, que me encha de mimo... Às vezes, ainda sonho que será possível… que um dia vou ser capaz de fazer com que alguém olhe para mim e me veja, genuinamente, sem segundas intenções. E queira ficar… permanecer em mim e inundar de tal forma o meu coração de amor que o maior desejo de todos será apenas um beijo ao final do dia.

domingo, 17 de agosto de 2014

Eu e as Covers #31

Publicado por Desnorteada às 10:21 a.m. 0 comentários


Bem, o que dizer!? É a música. É a mulher. É o momento. Vi-a em Frankfurt em 2012 e ainda me arrepio sempre que penso nessa experiência. Sim, experiência… porque ver Tori Amos ao vivo não é simplesmente um concerto.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Eu e as Covers #30

Publicado por Desnorteada às 1:57 p.m. 2 comentários


Esta tinha mesmo de partilhar. Pela versão, por ser uma das músicas da minha vida, mas, sobretudo, pela voz deste miúdo. Isto sim é a VOZ de Portugal.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Eu e as Covers #29

Publicado por Desnorteada às 11:49 a.m. 0 comentários

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Da dieta...

Publicado por Desnorteada às 1:51 p.m. 3 comentários

Desde que estou de dieta que uma das minhas melhores aliadas é a gelatina. A sério. Passou até a ser uma das minhas sobremesas preferidas. Até agora, devorava as de melancia, este ano, a Royal lançou um novo sabor e eu estou fã... É verdade que eu adoro o sabor do limão, mas esta gelatina é qualquer coisa de especial. Existe em formato standard em pó e no formato pronto-a-comer 10Kcal que dá para eu trazer para o trabalho e tudo. A-do-ro! Parece que estou a comer um gelado de limão e é delicioso!! No Verão passado passei-me com o Corneto de Limão da Olá e este ano é isto… gelatina de limão, gelatina de limão, gelatina de limão, gelatina de limão… Provem… acreditem que vão gostar. ;)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Eu e as Covers #28

Publicado por Desnorteada às 2:44 p.m. 0 comentários

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Tenho visto que sim. #13

Publicado por Desnorteada às 5:21 p.m. 2 comentários

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Eu e as Covers #27

Publicado por Desnorteada às 4:28 p.m. 2 comentários

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Tenho visto que sim. #12

Publicado por Desnorteada às 6:56 p.m. 2 comentários

"Quanto mais me despedaço, mais fico inteira e serena."
Cecília Meireles

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bom dia alegria!

Publicado por Desnorteada às 10:17 a.m. 2 comentários

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Animais de Rua

Publicado por Desnorteada às 11:08 a.m. 0 comentários


Não há outra forma de falar sobre isto.
Fantástica campanha sobre os energúmenos que abandonam animais.
Sigam a Animais de Rua e vejam outros recados...

terça-feira, 20 de maio de 2014

C'a nervos!

Publicado por Desnorteada às 1:33 p.m. 4 comentários

Keep calm, Desnorteada, e afia-as bem.
À primeira oportunidade, zás, deixas logo a tua marca…
Muahahahahahaha [gargalhada maquiavélica!]

terça-feira, 13 de maio de 2014

Tenho visto que sim. #11

Publicado por Desnorteada às 12:29 p.m. 4 comentários
Até ver é isto.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Eu e as Covers #26

Publicado por Desnorteada às 5:55 p.m. 0 comentários

terça-feira, 22 de abril de 2014

Pequenos "grandes" pormenores… #4

Publicado por Desnorteada às 11:40 a.m. 2 comentários

Os pequenos grandes pormenores existem, aqui, porque me despertam a atenção, porque gosto de os usar, porque os escolhi ou porque simplesmente alegram o meu dia. Hoje, a minha secretária está assim. Sob o domínio do azul e branco... Sempre. E enche-me o coração vê-la assim… E eu estou a sentir-me verdadeiramente especial.

sábado, 19 de abril de 2014

Bom dia, alegria!

Publicado por Desnorteada às 11:41 a.m. 2 comentários


Ainda a recuperar dos desaires do meu clube do coração [para os mais distraídos FCP, como é óbvio!], vou fazendo planos para estes 34 que começaram há precisamente uma semana. É verdade… o futebol tem uma influência tão grande no meu estado de espírito que andei sem conseguir escrever uns bons dias… nem estando de parabéns dois dias seguidos [11 e 12 de Abril] a coisa melhorou. Ainda por cima, quando achava que a coisa podia atenuar na passada quarta-feira, voltou a piorar. Para mim, esta época acabou e só desejo que isto passe rápido. Já vi o Dragão levantar-se de temporadas negativas e arrisco dizer que é isso que vai acontecer. Temo que não seja assim, mas quero acreditar que será. Eu sei, eu sei... a vida não é só isto e vendo bem as coisas tenho muito mais motivos para festejar do que para lamentar. Afinal em 34 anos de vida já festejei mais títulos que qualquer um dos adeptos deste país. Por isso, resolvi ignorar tudo o que possa acontecer nos próximos dias… ok? Blackout e fechada para obras.

Quanto aos 34, bom, a coisa pesa. São muitos anos e muita coisa por fazer. Sinto-me um bocado perdida  e, arrisco até dizer, desorientada. Acho que já o escrevi, mas a verdade é que me sinto numa passadeira a correr muito, muito, todos os dias, a fazer vários kms, sempre em frente, com objectivos… mas WTF! NÃO SAIO DO SÍTIO! É a melhor analogia que posso fazer… é isso que sinto. Sempre numa correria, a lutar contra todos e contra mim própria e a meta à vista sem conseguir alcançá-la. Estes 34 anos fizeram acentuar uma série de coisas e, apesar de estar de bem com a vida e comigo, gostava que algo mudasse. Não sei bem o quê, é certo, mas preciso de uma mudança grande na minha vida. Uma cena mesmo radical, a cortar com tudo o que está para trás, a rasgar com o que já foi e com uma seta a indicar para onde ir. Dá para perceber, não dá? E não é pedir muito, pois não?!

Para finalizar, tenho de deixar aqui registado que neste momento o jogo da dieta tem uma vencedora: EU. O meu corpo é teimoso, mas eu sou persistente. Desnorteada: 1 - Peso: 0. Está assim na primeira mão. E não, esta não é para perder. Já lá vão 10Kg e tenho uns outros tantos para conseguir perder. Em quanto tempo? Não estou minimamente preocupada com isso. Leve o tempo que levar, eu vou vencer esta batalha. Quero lá saber que a tiróide não esteja a funcionar a 100%… no meu corpo mando eu e acabou. Comidinha saudável, ginásio, exercícios ao ar livre e muita, muita força de vontade… é assim para o resto da minha vidinha. Sem medo e sem derrotas… de sorriso estampado no rosto.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Do PORTO.

Publicado por Desnorteada às 10:50 p.m. 2 comentários


[] Life is bad
Gloom and misery everywhere
Stormy weather, stormy weather

And I just can't get my poor self together
Oh, I'm weary all of the time
The time, so weary all of the time []

Etta James

quinta-feira, 27 de março de 2014

Eu e as Covers #25

Publicado por Desnorteada às 11:01 p.m. 2 comentários


A alma na voz.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pequenos "grandes" pormenores… #3

Publicado por Desnorteada às 3:56 p.m. 3 comentários

Hoje apanharam-me a pensar…
Gostei tanto da foto que decidi partilhar um bocadinho mais de mim aqui n'O Meu Lado B.
Para além disso, podem ver um dos meu anéis preferidos de sempre. É novinho em folha e estou a estreá-lo. É ou não lindinho?
 

O Meu Lado B Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos